Terapia de Risco
Média
4,0
427 notas

30 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de setembro de 2018
Bom suspense psicológico misturado com paixão e interesses de poderosos laboratórios farmacêuticos. psiquiatra é envolvido na trama e corre o risco de perder tudo. Licença médica, família, tudo por um fio.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de maio de 2013
Existe muito de “Contágio” em “Terapia de Risco”. Não estamos somente nos referindo ao fato de ambos serem filmes dirigido por Steven Soderbergh e escrito por Scott Z. Burns, mas, principalmente, quando percebemos que os dois longas oferecem um olhar bem atento aos bastidores da indústria de saúde e farmacêutica. Se “Contágio” acompanhava o ciclo de existência de uma epidemia a nível mundial, “Terapia de Risco” aborda uma realidade mais bem definida e que envolve uma jovem chamada Emily Hawkins (Rooney Mara) e seus conflitos pessoais que a levam a encarar um misto de ansiedade e depressão.

Quando conhecemos a conjuntura por trás dessa personagem, entendemos o por que de ela ser acometida pela enfermidade que a aflige. Sem uma estrutura familiar que lhe dê suporte, Emily encontrou seu eixo na figura de Martin (Channing Tatum, reprisando a parceria com o diretor depois de “Magic Mike”), com quem ela se casou. A convivência entre os dois foi muito intensa, porém exígua, tendo em vista que ele foi preso por fraude no sistema financeiro. Quando entramos em contato com Emily, aliás, ela está lidando com toda a tensão advinda da liberdade do marido e da pressão que ela coloca sob si mesma de sustentar a família enquanto o marido não recoloca a sua vida no lugar.

Quando Emily procura o psiquiatra Jonathan Banks (Jude Law, que também esteve em “Contágio”), após uma tentativa frustrada de suicídio, é que “Terapia de Risco” entra em seu tema central: a relação entre o uso de remédios em pacientes com patologias como as que Emily enfrenta – e que são pautadas pelas mudanças de humor e de comportamento – e a forma como os médicos receitam esses medicamentos – muitas vezes, eles se envolvem em estudos, nos quais são pagos, e colocam seus pacientes como cobaias de pílulas sem eficácia ou efeito comprovados. O filme tira seu título original – bem como a tradução – dessa situação.

Se tivesse seguido o caminho documental que “Contágio” aborda, com uma análise mais fria de um tema bem amplo, “Terapia de Risco” até que poderia render um bom filme. Entretanto, o problema dessa obra mais recente de Steven Soderbergh é justamente o recorte particular que faz na história de Emily Hawkins. Isso faz com que “Terapia de Risco” opte por uma abordagem narrativa bem complicada, cheia de tentativas de surpreender o espectador – o que faz com que a história fique com alguns furos mal explicados e vá perdendo seu impacto a cada nova camada que vai sendo desnudada para a plateia.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de março de 2014
A trama gira em torno da jovem Emily Hawkins (Rooney Mara), que acaba de ver o marido (Channing Tatum) ser libertado da prisão por um crime de colarinho branco. Mesmo aliviada, Emily tem crises de depressão e busca a ajuda de medicamentos prescritos para conter a ansiedade. Ela também busca amparo num tratamento psicológico, lidando com profissionais (Jude Law e Catherine Zeta-Jones). O tratamento, por mais que comece de forma positiva, vai gerar consequências inesperadas na vida da jovem. Muito bom esse suspense/drama me supreendeu com um ótimo elenco e uma boa história recomendo nota 9.0
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de março de 2016
O filme é tenso e muito bem bolado,você tem que prestar bastante atenção pra não se perder,muito suspense,um pouco de drama e um final que diz parece que o jogo virou não é mesmo...
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 884 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de novembro de 2025
Terapia de risco é um suspense psicológico que foi dirigido por Steven Soderbergh e contou com o roteiro de Scott Z. Burns. Na trama, acompanhamos Emily (Rooney Mara) que passa a ter episódios depressivos após o seu marido Martin (Channing Tatum) ser solto da prisão. Com isso, o seu novo analista o Dr. Jonathan (Jude Law) começa a receitar um novo remédio com efeitos que vão além do esperado. A primeira parte do filme realmente é lenta e com uso de muito termos técnico da psicológica, que desestimulam bastante. Ficamos perguntando se a trama será apenas sobre isso (inclusive a primeira cena do filme mostra aquilo que será na verdade o início da problemática da trama e não o fim). Com uma boa reviravolta no final do segundo ato, temos um último ato com um bom suspense e aberto a qualquer tipo de final. A narrativa consegue ser convincente em conceder a personagem principal o papel de vitima para culpada. Porém, não podemos deixar de falar que Rooney Mara exerceu um bom papel. Tivemos ainda a participação de Catherine Zeta-Jones que tem um papel decisivo na trama toda. No mais, pode-se dizer que é uma trama boa, mas que é preciso consumir todo o castelo de areia narrativo (e necessário) do primeiro e parte do segundo ato para compreender melhor a trama.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de maio de 2025
A ideia do filme é boa, curti o começo, um suspense interessante. Na segunda metade do filme tem uma reviravolta muito boa, mas parece que depois disso se perde. Não sei se forçaram demais a barra ou se eu me perdi, mas não agradou.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2013
É um bom filme, trata dos ganhos exorbitantes com o sistema financeiro que leva a jogos criminosos para melhorar ou depreciar o valor de uma ação, no caso em questão das milionárias industrias farmacêuticas. Termina virando um filme de investigação policial. Jude Law e Ronney Mara estão impecáveis, Catherine Zeta-Jones tem um papel secundário, mas não compromete. A questão das pessoas viciadas ou que necessitam tomar remédios de uso continuado são o centro do enredo e a razão da prosperidade daquelas indústrias.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de novembro de 2015
Gostei deste filme. É muito bom. O roteiro é meio devagar devido ao contexto que a trama é inserida: um drama focado em mercado financeiro e depressão. Os motes são falência, psiquiatria, relacionamento conjugal e extra-conjugal, insider trading (operação com informação privilegiada), laboratórios farmacêuticos e bolsa de valores e de derivativos.
É bem complicado de entender. Tem que prestar muita atenção, mas vale a pena assistir.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de abril de 2014
Excelente trama.. bem montada e muito bem amarrada.. mas o mais importante mesmo foi o pano de fundo.. a denúnica sobre os medicamentos utilizados pela sociedade moderna.. mais pelas mulheres.. os homens menos.. mas usam tb.. os famosos beta bloqueadores que causa dependencia e tem como efeito colateral.. o aumento gritante de suicídios.. (frontal, rivotril e outros)Há notícias sobre um hospital em Porto Alegre com uma ala totalmente dedicada a dependentes quimicos do frontal e similares..Tem tb os famosos "UP" - zooloft é o mais conhecido.. e os que sao à base de fluoxetina tipo Prozac. famosos comprimidinhos que nao te modificam mas fazem voce enxergar a realidade mais cor de rosa.. (yeah, ... right)..todos levam à depressao apos uso prolongado.. e ate onde sei.. pode nao ter um caminho de volta fácil..Enfim.. pra mim.. estas denúncias valeram muito mais que a trama em si.. sempre bom um alerta.. nossa sociedade parece cada dia mais robotizada ..e sem forças pra lutar contra..
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de maio de 2013
O diretor Steven Soderbergh entrega com Terapia de Risco o seu filme mais sagaz em anos! Gosto muito do tom frio, essa fotografia apática que usa pra contar um thriller de tirar o fôlego sobre psiquiatria. Algumas pessoas podem se incomodar com a falta de tempo pra respirar no filme, e seus diálogos com termos específicos a todo o tempo, o que pode causar uma certa dificuldade de entendimento. Há que se prestar a atenção em alguns detalhes no meio de tantas reviravoltas.

