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Diogo Codiceira
24 seguidores
828 críticas
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3,0
Enviada em 24 de setembro de 2025
O bem amado é uma comédia nacional que contou com a direção de Guel Arraes. O filme foi baseado na obra de Dias Gomes. Na trama, acompanhamos Odorico Paraguaçu (Marco Nanini), o atual prefeito da cidade de Sucupira. Odorico tem o objetivo da inauguração de um cemitério municipal que foi uma de suas promessas de campanha. Porém, com a falta de mortos, Odorico enfrenta uma séria crise política que se agrava ainda mais por conta do dono do jornal Vladimir (Tonico Pereira), o líder da oposição. O filme funciona como uma sátira da política brasileira, associando o período pouco antes do golpe militar. Mas além disso, mostra que nos meios da política, nada mudou. O filme tem aproximadamente 15 anos e ainda hoje mais do que nunca, não mudou mesmo. Talvez o mal desse filme seja em exagerar demais em momentos cômicos, o que deixou com tom de comédia pastelão diante de um tema tão importante. Quem leva o filme nas costas é Marcos Nanini dono de um time para comédia fora do comum. A participação do saudoso José Wilker como matador também ajudou. A obra nos fez mostrar que até o mais honesto dos cidadão, que até então era Dirceu (Matheus Nachtergaele) pode se corromper.
O bom das produções brasileiras baseadas na literatura é que geralmente não se perde a essência da história em adaptações e temos um arsenal de ótimos atores para representar mais um exemplo de brasilidade cultural, comportamental e social.
-Em questão de inovação nota zero,mas em questão de alegria nota mil.O filme se baseia em apenas fazer sorrir,porque quem espera uma boa história pode cancelar a assistir esse filme.
Para quem viu "o original" na Globo, estrelado brilhantemente por Paulo Gracindo, a comparação é inevitável e, infelizmente, para pior. Nem todo o talento de um elenco de primeira linha conseguiu chegar aos pés da novela e, depois, da série. Esta obra até pode ter sido fiel ao texto original de Dias Gomes, mas, para o cinema, não ficou legal. Faltou comédia, faltou originalidade, faltou personalidade aos personagens (o que sobrava na novela e na minissérie, principalmente ao Dirceu Borboleta, ao Zéca Diabo e às irmãs cajazeira). As únicas coisas boas é a trama sensacional (conhecida de quem já tinha visto a novela) e a beleza seminua e insinuante de Maria Flor.
eu sou uma crianca q esta sendo obrigada a ler/assistir esta merda por causa da minha escola...... vida injusta, ate Barbie e mais FODAAAA !! #Merdaaaaaaaaaaaaaaa mintirinha e muito legal *--*
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