Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1829 notas

135 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 8 de dezembro de 2013
Não é um filme para o grande público. Sem motivo visível que justifique as quase 3 horas de duração, a história é arrastada e cansativa; e o excesso de erotismo não tem qualquer propósito cultural, chegando a ser constrangedor.
Rafael S.
Rafael S.

25 seguidores 24 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Muito ruim, um porno frances lesbico sem sentido, não merece reconhecimento, e acho que essa meia estrela que eu dei é muito, pois ele não merece estrela nenhuma!
Jonathas C.
Jonathas C.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de dezembro de 2013
É um trabalho de publicidade apelativo, já sendo redundante. O típico filme que agrada a nossa imprensa.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2018
França na área com filme Erótico, romântico e dramático! Aqui temos um roteiro de 3 horas que não cansa e muito menos se arrasta, trás consigo atos bem definidos e uma direção eficiente, atuações fortes, essas meninas mereciam óscar, pois são atuações de cair o queixo. Azul é a cor mais quente nos transmite o melhor do cinema francês.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 15 de abril de 2020
O filme é de uma sensibilidade imensa!Não tem medo de falar de um assunto tão delicado, que é a sexualidade e fala de uma forma muito boa disso!A fotografia é impecável.As atuações são muito boas principalmente a de Adèle Exarchopoulos!É emocionante, tendo um final bem triste e de certa forma inesperado!Entretanto o filme fica cansativo em alguns momentos, quase não andando e talvez a forma como a relação das duas atrizes principais é retratada em algumas ocasiões cause um certo desconforto em algumas pessoas!De forma geral o filme não deixa de ser muito bom e ter sim seu valor artístico, muito forte e de ser muito bonito tanto esteticamente quanto pela história de amor!Aprovado!
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de março de 2018
Esse filme superou todas as minhas expectativas positivamente. O filme conta a história da adolescente Adèle, uma estudante que está em busca de ser feliz e encontra no amor sua plena realização. Uma jovem doce que se entrega de corpo e alma ao grande amor de sua vida, a estudante de artes Emma. O grande ponto do filme é a espetacular atuação da jovem atriz francesa Adèle Exarchopoulos, que mesmo tendo o desafio de interpretar um papel extremamente difícil consegue encantar os expectadores com sua leveza e delicadeza. Sua beleza, seus olhares nas cenas dramáticas, suas expressões e até mesmo suas falas são dignas de aplausos. Roteiro muito bem escrito mesmo nos extensos diálogos que parecem não ter fim. Ótima direção do então desconhecido Abdellatif Kechiche que consegue conduzir com maestria essa obra prima do Cinema Francês ... Vale muito a pena conferir !!!
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
As vezes ficamos fartos, atormentados com certas misérias cinematográficas, então corremos ladeira abaixo desesperados por uma produção digna, efetiva o bastante pra nos fazer chora é refletir. Mas não é isso que precisamos ou encontramos. Azul é a Cor Mais Quente é um filme entediante e fútil. Deparamos com personagem fortes, bem elaborados, eles são fantoches, mostram a realidade aleia, a realidade cujo a sociedade segui sem contestar. Azul é a Cor Mais Quente é bonito no sentido amoroso, mas é extremamento vazio com diálogos chatos. Podemos fecha nossos olhos é apenas ouvir os gemidos exagerados, o sexo compostor nesse filme é extremamente deselegante, somos obrigados a cada dia, ver aquilo que praticamos, aquilo que adorando! Sendo sujo ou delicioso, o sexo não passar de uma exibição ambiciosa e ridícula composta neste filme. Sentimos o amor queima ferozmente as personagem, apreciamos a beleza de amar alguém, vivenciamos o poder da traição, o desprezo da exibição. Mas Azul é a Cor Mais Quente é um filme feito pra exibir aquilo que praticamos, ele foi feito pra ser refletido, pois reflexão está presente em todos os cantos, acontecimento e momentos abusivos neste filme. O Fato de ser duas mulheres se amando não muda nada, seria a mesma coisa se fosse protagonistas héteros, seria mais um farto filme realista. O diretor apenas inverteu as peças, trocando o Hétero aceito pela sociedade, colocando o Lésbico quase aceito pela sociedade, sendo que o Homossexualismo está exposto no longa, que nem em todos os cantos é aceito pela sociedade. Todos sofrem, todos traem, todos são sujos, imundos, todos são malditos. O Filme é claro! Não existe barreira pra aqueles que ver a verdade nele. Apenas abra sua mente e veja diferente. Vejo as protagonista como um casal hétero. Pronto, está feito um filme que representa a sociedade.
Alan
Alan

16 seguidores 359 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de junho de 2024
O filme retrata a vida de um casal de jovens lésbicas, como se fosse um casal de heterossexuais. Não dá muita ênfase na questão do preconceito, o que é um ponto positivo para o filme não ser clichê. Está de acordo com a aceitação da sociedade atual, especificamente a francesa, que é mais liberal. E claro, os diálogos são sempre um destaque nos filmes franceses. Um bom filme, se não visto de forma preconceituosa.
maric
maric

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Lindo, comovente, pela maneira como foi filmada intensa história de amor e seus contornos político-sociais, referências culturais, música, fotografia. Tudo irretocável, delicado, sensível, nada exacerbado, muito menos as belas cenas de sexo. A atuação das duas atrizes merece os prêmios a que têm sido nomeadas ou já ganharam. Pena a LSeydoux ter-se afastado do Kechiche e portanto da divulgação do filme. Reafirmo minha percepção inicial de que houve certa imaturidade profissional em declarações iniciais. Que as estão expondo, aí sim, de modo exacerbado, sobretudo àquela deplorável moral norte-americana. Vi a Léa sendo massacrada algumas vezes, e... sem reação compatível. As atrizes deveriam copiar o savoir-faire da Charlotte Gainsbourg, quando filma com o Lars.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de dezembro de 2013
Um excelente filme. Um doce romance homossexual de duas mulheres. O tema tem aparecido com bastante normalidade nas telas, mas não com a simplicidade, qualidade e realidade do filme francês. Mesmo assim, não havia necessidade de quase 3 horas de filme. Acredito que as filmagens ficaram tão boas que tiveram pena de cortar muito. Adèle Exarchopoulos, no papel de Adèle e Béatrice
Anne Loiret, como Emma, estão perfeitas. A direção, também. O filme é quase todo feito para explorar as emoções faciais. Os olhos, a boca, o sorriso, as preocupações, as alegrias, a felicidade, a tristeza. As muitas e duradouras cenas explícitas de sexo entre elas, embora selvagens, não eram pornográficas, talvez educativas. O filme é simples, sem apelações, sem clichês, sem exibicionismo, sem criar situações agressivas. Imperdível, para quem gosta de cinema e de desafios.
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