Tudo por Justiça
Média
3,8
273 notas

20 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de agosto de 2014
Tudo por Justiça,traz a tona novamente,a questão de um vasto elenco,com bons nomes,se realmente irá dar caso,a história fica em cima do o uma grande balde de água gelada a quem esperava ver um bom rendimento em ento esse,por parte de um roteiro bem idealizado,e principalmente por um elenco grandioso,e com bagagem na ma]la pra ça bem,mostrando logo de cara Woody Harrelson,vivenciando um drama familiar,e depois mais drama familiar,com Christian Bale e Casey Affleck ,que por pouco tempo,consegue mais uma vez mostra]r um belo trabalho,ao lado de grandes a história se arrasta ate o seu fim,não trazendo nada de majestoso,que pudesse reanimar a história.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de março de 2014
Um bom filme. Um drama policial. Enredo consistente, bem dirigido e com ótimos atores. O final ficou um pouco longo e a forma de concluir o ato de justiça, um pouco sem sentido. Vale a pena.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de março de 2014
Assisti ontem a tarde no cinema. Olha! Gostei do filme! Scott Cooper é um diretor que faz pucos filmes, aliás esse é apenas o seu segundo projeto, depois dele realizar o bom Coração Louco que rendeu um Oscar para Jeff Bridges, ele faz esse Tudo Por Justiça mais um filme de drama no seu currículo. E o resultado é satisfatório. A história foca em Russell Baze (Christian Bale), um homem correto que da duro no emprego para ajudar sua família e principalmente seu irmão cabeça dura Rodney Baze (Cassey Affleck)
A produção conta com uma fotografia incensante, e uma trilha sonora perfeita, sem falar das atuações, Bale como sempre ótimo, Affleck não vo muito com a cara dele, mas aqui ele tem uma boa atuação e Wood Harrelson na pele de um cara sem alma, e psicótico. Para os que se empolgaram no trailer, o filme não tem ação, é um drama. E outra não assistam tardão da noite, por que se não você cai no sono rapidinho, pois o filme é bem parado. Recomendo!!!
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2014
Um filme regular. O comportamento do personagem principal oscila, hora é esperto, hora é um idiota.
Victor H.
Victor H.

6 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de julho de 2014
O filme começa bem, uma cena incomum que faz com que você fique sentado no sofá até o fim. o filme tem um ritmo lento, parado e com diálogos não muito bons, mas que caracteriza os personagens e o desenrolar da estoria. Mas o filme perde muito na parte de vingança, acontece tudo de uma vez só e as idéias ficam soltas e incomplexas. Ridley Scott continua tentando levar esse ritmo para seus filmes mas, sempre parece faltar alguma coisa para ficar excelente!!!
Dennis N.
Dennis N.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de março de 2014
Um filme de vingança, que no meu ponto de ver, já foi aborda algumas em outros filmes. Um elenco de peso. Gostei do Woody.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Com seu primeiro trabalho “Coração Louco” sendo bastante elogiado pela crítica, o diretor/escritor Scott Cooper reuniu um elenco colossal com os Vencedores do Oscar Christian Bale e Forest Whitaker e os Indicados Casey Affleck, Woody Harrelson, Sam Shepard, Willem Dafoe para apresentar um cruel e violento drama familiar que mostra que um homem "faz o que é preciso" perante as circunstâncias da vida, buscando justiça (ou mesmo se rendendo ao desejo de "consertar" com suas próprias mãos as adversidades que a vida lhe impôs), independentemente das consequências.

No filme, Russell Blaze (Bale) não tem uma vida fácil. Trabalha duro em uma siderúrgica para se sustentar, perdeu a mãe cedo, tem um pai doente e um irmão mais novo, Rodney (Affleck), um jovem inconsequente que é atormentado pelos fantasmas da Guerra do Iraque e se recusa a trabalhar na mesma fábrica que seu pai e irmão. Como se não bastasse, Russell acaba se envolvendo em um acidente ao dirigir alcoolizado e vai preso, desencadeando uma série de tragédias na sua vida e de sua família. Nesse meio tempo, Rodney, já afundado em dívidas e precisando de dinheiro, passa a participar de lutas clandestinas e acaba se envolvendo com homens violentos e extremamente perigosos (Dafoe e Harrelson).

Tudo por Justiça é um filme que se destaca pelas fortes e excelentes atuações, com destaque para Bale e o explosivo Affleck, que bastante à vontade com seu personagem complexo e atribulado, proporciona uma atuação muito intensa. Vale lembrar que em seu filme anterior, o diretor Cooper concedeu a seus dois protagonistas uma indicação (Maggie Gyllenhaal) e um Oscar (Jeff Bridges), mostrando ser um diretor que consegue extrair muito do potencial de seus atores. Inclusive, Cooper havia prometido o papel principal de “Tudo por Justiça” a Bale em 2011, mas por conflitos de agenda as gravações começaram apenas em 2012.

Embora não tire os méritos do projeto, a fraqueza do filme está no roteiro de Cooper e Brad Ingelsby, que apresenta alguns problemas quanto ao foco da narrativa. Após dedicar boa parte da história nos apresentando aos personagens em ritmo muito desacelerado, o filme oscila na sua metade ao ceder a tentação de utilizar alguns clichês de filmes de ação, com alguns diálogos e situações previsíveis. Os pontos fortes são muitos, como por exemplo, o belo trabalho da direção de arte e da fotografia de Masanobu Takayanagi (de Guerreiro e O Lado Bom da Vida), que deu a tonalidade necessária para refletir a difícil situação da família e a crise econômica que teve grande impacto nas cidades menores, onde além da falta de segurança, o crime é tratado de forma cautelosa pela polícia e não há perspectiva de melhores empregos e carreira, tornando o futuro mais incerto e a esperança mais remota.

“Tudo por Justiça” volta aos trilhos certos no último ato, onde Bale transmite com perfeição a complexidade de suas ações mediante as circunstâncias que a vida lhe impôs. Embora um tanto caricato por conta de algumas overdoses de violência e clichês, a profundidade das atuações do excelente elenco tornam a obra notável e um drama de grande quilate. Quanto ao diretor Scott Cooper, demonstrou em seus dois trabalhos até aqui uma grande afinidade com seus elencos, embora ainda precise melhorar seus roteiros ou se focar na direção, que é mesmo o seu forte, para que seus trabalhos se tornem mais sólidos e regulares, e já vai se destacando como um dos mais promissores diretores da nova geração.
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