O Jogo Da Imitação
Média
4,5
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236 Críticas do usuário

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Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2015
A reconstituição da época é muito competente, a atuação magnifíca do camaleônico Cumberbatch e a premissa do roteiro, são o chamariz deste filme, que infelizmente se esquece que o cinema não é um movimento frio indicado por uma minoria de críticos que fingem gostar dos filmes para vislumbrar um glamour intelectual; e diante desta amnésia e condução didática do Diretor Morten Tyldum, a película acaba se transformando num exercício de difícil digestão durante a sua projeção. A história por si só é muito convidativa, mas não cumpre a missão de convencer e de impactar como deveria; mas pelo menos conta com um protagonista inspirado, que defende um papel muito difícil - visto que quem viu Benedict Cumberbatch no último jornada nas estrelas, deve ter ficado assombrado com a mudança dele... visto que ele interpreta um Gènio inseguro e amedrontado com a censura cortante de uma época movida pelo medo. Sem pegar carona na hipocrisia que reina no mercado cinematográfico, achei o filme impessoal e frio, onde o extraordinário Cumberbatch leva toda a falta de talento e imaginação da direção nas costas.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2016
Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.Regular, o mais fraco dos indicados ao oscar , O Abutre e bem superior na minha opniao, filme tem ate boas atuaçoes, mais eu achei parado e tediante. Nota 6.0
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de abril de 2015
Não se deixe enganar pelo início que promete a história de um homem controverso e polêmico, que vai suscitar grandes discussões no fim da sessão: o que se vê a seguir é uma trama capenga, manjada e acadêmica (as cenas do teste de Keira Knightley, do apoio do grupo de matemáticos quando o protagonista está prestes a ser demitido e do pedido de casamento seguem a cartilha do cinema enlatado). Benedict Cumberbatch é muito bom ator, mas seu gênio incompreendido que tem cara de retardado traz um humor nonsense e previsível que é atraente no início mas não tem força para seguir nessa toada até o fim. O roteiro, por sua vez, é artificial porque transparece seu esforço de deixar tudo redondo, com o método de repetir diálogos em contextos diversos para soar irônico e perspicaz. No interrogatório com o investigador de polícia, o protagonista explica seu jogo da imitação, em que um dos "jogadores" deve descobrir se o interlocutor é um homem ou uma máquina. A proposta não deixa de ser interessante, uma vez que acende no espectador a desconfiança de que o filme tenha sido concebido por uma máquina, devidamente programada e ajustada, sem muito lampejo de originalidade que só os gênios humanos são capazes de fornecer.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
Imitando os clichês

O Jogo da Imitação, concorrendo a 8 categorias na premiação do Oscar 2015, é um dos filmes com maior número de indicações, ficando somente atrás de O Grande Hotel Budapeste e Birdman, com 9. E se destaca nas principais categorias, tendo sido indicado aos prêmios de filme, diretor, roteiro adaptado, ator principal e atriz coadjuvante. Excetuando a de ator principal, não deveria ser indicado a nenhuma outra categoria.

O filme conta a história real do brilhante matemático Alan Turing, pai de um equipamento que já foi chamado de "máquina de Turing", o qual hoje chamamos de computador. Porém, não é diretamente sobre o desenvolvimento da máquina que trata o filme, mas de sua contribuição na quebra do código criptográfico usado pelos alemães na Segunda Guerra Mundial, com as famosas máquinas Enigma.

O enredo é contado através de três narrativas paralelas. Uma que se passa na adolescência de Turing, outra durante a Segunda Guerra e a última alguns anos após a guerra, quando o protagonista é preso suspeito de traição.

Percebe-se assim que a história de Turing é interessante e que merece ser contada. Mas faltaram pessoas competentes para escrevê-la e para dirigi-la.

O roteiro parece ter sido tirado de um exercício de curso de roteiristas. Extremamente previsível, cheio de clichês e com piadinhas manjadas. A frase que diz que às vezes uma pessoa improvável se torna a pessoa a fazer a diferença foi repetida por 3 vezes no filme, inclusive no final, forçando um didatismo irritante. Do mesmo modo a tentativa da construção heróica da figura de Turing, uma pessoa extremamente arrogante e desagradável, que muito lembra a personagem Sheldon da série The Big Bang Theory. Também incomoda um pieguismo exagerado ao mostrar que as decisões tomadas para decifrar os códigos nazistas irão matar pessoas.

Outro destaque negativo é a tentativa de tornar Turing um suposto ativista da luta gay, tendo em vista que ele foi preso sob a acusação de "imoralidade", ou seja, por ter tido relações sexuais com outro homem. Obviamente um processo criminal por conta da orientação sexual de um sujeito é uma aberração, não só hoje, como em qualquer época. Turing foi apenas mais um entre muitos presos por conta dessa legislação vergonhosa. Não se questiona o interesse de tal história, mas a maneira como é inserida no roteiro a faz parecer uma nota de rodapé inserida de última hora por um ativista anti-homofobia que quis destacar o papel do protagonista na luta pela liberdade.

A direção, tal como o roteiro, é bem quadrada, sem nada de criativo em relação à fotografia, efeitos especiais ou direção de atores. Falta ainda alguma tensão que prenda o espectador na poltrona, querendo ver o filme. E a direção conta ainda com mais um amontado de clichês, como as mais que batidas cenas de Londres sendo bombardeada pelos alemães, as ruas destruídas e as pessoas se abrigando nas estações de metrô durante à noite, lugar comum em qualquer produção sobre a cidade durante a Segunda Guerra Mundial.

A atuação do protagonista, Benedict Cumberbatch talvez seja a única coisa digna de registro. Ele está muito bem no papel, tentando mostrar alguma complexidade de sentimentos através de um homem que sempre tinha a mesma expressão de fixação. Keira Knightley é uma grande atriz, mas neste filme entrega um trabalho apenas razoável, inferior a outros anteriores, como Orgulho e Preconceito ou Desejo e Reparação.

De todo modo, não é um filme ruim. Não é bom, mas também não é ruim. O que incomoda é a profunda falta de criatividade. Não que todos os filmes que já concorreram ao Oscar sejam obras primas, mas os indicados deveriam ser produções acima da média, o que, definitivamente, não é o caso de O Jogo da Imitação.
Flávia T.
Flávia T.

5 seguidores 8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de março de 2015
Uma personalidade histórica extremamente interessante é tratada de forma burocrática nesta cinebiografia. Benedict Cumberbatch ainda vai ser um astro de Hollywood, mas não consegue sair das amarras de uma produção-fórmula.
Sabe aquelas biografias para TV? Bem, é mais ou menos isso.
Valdemir Chaves
Valdemir Chaves

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de junho de 2023
Forçando protagonista a levantar uma bandeira pra agradar uma minoria. 濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫濫
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