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Alipio F.
9 críticas
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0,5
Enviada em 7 de janeiro de 2014
Um dos queridos da imprensa brasileira este ano. Filme indicado pelo Brasil pra tentar uma indicação ao Oscar. Não é favela movie. Não tem o apoio da Globo Filmes. Era muita coisa e muito elogio pra cima deste e por isso, fui com muita coragem assisti-lo. Puf! Que porcaria!
O filme acompanha a rotina de moradores de uma rua em Recife. E aí há todo tipo de gente na vizinhança: os que se incomodam com o latido de cachorro, a ex e a atual que moram na mesma rua, o bandidinho, venda de maconha e, pra movimentar história, os espertos que oferecem segurança privada.
E o filme vai acompanhando alguns desses personagens passivamente, esperando que algo aconteça. Não é engraçado, não é dramático, não é nada. É apenas como se você ficasse debruçado na janela, olhando seus vizinhos irem pra lá e para cá.
O problema é que tudo isso é muito chato e no final das contas, fiquei apenas sem entender o motivo de tantos elogios e tanto favorecimento.
Sinceramente não consigo pensar em outra possibilidade senão que a produção desse filme tenha comprado a crítica positiva do Adoro Cinema para este filme.
Eu acreditei na crítica do Adoro Cinema e peguei o filme para assistir e foi um dos piores filmes que eu já vi na minha vida. Um filme parado, sem sal nem açucar, que não se desenrola, só se arrasta do começo ao fim.
Tanto eu quanto minha esposa achamos esse filme péssimo.
Uso o cinema como entretenimento, não assisto filmes a procura de nuances, metáforas complexas e até inexplicáveis, o único ponto positivo do filme é que ele prende e parece que vai te lavar a um final épico ou que algo vai acontecer, mas o filme simplesmente acaba e fica a sensação de que ele apenas representou algo que muito críticos vão chamar de "lindo, esplêndido, espetacular, magnífico", mas de fato não passa de um amontoado de histórias vazias sem sentido, com vários personagens que não tem objetivo e que vão do "nada a lugar nenhum", essa frase resume esse filme. 2 horas desperdiçadas. Nota: 0,5/10
Olá, me decepcionei com o filme, não vou repetir o que já escreveram, apenas reforçar: um filme em que nada acontece em 130 minutos... muito cansativo e a única expectativa passou a ser a hora dele acabar, levantar e ir embora... frustrado. Um filme literalmente chato.... mas algo de positivo foi mostrar as relações entre patrão e suas empregadas... além da concentração de renda de uns... Mas será que este era o mote do filme??? outro dia li de uma pessoa criticando o sudeste... que em SP se constrói apartamentos com quartos para empregadas... Este cidadão deveria ir conhecer Recife e as relações que supostamente disse só acontecer em SP...
Filme horroroso. Retrata vidas totalmente ordinárias. Atuações horrorosas. Tédio total. Sem moral alguma. Quase R$2 mi investidos foram demais para um filme que até minha antiga turma do ensino médio faria melhor. Não tem como assistir até o final. Uma tristeza para o cinema brasileiro, já que este filme se encontra no top 15 de melhores da história do Brasil. Que tenham misericórdia das próximas pessoas que assistirem esse chorume.
Assisti a esse filme no lançamento e já naquela época foi completamente esquecível. Anos depois, me deparei com uma lista dos “melhores filmes brasileiros”, segundo diversos diretores e atores, e lá estava ele em terceiro lugar. Pensei: “Será que fui injusto?”. Dei uma nova chance… e apenas perdi meu tempo. Kleber Mendonça se apresenta como um diretor “intelectualizado”, mas seus filmes falam para uma bolha restrita. Ele tenta retratar uma camada popular da sociedade, mas o resultado revela apenas uma visão preconceituosa, limitada, ingênua e pretensiosa desse universo.
O resultado é uma obra voltada para uma elite blasé, para aqueles que adoram filosofar excessivamente sobre a vida, mas que pouco conhecem a realidade que dizem representar.
É um filme tedioso do começo ao fim, reflexo de um cinema brasileiro elitizado, que acredita estar falando sobre nós, mas que, na verdade, está a anos-luz de estabelecer um diálogo real com o público.
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