Transformers: O Último Cavaleiro
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Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de julho de 2017
O quinto filme da franquia dos robôs dos anos 80, Transformers: O Último Cavaleiro chega ao cinema no próximo dia 20 de julho com a mesma estrutura dos demais longas e mesmo com uma história fraca, cheia de furos no roteiro, consegue sim agradar aos fãs , e nós do Site NãoSeiNada, trazendo a marca de Michael Bay que tanto gostamos com muitas explosões e lutas entre robôs gigantes.

Não espere uma grande história com diálogos que impressionam em Transformers, já que esse não é o estilo de Michael Bay, o longa apresenta muita ação e a suspensão de descrença precisa estar sempre “ligada”, principalmente nas soluções apresentadas pelos personagens para resolução de qualquer problema que lhes é apresentado.

O elenco não é dos melhores, mas desta vez o destaque fica com a pequena Isabela Moner (Izabella) e claro com Anthony Hopkins (Sir Edmund Burton) que ainda consegue dar um pouco de seriedade para as atuações no filme. O que mais incomoda no roteiro é o fato dos robôs serem monossilábicos, e não interagirem de maneira orgânica com os personagens humanos, apenas o transformer mordomo de Edmund faz um contato mais direto com os humanos.

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Vagner B.
Vagner B.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de julho de 2017
Apesar de eu ser fã da série achei este filme extremamente longo, cansativo, com piadas sem graça e historinhas absurdas e desnecessarias. A batalha dos cavaleiros no inicio mostrando um merlin bebado poderia ser resumida em 30 segundos sem precisar de toda aquela embromação. O dialogo sobre o mecanico virgem me deu vergonha alheia. A procura pela pista da jovem descendente de merlin me fe corar de vergonha. O final não trouxe nenhuma novidade como sempre. Enfim acho que esse filme tem de encerrar a série enquanto é tempo!
Ester R.
Ester R.

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de janeiro de 2017
Meu Deus até quando vão arrastar o Transformes?
Será que não entendem que o filme não tem a mesma graça sem o mesmo personagem e ator do primeiro filme.
Fala sério.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de julho de 2017
O fato de um filme ser descompromissado não quer dizer que ele seja ruim – o cinema já nos presenteou com inúmeros filmes que conseguiram proporcionar um mínimo de diversão dentre suas poucas horas de exibição – George Lucas, Steven Spielberg, Peter Jackson e James Cameron, entre outros, já fizeram isso – e com muita qualidade. Mas um cineasta norte-americano tem se mostrado um grande inimigo da coerência (mesmo que mínima) da linguagem áudio visual: Michael Bay provavelmente entrará para a história como um diretor que regrediu vertiginosamente desde o inicio de sua carreira – e sou uma pessoa que apreciou trabalhos seus como Armageddon e A Rocha, por exemplo. Mas, de 2007 para cá, quando deu inicio a franquia baseada nos brinquedos da Hasbro (também produtora dos filmes), é notório até mesmo para o mais leigo sobre cinema como ele desaprendeu a realizar os recursos mais simples que um diretor precisa usar – sim, este quinto filme dos Transformers prova, definitivamente, que Michael Bay é um dos diretores mais problemáticos de Hollywood atualmente.

O cineasta parece que se esqueceu de vez em seguir linhas narrativas, traçar arcos dramáticos, estabelecer uma mise-en-scène no mínimo aceitável ou saber dosar cortes em todas as cenas (e não só as de ação, inclusive), cortando de uma passagem à outra sem a menor lógica, o que confunde qualquer pessoa que assista – algo absurdamente recorrente na série, já que sempre que os enormes robôs brigam só é compreensível distinguir quem ganhou o confronto após o termino da briga – assim como as transformações dos carros em robôs, sempre confusas e nenhum um pouco padronizadas – embora o trabalho de animação dos robôs seja bom, isso é prejudicado pela mão pesada do diretor em não saber como mostra-los de forma coerente para o espectador – enfim, Michael Bay desperdiça milhões de dólares como se fosse um amador – alguém que realmente desaprendeu sua função.

