Azul é a Cor Mais Quente
Média
4,2
1831 notas

135 Críticas do usuário

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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
É um filme de temática gay, e isso fica bem claro na forma com que a relação entre Emma e Adèle é explorada em seus preconceitos, diferenças e... sexo. De verdade: ou o sexo é tão primordial ou ele é enfocado de forma tão exaustiva, quase pornográfica, que consegue nos tirar do filme. O diretor Abdellatif Kechiche acertou em cheio ao usar a proximidade da câmera no excelente O Segredo do Grão para determinar uma tensão crescente, tanto sexual quanto em seu suspense. Aqui essa proximidade é gratuita ou, mais uma vez, ele está explorando a beleza física da atriz Adèle Exarchopoulos sob todos os ângulos, posições e bocas. Só há algo que exagera mais em tela do que o sexo: o azul. Tanto azul que fica difícil interpretar qualquer simbolismo deixado pelo caminho.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Azul é a Cor Mais Quente e Um Filme Bem Interessante , Atuaçoes Excelentes e Uma Boa Historia Filme Tem Cenas Fortes De Sexo Entao Nao é Bom Assisti Com Alguem De Menor Contudo Recomendo Bom Filme Nota 8.5
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2014
Tenho basicamente dois problemas com este tipo de filme.. primeiro- é frances- e eles nao perdem a mania do "nouvelle vague" que detesto, by the way.. a falta de musica e diálogos com caretas e interminaveis silêncios, me irritam bastante..e a segunda coisa é que relaçao sexual entre duas mulheres
nao me atrae.. me cansa.. falta testosterona nisso.. como este filme é exageradamente sobre relaçoes sexuais entre duas criaturas que nao teem o essencial ( na minha modesta opiniao o "essencial") se tornou cansativo e por consequencia - um grande tédio..demorou pra acabar..Isto reforçou minha idéia de que.. relaçoes lesbicas nao me interessam, pelo menos nao da forma que me interesso pelas relaçoes gays..é o ultimo filme no gênero que assisto.. nao foi o primeiro por muito pouco...A mais velha tinha uma familia super interessante.. a mais nova uma familia altamente chata.. daí a mais velha ser resolvida e a mais nova.. um nó..Me perdoem os críticos de plantao.. mas so falei o que realmente sinto.. Um filme pra esquecer rapidinho.. as atrizes sao ótimas..se nao forem lesbicas.. parabens.. convenceram..!! Nao acho o filme ruim, nem lixo como escreveram alguns colegas.. mas eu passo... respeitosamente.. eu passo!
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
As vezes ficamos fartos, atormentados com certas misérias cinematográficas, então corremos ladeira abaixo desesperados por uma produção digna, efetiva o bastante pra nos fazer chora é refletir. Mas não é isso que precisamos ou encontramos. Azul é a Cor Mais Quente é um filme entediante e fútil. Deparamos com personagem fortes, bem elaborados, eles são fantoches, mostram a realidade aleia, a realidade cujo a sociedade segui sem contestar. Azul é a Cor Mais Quente é bonito no sentido amoroso, mas é extremamento vazio com diálogos chatos. Podemos fecha nossos olhos é apenas ouvir os gemidos exagerados, o sexo compostor nesse filme é extremamente deselegante, somos obrigados a cada dia, ver aquilo que praticamos, aquilo que adorando! Sendo sujo ou delicioso, o sexo não passar de uma exibição ambiciosa e ridícula composta neste filme. Sentimos o amor queima ferozmente as personagem, apreciamos a beleza de amar alguém, vivenciamos o poder da traição, o desprezo da exibição. Mas Azul é a Cor Mais Quente é um filme feito pra exibir aquilo que praticamos, ele foi feito pra ser refletido, pois reflexão está presente em todos os cantos, acontecimento e momentos abusivos neste filme. O Fato de ser duas mulheres se amando não muda nada, seria a mesma coisa se fosse protagonistas héteros, seria mais um farto filme realista. O diretor apenas inverteu as peças, trocando o Hétero aceito pela sociedade, colocando o Lésbico quase aceito pela sociedade, sendo que o Homossexualismo está exposto no longa, que nem em todos os cantos é aceito pela sociedade. Todos sofrem, todos traem, todos são sujos, imundos, todos são malditos. O Filme é claro! Não existe barreira pra aqueles que ver a verdade nele. Apenas abra sua mente e veja diferente. Vejo as protagonista como um casal hétero. Pronto, está feito um filme que representa a sociedade.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de junho de 2021
Eu gostei do filme. Há aspectos muito interessantes, uma ótima direção, imagens bonitas e takes muito bem feitos. Achei algumas partes do filme, porém, um pouco tediosas, e acho que faltou um pouco de profundidade em relação ao amor das duas. Poderia ter tido mais detalhes. Pode-se destacar, no entanto, que é um filme importantíssimo na questão de visibilidade da comunidade lésbica, e tenho certeza que ajudou muitas pessoas a se descobrirem. Assiste o filme, vale á pena dar uma olhada.
Isabel
Isabel

