Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1829 notas

135 Críticas do usuário

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Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de dezembro de 2014
Eu fiquei apaixonada pelo longa. Entretanto uma das coisa que me incomodou muito foi a linha do tempo que para mim ficou mal explicada, eu não sabia quanto tempo tinha passado a cada mudança de cena e o fato de não deixar muito em evidência o relacionamento da protagonista Adele com os pais dela. Agora todo o resto ficou perfeito, a interpretação, o roteiro, tudo. Vale muito a pena assistir.
Mísia M.
Mísia M.

37 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de agosto de 2015
Poxa coloquei toda a minha opinião lá em baixo, nos comentários e não tem como copiar esse texto e colar aqui pelo APP, que é uma bosta! La no comentario tem minha avaliação do filme, que é um bom filme, gostei pacas!
Jennyfer L.
Jennyfer L.

26 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de maio de 2014
O filme representa o mundo das lésbicas e gay'z e o preconceito que sofrem com os heterossexuais.
Emma & Adele, são um casal lésbico (pelo pedaço que vi do filme), que tem uma vida sexualmente ativa, e se curtem em todos os aspectos, e no começo do filme, Adele está aprendendo na escola sobre " Amor à primeira Vista", que acaba acontecendo entre as duas. Se apaixonam, e desde então se conhecem e passam a se curtir.

Acho um filme ótimo, pena que não tive a oportunidade de vê-lo por completo, mas aprovo a crítica do filme, o enredo e o elenco tá de parabéns, por representar o mundo das Lésbicas !
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2015
Uma coisa chata nos cinemas brasileiros é essa mania de não pagar direitos autorais e o nome original de um filme. Porque, algo acontece, ou erra total ou entrega todo o filme.

E, foi o que aconteceu neste, pois, o título original é La vie d’Adele, o que não chega a estragar todo o filme, mas dá a entender do que se trata toda trama. Mas Azul é a cor mais quente, não só estraga, como quase nos chama de idiotas que não conseguiríamos ver a associação de vários aspectos do filme, seja no cenário, da fotografia, da estética se voltar para a cor azul.

La Vie d’Adele se trata de uma história muito complexa, pois tenta mostrar algo muito individual, muito particular e extremamente confuso. É a passagem de vida juventude para a vida adulta. É nessa fase da vida que escolhemos vários fatores que podem influenciar todo o resto de nossas vidas. E partindo dessa problemática, cheio de duvidas, incertezas com relação ao futuro e, é claro, seus descobrimentos que o diretor Abdellatif tenta mostrar nesse filme.

O filme começa contando às duvidas e incerteza que afloram na adolescência de Adéle e por conseqüência o amor que surge por Emma, uma passagem difícil de viver e muito mais difícil de explicar. Daí se desenrola um amor ímpar entre as duas meninas e cenas verdadeiramente lindas. O fato das duas atrizes não usarem maquiagem realça ainda mais a beleza de cada uma de uma forma única.

Há três cenas que vela pena de ver de novo, a primeira cena de sexo entre as duas, a cena da briga e a cena do café.

O preconceito se mostra, eu diria até discreto neste filme, pois se você não prestar a atenção não vai perceber. A única cena de preconceito “normal”, Adéle vive na escola por parte de sua amiga. Nas famílias, o preconceito ficou por conta do diretor, que expôs as duas famílias de forma diferente, na Emma, uma família mais abastarda, não há de forma alguma um preconceito. Já na família de Adéle, uma família simples,elas nem se quer se apresentam como namoradas. Isso dá pra botar na conta do diretor.

Azul é a cor mais quente, não se refere na cor do cabelo da atriz que interpreta Emma, mas vemos o azul em toda parte do filme. Do início até o fim. Desde o quarto de Adéle, até a inscrição, que identifica o banheiro feminino. Bom o titulo original é, em francês: La Vie d’Adéle, o que pelo pode se perceber é que pode ter continuação e esse é o gosto que se tem quando termina de se assistir esse filme.

Há muito mais que uma simples bandeira hasteada a favor das relações homoafetivas nesse filme. O diretor consegue fazer nos pequenos detalhes da história um emaranhado de relações e contrapontos relevantes.
Ana Paula S.
Ana Paula S.

30 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2014
As pessoas falam como se o foco do filme fosse a relação homossexual das meninas e isso é o de menos, pra mim se colocasem ali um casal hétero seria a mesma cosa, pois as cenas em que há algum drama envolta disso são poucas. Achei interessante mas a esrória não é lá aquelas coisas, mas é alfo qie acontece na vida de muitas pessoas diferentes que se atraem ...
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de junho de 2021
Eu gostei do filme. Há aspectos muito interessantes, uma ótima direção, imagens bonitas e takes muito bem feitos. Achei algumas partes do filme, porém, um pouco tediosas, e acho que faltou um pouco de profundidade em relação ao amor das duas. Poderia ter tido mais detalhes. Pode-se destacar, no entanto, que é um filme importantíssimo na questão de visibilidade da comunidade lésbica, e tenho certeza que ajudou muitas pessoas a se descobrirem. Assiste o filme, vale á pena dar uma olhada.
Ana Flávia L.
Ana Flávia L.

61 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
Azul, azul, azul! Ah, esse filme é uma delicia. Francesas são maravilhosas. Um dos melhores filmes LGBT na minha opinião, fotografia de tirar o fôlego. Preferido!
Thayná S.
Thayná S.

29 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de janeiro de 2014
Eu simplesmente amei. Achei que foi simples e monótono de uma forma peculiar, linda. A relação entre as duas, o primeiro amor, a perda, o medo, a solidão... Tudo se encaixou perfeitamente.
Além de ser um tipo de filme que abre a mente, ele te envolve. Faz com que você ria, chore (e muito); sinta a emoção e a dor de cada uma delas. É o tipo de filme que te marca, pra sempre.
Gostei de como refletiram a realidade. Nem tudo é eterno; a vida continua para alguém; novos amores; paixões antigas sempre serão lembradas; a solidão que você sente na vida a dois; a intensidade do desejo; a dor constante.
E por último, só quero dizer que... A sensação que senti ao acabar de assistir, foi única.
Ivan d.
Ivan d.

10 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de outubro de 2015
As cenas de sexo bem reais, muito sem sentindo, parecendo mais um filme barato.
Nilson
Nilson

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2016
Existem certos filmes que quando assistimos eles ficam um bom tempo na nossa mente. eles são capazes de infectar a nossa mente como um vírus, com imagens que custam a sair. Azul é a cor Mais quente é um desses filmes. Você pode até não concordar com o que viu mas é impossível sair indiferente após o término dessa verdadeira experiência cinematógrafica. Assisti ao filme já sabendo que a história se referia a um relacionamento entre mulheres o que poderia ter estragado o efeito surpresa. Ledo engano! A forma como a história é contada é que faz a diferença. Tudo no filme é perfeito: direção, elenco,roteiro, fotografia, montagem, musica. Apesar de ter quase 3 horas de duração e de ser lento em nenhum momento fica cansativo ou enfadonho. As duas atrizes principais Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos se mostram perfeitamente ligadas e compôem suas personagens de maneira tão natural e despojadas que parecem ser elas mesmas e não Adéle e Emma quando estão atuando.E quanto as tais cenas de sexo, apesar de muito realistas não são pornográficas nem desnecessárias.Enfim um filme imperdível e que merece ser visto.
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