“Apoiado” por um roteiro que não sabe divertir ou empolgar como tantos outros trabalhos por aí, Bay ainda se perde inúmeras vezes em querer contar a tola história deste quinto filme – que, acredito eu, chegou ao fundo do poço das ideias – reparem na sinopse praticamente idêntica aos outros, substituindo alguns elementos apenas: Optimus Prime (voz de Peter Cullen, que nunca foi obrigado a repetir tantas vezes “I’m Optimus Prime”) decide retornar até os restos de seu planeta natal, Cybertron, mas encontra uma suposta deusa que diz que para salvar o lugar precisa destruir a Terra – sem pensar muito, Optimus parte de volta para a Terra – onde Cade Yager (Wahlberg) se tornou um fugitivo que defende os Autobots, também caçados por militares, que os vem como ameaças – embora eles tenham salvo o mundo nos quatro filmes anteriores – e, NOVAMENTE, Megatron está ai, agora querendo um artefato – o quinto artefato “importante” da série, que nunca os menciona antes – que “importante” então, não é? – só que desta vez a “brisa” é maior ainda: o tal artefato é o cajado do Mago Merlin - vivido por Stanley Tucci, que não tem NENHUMA relação com seu personagem no filme passado (?!!!) – e sim: os Transformers ajudaram o Rei Arthur e agora o tal cajado vai ajudar os decepticons a destruir o mundo – enquanto Cade e a Dra. Vivien (Haddock), sob as orientações do descendente dos Cavaleiros da Távola Redondo, Sir Edmund Burton (Hopkins), vão tentar fazer algo no meio dessa bagunça toda.

Com está trama ingênua, Michael Bay consegue ainda confundir o espectador por ir voltar na história – repare como a sub trama dos militares contra os Autobots não faz diferença nenhuma para o caminhar da trama (Josh Duhamel de volta... não sei pra quê) ou a introdução da personagem de Isabella Moner, que poderia ser riscada do filme e não sentiríamos nenhuma falta – mas não, Bay a deixa ali para poder tentar emocionar – sim! Ele acha que podemos chorar no meio desse caos todo – só ser for de desgosto! Mas devo ressaltar que o diretor, ao menos (nada mais que sua obrigação) está menos sexista do que nos filmes anteriores – ele não vai explorar o corpo da atriz de 14 anos – embora, creio eu, fará isso nas continuações, aos moldes do que fazia com Megan Fox – a menina Moner é só uma substituição da filha do personagem de Mark Walhberg – aliás, lamentável vê-lo em uma cena onde cita Arthur C. Clarke como se fosse realmente algo muito inteligente ou que poucos conhecem – e deixar sua parceira (e interesse romântico manjado), a Vivien de Laura Haddock, que se pelo menos não aparece em roupas curtas, Bay não perde a chance de enquadrar seu belo rosto de perto (muito PERTO) várias vezes – assim como gosta de deixa-la em vestidos apertados – e acredito que está seja a única função desta personagem.

Convenhamos que a participação de Anthony Hopkins é boa – o grande ator é, inclusive, responsável por um momento onde, por alguns segundos, temos a impressão que Michael Bay está nos contando uma história com pé e cabeça – dada a imponência da voz e tracejos de Hopkins – mas não... infelizmente foi algo divertido apenas para o ator, que, lamentavelmente, fará uma saída no mínimo desrespeitosa para ele mesmo e seu personagem – fica visível, pela QUINTA VEZ na franquia (“pasmem”), como os roteiristas tem uma dificuldade com relação a inserção de personagens – especialmente quando colocam alguns apenas para o humor, fracassando miseravelmente nisso, especialmente com a participação sem timing humorístico algum do comediante Jerrod Carmichael, que faz o mesmo de Isabella Moner, ao não ter relevância alguma para a história – e John Turturro volta para fazer uma participação (literalmente) por telefone – assim como o robô assistente de Burton, que, mesmo sendo uma cópia mais grosseira do C3PO, confere o único momento realmente engraçado do filme, ao brincar com a trilha-sonora em um piano – e, logo em seguida, repetir a piada e eliminar a graça de vez... – aliás, você nota a falta de criatividade até mesmo na concepção dos drones dos militares, idênticos às Tie-Fighters de Star Wars – é claro que vão dizer que foi uma “homenagem”... sei!