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2015
Temáticas de relacionamentos nunca deixarão de ser obsoleto;em se tratando de homossexuais, desnecessário as censuras ou metáforas. Diante disso o filme é emergente embora passeia bem como documentarial. As cenas de sexo vão a fundo sem nenhum perdão, e muito necessárias e dignas para as exuberancias das atrizes.A caracterizada Lea Seyddoux é um compromisso de uma francesa q não veio ao cinema para brincar, qto novata Adele bem inaltecedor o seu brilho de mistura de inocência e sensatez bem conduzida pelas mãos do diretor que ainda é cedo para justificar se fez o mais preciso e inteligente filme sobre lesbianismo.
Victor C
Victor C

4 seguidores 33 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de abril de 2020
Bela produção francesa sobre as dificuldades enfrentadas do descobrimento da homossexualidade feminina, passando pela batalha interna do perceber até a aceitação familiar e da sociedade. Bom filme. Porém, nada que justifique 3 horas de duração, nada que justifique cenas de sexo de 5 minutos.
MaH  S.
MaH S.

5 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2014
Um romance legal, nada clichê, com algumas surpresas e reviravoltas no enredo, mas com muitas cenas longas de puro "paisagismo" que acabam tornando-o um tanto quanto cansativo
Taiani M.
Taiani M.

39 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de dezembro de 2013
É tudo sobre Adèle. A dona da boca que toma conta da tela, que come com prazer, que tem sono agitado, que seduz, que não precisa de batom, que vai sem medo, que grita, que chora e come meleca, que ama, que chupa, que nunca cospe, que defende a profissão diante da pressão artística burguesa da namorada e seus pares. Satisfeita com o amor, tal qual a Pomme de "Um Amor Tão Frágil" (1977), interpretada por Isabelle Huppert, Adèle não precisa criar para existir. Felizmente ela tem o trabalho, igualmente amado, para livrá-la da loucura que o inevitável fim do intenso relacionamento poderia trazer.
Kechiche pode preferir a boca e a bunda, mas o olhar é também destaque no filme. Adèle é igualmente gulosa com os olhos e a eles recorre quando não consegue dizer. O flerte com o rapaz, o amor à primeira vista, a percepção do término – com Louise Brooks ao fundo, na mais bela cena do filme –, o reconhecimento da "derrota". E no fim ela se vai, de costas. Sem nada a mostrar.
Se cabe uma comparação, Adèle Exarchopoulos com Kechiche é como Sandrine Bonnaire com Pialat em "À Nos Amours" (1983). Que o talento não se perca por aí.
Nelson Tadeu P.
Nelson Tadeu P.

4 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2013
filme francês que mostra uma adolescente que não sabe bem o que um amor lesbico intenso mas sozinha procura outros relacionamentos. Chega a ser cansativo e com cenas de sexo que parecem ou são reais
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