Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1830 notas

135 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2018
França na área com filme Erótico, romântico e dramático! Aqui temos um roteiro de 3 horas que não cansa e muito menos se arrasta, trás consigo atos bem definidos e uma direção eficiente, atuações fortes, essas meninas mereciam óscar, pois são atuações de cair o queixo. Azul é a cor mais quente nos transmite o melhor do cinema francês.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
É um filme de temática gay, e isso fica bem claro na forma com que a relação entre Emma e Adèle é explorada em seus preconceitos, diferenças e... sexo. De verdade: ou o sexo é tão primordial ou ele é enfocado de forma tão exaustiva, quase pornográfica, que consegue nos tirar do filme. O diretor Abdellatif Kechiche acertou em cheio ao usar a proximidade da câmera no excelente O Segredo do Grão para determinar uma tensão crescente, tanto sexual quanto em seu suspense. Aqui essa proximidade é gratuita ou, mais uma vez, ele está explorando a beleza física da atriz Adèle Exarchopoulos sob todos os ângulos, posições e bocas. Só há algo que exagera mais em tela do que o sexo: o azul. Tanto azul que fica difícil interpretar qualquer simbolismo deixado pelo caminho.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
“Azul é a Cor Mais Quente”, filme dirigido e co-escrito por Abdelatif Kechiche, não é a primeira obra a falar sobre o desabrochar da juventude e sobre a descoberta do primeiro amor. Mas, sem dúvida, o filme francês vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes 2013, é uma obra que quebra padrões, especialmente na forma como retrata uma história de amor tão intensa e verdadeira quanto os seus dois principais vértices.

Para os franceses, a cor azul já simbolizou a liberdade na trilogia dirigida por Krzysztof Kieslowski. Aqui, no filme de Abdellatif Kechcihe, a cor azul tem um significado completamente oposto àquilo que está normalmente ligado (tranquilidade, serenidade, harmonia, frieza, monotonia e depressão). Para a jovem Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma estudante do colegial, o azul da cor dos cabelos de Emma (Léa Seydoux) que tanto lhe chamam a atenção, passam a representar para ela o calor, o conforto e o companheirismo advindos da descoberta e da vivência do primeiro amor.

Na forma como é retratada, especialmente no início de “Azul é a Cor Mais Quente”, Adèle nos passa a imagem de uma adolescente confusa, que ainda precisa encontrar seu lugar no mundo. E ela tenta isso por meio dos relacionamentos amorosos que estabelece, primeiramente, com Thomas (Jérémie Laheurte), e, posteriormente, com Emma. A verdade é que, com Emma, Adèle experimenta o amor na sua forma mais plena, na medida em que ela passa por um grande processo de amadurecimento, se descobre como mulher, expande seus horizontes e encontra o seu caminho. São essas transformações em Adèle, por meio da vivência do mais belo dos sentimentos, que são retratadas, de uma forma muito real, no filme de Abdelatif Kechiche.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Azul é a Cor Mais Quente e Um Filme Bem Interessante , Atuaçoes Excelentes e Uma Boa Historia Filme Tem Cenas Fortes De Sexo Entao Nao é Bom Assisti Com Alguem De Menor Contudo Recomendo Bom Filme Nota 8.5
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2017
Não é apenas uma história sobre homossexualismo e juventude. Nas 3 horas de filme, embora tendo algumas cenas delongadas, o roteiro constrói uma relação que envolve paixão, superação, erotismo, drama e arrependimentos. Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux são o ponto alto do filme, com atuações que encantam e uma química magnífica. A cada minuto do filme é possível se envolver mais com os sentimentos dos personagens. Um dos melhores filmes do ano!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de dezembro de 2013
Um excelente filme. Um doce romance homossexual de duas mulheres. O tema tem aparecido com bastante normalidade nas telas, mas não com a simplicidade, qualidade e realidade do filme francês. Mesmo assim, não havia necessidade de quase 3 horas de filme. Acredito que as filmagens ficaram tão boas que tiveram pena de cortar muito. Adèle Exarchopoulos, no papel de Adèle e Béatrice
Anne Loiret, como Emma, estão perfeitas. A direção, também. O filme é quase todo feito para explorar as emoções faciais. Os olhos, a boca, o sorriso, as preocupações, as alegrias, a felicidade, a tristeza. As muitas e duradouras cenas explícitas de sexo entre elas, embora selvagens, não eram pornográficas, talvez educativas. O filme é simples, sem apelações, sem clichês, sem exibicionismo, sem criar situações agressivas. Imperdível, para quem gosta de cinema e de desafios.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 368 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2022
Assisti esse filme sem expectativa nenhuma, mas o mesmo me causou uma grata surpresa. Um filme de temática polêmica e complicado para os que vivem este processo, onde em poucos filmes vi atuações brilhantes como as de Adelle e Emma. A primeira transmite todas as emoções e sensações apresentadas no filme, primeiramente o seu lado menina, ingênua, pura e curiosa, depois suas dúvidas, medos inseguranças, em alguns momentos do filme é como se ela estivesse desconfortável em determinadas situações. Aos poucos a personagem vem vivendo essa busca de auto conhecimento que parece ser encontrado ou ficado próximo disso, mas o passar do filme e o final mostra q mesmo vivendo a grande paixão, para uns a certeza do q é ou quer é fato, para outros existe uma complexidade muito maior.
Alan
Alan

16 seguidores 360 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de junho de 2024
O filme retrata a vida de um casal de jovens lésbicas, como se fosse um casal de heterossexuais. Não dá muita ênfase na questão do preconceito, o que é um ponto positivo para o filme não ser clichê. Está de acordo com a aceitação da sociedade atual, especificamente a francesa, que é mais liberal. E claro, os diálogos são sempre um destaque nos filmes franceses. Um bom filme, se não visto de forma preconceituosa.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2014
Tenho basicamente dois problemas com este tipo de filme.. primeiro- é frances- e eles nao perdem a mania do "nouvelle vague" que detesto, by the way.. a falta de musica e diálogos com caretas e interminaveis silêncios, me irritam bastante..e a segunda coisa é que relaçao sexual entre duas mulheres
nao me atrae.. me cansa.. falta testosterona nisso.. como este filme é exageradamente sobre relaçoes sexuais entre duas criaturas que nao teem o essencial ( na minha modesta opiniao o "essencial") se tornou cansativo e por consequencia - um grande tédio..demorou pra acabar..Isto reforçou minha idéia de que.. relaçoes lesbicas nao me interessam, pelo menos nao da forma que me interesso pelas relaçoes gays..é o ultimo filme no gênero que assisto.. nao foi o primeiro por muito pouco...A mais velha tinha uma familia super interessante.. a mais nova uma familia altamente chata.. daí a mais velha ser resolvida e a mais nova.. um nó..Me perdoem os críticos de plantao.. mas so falei o que realmente sinto.. Um filme pra esquecer rapidinho.. as atrizes sao ótimas..se nao forem lesbicas.. parabens.. convenceram..!! Nao acho o filme ruim, nem lixo como escreveram alguns colegas.. mas eu passo... respeitosamente.. eu passo!
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Um dos filmes mais perfeitos, mais ousados e mais verdadeiros que já assisti. Não consigo imaginar esse filme em outra língua, que não seja a francesa. Sair da sala de cinema completamente chapada com a atuação dessas duas atrizes talentosas e corajosas. Um filme libertador, pena que seja para poucos pois o preconceito ainda está nos olhos de muitos.
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