Não é um filme excelente mais também não é desastroso, tem uma boa interpretação de ambos os atores principais, mais não tem um bom roteiro, falto ser empolgante, a fotografia do filme de Mandy Welker ajudo muito ao filme não ser uma tragédia, a crítica não foi bom por um todo, o clichê no final não foi de todo ruin, mais não digno de aplausos, contudo me agrado independente de comentários sobre o filme.
Tecnicamente o filme acerta na montagem e ritmo da narrativa e a fotografia é incrivelmente bem explorada, sem falar da bela atuação de Kate Winslet e Idris Elba.
O diretor Hany Abu-Assad, soube aproveitar a química entre Kate e Idris, para gerar bons diálogos, com toques de humor, para suavizar o ambiente hostil vivido pelos personagens. Em falar em ambiente hostil, foi ótimo o ritmo proposto pelo diretor, gerando, creio eu, um ambiente mais real e humano e deixando de lado, um ritmo mais fantasioso da situação.
Porém, mesmo com tantos pontos positivos, o filme não chega a ser do tipo, que te prende na cadeira, e nem aquele tipo de filme, que faz o tempo voar, de tão interessante que é.
Achei fantástica a fotografia do filme, belíssimas imagens. O roteiro como já era de se esperar, é bem previsível (a cena final a mais clichê de todos os tempos), mas apesar do filme se passar praticamente todo nas montanhas e poucos personagens o filme é interessante. Idris Elba a cada filme se superando, um ótimo ator.
Dois estranhos conhecem-se no aeroporto de Boise (Idaho, EUA): Alex, uma jornalista que viaja para Baltimore para o seu casamento; e Ben, um cirurgião com urgência em regressar a casa para realizar uma operação delicada. Quando o voo de ambos é cancelado devido ao mau tempo, Alex aluga uma avioneta para os levar ao seu destino. Mas o que parece ser a solução perfeita transforma-se num pesadelo quando o piloto sofre um ataque cardíaco em pleno voo e a avioneta se despenha no meio do nada. O pilot morre, mas Alex, Ben e o cão que viaja com eles sobrevivem. Conscientes de que ninguém sabe onde se encontram e que, por isso, não podem esperar por socorro, sabem que apenas lhes resta uma alternativa: atravessar a pé centenas de quilómetros de neve e gelo, numa tentativa de encontrar ajuda. Nesse esforço de se manterem vivos, nasce entre os dois uma atracção inesperada…
Achei um bonito filme Mais Uma História totalmente previsível mesmo assim para quem gosta de romances acho que vai gostar
A coisa mais incrível foi a fotografia do filme , as cenas nas motanhas de gelo com uma perfeição incrivel em detalhes. Um final inesperado , se eu o pudesse descrever assim.
Não sou técnico, nem roteirista, nem continuísta ou sei lá mais o quê. Mas, falta bastante em DEPOIS DAQUELA MONTANHA. Há vácuos no filme, como se a ação fosse abruptamente interrompida e depois retomada sem o mesmo fôlego. E uns achados simplistas demais para um filme de acidente e renascimento: o aparecimento repentino e providencial de um puma para garantir alimento por uns bons dias. Meio forçado, para mim. A grande força do filme são os atores que, sózinhos em cena, dão conta do fraco recado e transmitem todas as cargas dramáticas para as manjadas reviravoltas. Qualquer filme com Kate Winslet vale! Ela dá a qualquer personagem tantas nuances que somos capazes de comprar até a mais absurda idéia que, um dia, ela venha a nos vender. Uma atriz com pleno domínio de sua arte.
Não é lá essas coisas e o final é cheio de clichês. Porém, serve como diversão. Não se pode exigir que todo filme de montanha e gelo seja padrão O Regresso. Acho que a crítica do adoro cinema pegou um pouco pesado demais.
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