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Um visitante
3,0
Enviada em 10 de novembro de 2015
Os quatro filmes anteriores foram algo realmente muito bom,com histórias bem diferentes e personagens ainda cativantes.O grande problema desse quinto filme é a maneira repetitiva.O roteiro se parece bastante com outros trabalhos de Tom Cruise,a ação é dosada,salva-se apenas por duas ou três cenas realmente espetacular. A simpatia do elenco nos faz assistir o filme até o fim.
-Filme assistido em 10 de Novembro de 2015 -Nota 6/10
Missão Impossível - Nação Secreta é um bom filme de ação. Já começa a mil com Tom Cruise pendurado num avião em pleno voo. A ação está presente em todo o decorrer do filme. Não que seja uma ação ininterrupta, mas é uma ação que te prende do início ao fim. E tem também a chamada missão impossível dentro do filme, que na minha opinião poderia ser aproveitada melhor, pois dura muito pouco. Mas nada que comnprometa o filme.
Mais um filme da série Missão Impossível. Não senti muita firmeza ao ser anunciado este quinto filme da franquia. Acho que a fórmula está mais do que vencida. Ethan Hunt, personagem de Tom Cruise, provavelmente não tem nenhuma nova estripulia ou atitude com algum resquício sequer de originalidade. E justamente nesse ponto que tudo levava a crer seria um ponto negativo é o que na verdade mantém o interesse nessa nova aventura do agente performático que só perde para o James Bond em mise-en-scène. Adoro (e até diria que prefiro) o 007, mas convenhamos que Ethan Hunt é páreo duro no quesito superar adversidades. Decolar num avião pelo lado de fora da aeronave, prender a respiração por incontáveis minutos debaixo d’água, e dirigir um carro em algo velocidade por escadarias e ruelas marroquinas não é para qualquer um, e esses são apenas alguns dos “pequenos” contratempos que Hunt precisa lidar. A canastrice do Tom Cruise e do resto do elenco parecem encaixar com perfeição no exagero das circunstâncias enfrentadas pelos personagens extremamente estereotipados e caricatos que vemos em cena. Alec Baldwin, Simon Pegg (o melhor em cena), Jeremy Renner, Ving Rhames e a belamente insossa Rebecca Ferguson interpretam os randômicos personagem principais. Situações limite bastante forçadas são a cereja do sundae. Mas tudo isso é mostrado na telona com bastante eficácia. Todo exagero cênico faz parte do espetáculo de ação, humor e previsibilidade que se espera de um filme de gênero como este, onde cativar o espectador é essencial. E podemos dizer que neste filme, o espectador se sente plenamente satisfeito com o que vê, mesmo que não haja nada de novo, nada de contundente, nada de ousadia. É um filme muito bom, que prende a atenção a todo instante, mesmo explorando a milésima potência todos os clichês dos filmes de ação e sendo uma obra genérica e facilmente esquecível. Vale a pena para se divertir com os amigos numa sessão recheada com pipoca, mas que será deletado da memória 5 minutos depois da exibição.
Gostei muito da personagem feminina fodona. Nesse filme não senti algo diferente, apenas mais do mesmo. Saudades de um vilão foda, louco e sem limites como o do terceiro filme. No fim é um bom filme
Bom filme, com várias cenas de ação no meio de uma história de espionagem e contra espionagem, bem legal. Destaque para a forma como a atriz Rebecca Ferguson se destaca com seu vestidinho amarelo.
É certo dizer que a série cinematográfica Missão: Impossível representa a zona de conforto na carreira do ator e produtor Tom Cruise. Quando ele se “cansa” de suas aventuras nos gêneros de ficção científica, drama e ação, na média de cinco em cinco anos, ele lança um novo filme dessa série. Ethan Hunt, a personagem que ele interpreta nessa franquia é um agente destemido, corajoso e o nome mais importante da IMF – Impossible Mission Force, uma agência governamental ficcional, que atua onde as agências de espionagem mais conhecidas não podem agir.
O roteiro escrito por Christopher McQuarrie coloca Ethan Hunt numa situação muito delicada, a partir do momento em que o FBI, após audiência com membros do Congresso dos Estados Unidos, consegue a permissão para impedir a IMF de funcionar. Isso não poderia ter ocorrido num momento pior, uma vez que, após anos de investigação, Hunt estava finalmente próximo de desmantelar o Sindicato, organização criminosa formada por agentes – também – secretos, que foram dados como mortos e que possui objetivos pra lá de duvidosos.
Ou seja, Missão Impossível: Nação Secreta coloca sua personagem principal numa vida de clandestinidade, sem os recursos técnicos que, uma vez, ele possuiu, na medida em que a IMF estava impedida de operar; enfrentando, pela primeira vez, inimigos que, realmente, o colocam em perigo; e confirmando, mais uma vez, o status de que, em se tratando daquelas missões altamente improváveis, Ethan Hunt será sempre aquela pessoa certa, que age da maneira correta.
Apesar de ser apoiado naqueles clichês que são típicos dessa série, Missão Impossível: Nação Secreta é um filme de ação muito competente. De uma certa maneira, Christopher McQuarrie conseguiu atualizar essa série, trazendo para o seu filme os elementos mais bem-sucedidos dos filmes de ação que envolvem espionagem e que foram um grande sucesso em anos recentes. Ao assistir a esta obra, é impossível não pensar em Jason Bourne e sua série de filmes, especialmente na maneira como ele e Ethan Hunt conseguem se reinventar a cada novo longa.
No mesmo ritmo, porém achei esse o mais fraco da franquia até agora. Mesmo assim o filme é bem divertido e tem um ritmo alucinante. Destaque para o Cinquentão Tom Cruise em ótima forma!
O filme tem um roteiro muito bom, porque ao mesmo tempo em que garante boas cenas de ação, ainda desenvolve e explica bem toda a história. Mas, apesar de ter boa ação, esperava mais dessas cenas.
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