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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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2,0
Enviada em 19 de outubro de 2015
Muito exageros e cliches, faltando mais entretenimento, atuações mediocres, onde até para crianças ficou fraco, ou seja adam Sandler mais uma vez fez uma de suas porcarias!!!
O que deu certo em 2010,no curta de apenas dois minutos do francês Patrick Jean,não teve o mesmo sucesso no longa de Chris Columbus.Aqui temos a combinação de cultura nerd,nostalgia e efeitos de primeira qualidade.Pra quem viveu a época mágica do videogame,irá se encantar com a aparição de vários personagens marcantes.Aqui temos mais uma vez a presença do ilustre comediante Adam Sandler,que novamente divide um trabalho com Columbus e Kevin James.É notável perceber o roteiro cheio de furos,cenas mal sequenciadas,e a falta de originalidade,principalmente nas piadas antigas de Sandler.Nem Michelle Monaghan,nem Peter Dinklage tem bom aproveitamento.São dois personagens bobos,sem progresso.Nem mesmo as aparições de Pac Man e Donkey Kong noz faz animar.
Só pela viagem nostálgica aos anos 80, para quem curtiu essa época do videogame, vá vale a pena. Apesar da falta de ritmo do filme, ainda assim consegue arrancar algumas boas gargalhadas e a voltar no tempo. É o típico filme que é a cara do estilo "Adam Sandler". Tanta bobagem junta que acaba divertindo quem assiste.
O que fizeram com aquele curta-metragem tão criativo em que bastavam dois minutos para explorar 100% de um conceito? Talvez o nome Adam Sandler resposta essa questão.
Pela primeira vez o Adam Sandler se aventura em novos ares:Ficção-Científica, e resultado é mais um filme cheio de piadas sem graça e que torna o Sandler o salvador da pátria.Esse filme é um daqueles que deve ser mais apreciado mais pelas referências da cultura pop do que pela trama em si,ele acompanha um grupo de nerds que quando crianças adorava ir ao fliperama em 1982 e no mesmo ano alguns videos de jogos foram largados no espaço e alienígenas encontraram e consideraram como uma ameaça,eles resolvem 33 anos depois,invadir a terra e em forma de personagem de jogos destruir a terra, cabe agora aos nerds salvar o mundo dessas ameaças.A parte de efeitos especiais são bem feitas e as cenas de ação são bem dirigidas pelo famoso diretor Chris Columbus,mas só isso não basta em um filme,o roteiro é cheio de piadas sem graça e cheio de coincidências,são furos que atrapalham bastante o decorrer da história,as atuações são fracas e em todos os momentos que o filme tenta levar pelo lado romântico não funciona.No geral temos um filme sem graça e que vale apenas assistir apenas pelas diversas referência a cultura pop com jogos e músicas que marcaram a época.
A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos: Sam Brenner (Adam Sandler), Eddie Plant (Peter Dinklage), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e a tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan). Pixels Tem uma Ideia Interessante mais o filme que poderia ser excelente foi apenas legal , tem cenas muito divertidas como na luta contra o pac-man mais eu espera mais do filme, tem excelentes efeitos , algumas cenas Divertida , vale apena para passar o tempo , nota 7.0
Pixels é um caso incrível de uma premissa fantástica que foi extremamente disperdiçada, literalmente jogada na lata do lixo. O filme prefere focar nas piadas bocós de Adam Sandler e sua trupe, do que ao invés de desenvolver a história de modo decente. E por sinal quando faz um esforço mínimo saem cenas boas como a cena com o Donkey Kong. Mas no mais, o longa é pura vergonha alheia, piadas forçadas, e clichês extremos principalmente se tratando do personagem de Sandler. Pixels tem uma trilha sonora bacana, uma história absurda e tosca, um filme que para mim se tornou detestável, graças ao potencial gigantesco que destruíram em tela.
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