Deixando esses personagens tão unidimensionais e tediosos em evidência, Bay e o roteiro relegam os próprios Transformers como coadjuvantes – Bumblebee e Optimus – cujas personalidades no primeiro filme (e o único aceitável dos cinco) eram as melhores coisas, com o primeiro sendo simpático e o segundo sendo aquela figura refinada e imponente por sua lealdade e senso de justiça inabalável – são completamente esquecidos em O Último Cavaleiro – repare como Optimus some da trama no meio e, ao retornar, simplesmente muda o que tinha prometido no inicio – provavelmente os roteiristas acreditam que é normal algum personagem querer destruir a Terra e seus amigos e em segundos mudar de opinião – “mas é um filme sem cérebro, não precisa disso” – Tudo bem. Mas como se envolver com isso? Como se emocionar ou se empolgar pelo destino dos personagens? Com Michael Bay isso é impossível!

Enfim, mais da ruindade de sempre – principalmente que o visual do projeto consegue ser ainda pior – já que ao utilizarem as câmeras IMAX para filmagem, o longa torna-se de difícil apreciação em uma tela convencional – as tarjas do formato mais largo somem e aparecem de corte para corte (nem todas as cenas foram filmadas em IMAX), e, já que Bay não sabe deixar uma cena sem um corte em menos de dez segundos, isso acontece inúmeras vezes – e nem preciso citar que o 3D é inútil – se o diretor já não sabe fazer nada direito em 2D imagine em 3D? Tem cena de por do sol – acho que o Michael Bay pensa que isso é algo que muda o filme mesmo – sim! Ele tem certeza disso!
E, claro, a narrativa é pausada faltando uma hora para o fim do filme, com cenas de ação intermináveis, incompreensíveis e gratuitas – no pior estilo “hey, temos muita grana pra gastar” – assim como as durações excessivas dos longas, algo presente em toda a série – que provavelmente esta bem longe de terminar – com futuro garantido com seus patrocínios (nunca vi tanta propaganda num filme só!) e produção de empresas de brinquedo e automóveis – Transformers – O Último Cavaleiro é uma vergonha para quem gosta de cinema – pois em tempos onde diretores como James Gunn, Patty Jenkins ou James Mangold fazem questão de inserir personagens com sentimentos e personalidades verdadeiras em seus blockbusters, é um regresso cinematográfico termos que acompanhar Michael Bay se achando o “mestre do filme de ação moderno”, como ele mesmo disse.

Mas quem somos nós para contrariar o Sr. Bay? Afinal, ele pode jogar uma bomba aqui em caodaçoamgaijga~pija~fjn
Noob- G.
Noob- G.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de julho de 2017
Adorei o filme cheio de aventura,ação e explosão pra mim foi uns dos melhores filmes do ano mas não recomendo pra aqueles que se preocupa com os desenvolvimentos dos personagem e o roteiro vai assistir transformers para se diverti e vê os efeitos especiais
Gustavo Malego
Gustavo Malego

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de julho de 2017
TRANSFORMERS: O ÚLTIMO CAVALEIRO é o típico filme "mais do mesmo". O roteiro é repleto de subtramas e personagens mal desenvolvidos, assim como qualquer outro filme da franquia. A trama de ter o Optimus Prime como vilão é totalmente desperdiçada e vendida pelo clichê rendendo a uma cena emocionante, mas nada de demais. A graça está nas cenas de ação, que estão melhor dirigidas, ainda barulhentas, porém mais fáceis de serem compreendidas.

Quem amou os outros filmes da franquia, vai amar. Quem odiou, passa longe
Caio B.
Caio B.

6 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de setembro de 2017
Porque é sempre Bom ver Transfomes, filme. ruim que eu amo,.robôs lutando, carrões, piadas ruins mulher bonita e muita bomba
Michelle L.
Michelle L.

8 seguidores 29 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de março de 2018
bem fraco..nao me prendeu..achei que seria interessante...mas nao conseguir. a culpa talvez nao e do.filme em si.. eu que nao gosto e insisto na trama.. entao..bora la
Pedro A.
Pedro A.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de março de 2019
História pessima...mt ruim msm...so efeitos especiais decentes!! O resto nao vale nada....................
William R.
William R.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de agosto de 2017
Muito confuso sem pé e sem cabeça, efeitos sensacionais , mas fica mudando de assunto toda hora e não fica em algo
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