E que reviravoltas! O roteiro de Scott Z. Burns dá espaço pra todos os personagens terem seus momentos no filme, e ainda sobram surpresas. A medida que o enredo avança e vamos percebendo que aquilo tudo, na verdade, é uma verdadeira guerra de raposas pra saber quem presta menos. O que denota uma certa inteligência na construção da trama é, justamente, que não sabemos quando ou porque exatamente torcer por aqueles personagens, já que a culpa máxima vai caindo gradativamente em cada um deles.

Rooney Mara é uma atriz tão sem graça, mas aqui dá um show. Principalmente nas cenas mais próximas do desfecho do longa, quando o filme não economiza em ousar em suas cenas com Zeta-Jones (outra que está muito bem). Todavia, o filme é mesmo de Jude Law. Protagonista absoluto, é dele que surgem as ações: acompanhamos a história sob o seu ponto de vista, e quando ele é enganado, somos juntos. Na rasteira que o roteiro nos dá no final, quando mostra se ele é um mocinho ou não (existe isso?), ele dá show também. Brilhante atuação.

Soderbergh se coloca à frente de muitos diretores de Hollywood, mais uma vez, na direção de atores, e em nesse filme inteligentíssimo, também na construção da mise-en-scene. Aqui, abusa de diálogos em off, começados numa cena em um ambiente diferente da cena de onde o texto origina-se, pra apenas depois nos levar até a presença do locutor daquela fala. Isso se mostra acertado, uma vez que só tende a deixar ainda mais claro o desespero velado que caminha lado a lado com a saga do "psiquiatra" e sua "paciente", de uma forma bastante sutil. A verdade é que aqui não deixa de constar denúncias e verdades sobre esse mundo da depressão, entretanto, vai além.

Como eu já disse ali em cima: Terapia de Risco é sagaz. E se destaca por isso. Não vai ser incomum gente saindo do filme sem entender nada, então eu deixo logo uma recomendação: revejam. Talvez com o final em mente, o filme se clareie, e faça ainda mais sentido do que visto pela primeira vez. Porque sim, aqui tem que se prestar atenção no limiar das situações, a tensão crescente e nas máscaras sendo colocadas e retiradas, na história maquiada da primeira meia hora pra, em seguida, o roteiro dizer muito bem por quais temas quer percorrer. Cinemão de qualidade que me faz apenas lamentar que Soderbergh esteja se despedindo do cinema aqui (segundo ele, esse é o seu penúltimo filme). Definitivamente, não deveria.
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