Tudo por Justiça
Média
3,8
273 notas

20 Críticas do usuário

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1 crítica
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2014
Filmaço! um show de atuação de Cristian Bale e um roteiro incrível! um dos melhores filmes de drama de Bale!
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de março de 2014
Assisti ontem a tarde no cinema. Olha! Gostei do filme! Scott Cooper é um diretor que faz pucos filmes, aliás esse é apenas o seu segundo projeto, depois dele realizar o bom Coração Louco que rendeu um Oscar para Jeff Bridges, ele faz esse Tudo Por Justiça mais um filme de drama no seu currículo. E o resultado é satisfatório. A história foca em Russell Baze (Christian Bale), um homem correto que da duro no emprego para ajudar sua família e principalmente seu irmão cabeça dura Rodney Baze (Cassey Affleck)
A produção conta com uma fotografia incensante, e uma trilha sonora perfeita, sem falar das atuações, Bale como sempre ótimo, Affleck não vo muito com a cara dele, mas aqui ele tem uma boa atuação e Wood Harrelson na pele de um cara sem alma, e psicótico. Para os que se empolgaram no trailer, o filme não tem ação, é um drama. E outra não assistam tardão da noite, por que se não você cai no sono rapidinho, pois o filme é bem parado. Recomendo!!!
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de março de 2020
Chato do começo (tirando a cena inicial) ao fim e ainda é longo.Fui achando que era suspense e me deparei com esse drama com artistas bons,mas sem ação. Muuiito arrastado
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de março de 2014
Um bom filme. Um drama policial. Enredo consistente, bem dirigido e com ótimos atores. O final ficou um pouco longo e a forma de concluir o ato de justiça, um pouco sem sentido. Vale a pena.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de março de 2014
Bom filme..cansei um pouco.. mas é um bom filme.. sem duvida alguma.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de agosto de 2014
Tudo por Justiça,traz a tona novamente,a questão de um vasto elenco,com bons nomes,se realmente irá dar caso,a história fica em cima do o uma grande balde de água gelada a quem esperava ver um bom rendimento em ento esse,por parte de um roteiro bem idealizado,e principalmente por um elenco grandioso,e com bagagem na ma]la pra ça bem,mostrando logo de cara Woody Harrelson,vivenciando um drama familiar,e depois mais drama familiar,com Christian Bale e Casey Affleck ,que por pouco tempo,consegue mais uma vez mostra]r um belo trabalho,ao lado de grandes a história se arrasta ate o seu fim,não trazendo nada de majestoso,que pudesse reanimar a história.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de dezembro de 2014
O enredo é bom, poderia ser melhor aproveitado, as atuações estão ótimas, porém ele leva mais da metade do filme num trecho introdutório e quando promete ficar animador chega ao final rapidamente e pula várias partes lógicas, levando a um final mórbido e sem emoção.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de outubro de 2014
Em meio a crises econômicas e guerras os americanos vivem atualmente um momento de recuperação. O presidente Obama veio como um salvador, mas infelizmente não conseguiu atingir seus objetivos. Além de uma conjuntura sócio econômica instável e guerras arrastadas, em um mundo globalizado, a concorrência voraz de uma economia como a China, país com uma mão de obra barata, acaba por entrar no mercado americano e causar mais desemprego em um país que precisa de emprego para que a população volte a consumir e assim as indústrias e empresas tentarem se recuperar. Em Tudo por Justiça esses temas são abordados, porém se perde ao ser contada através de um filme que não consegue fugir do clichê e nem possuir uma definição mais concreta do que veio falar.
Russel (Christian Bale) vive em uma cidade americana pequena que tem como possibilidade de emprego uma siderúrgica. Seu pai já trabalhou lá, agora é sua vez. Divide o seu dia a dia entre o trabalho, visitar o pai que está muito doente, sua namorada Lena (Zoe Saldana) e tomar conta de seu irmão Rodney (Casey Affleck) que voltou recentemente da guerra do Iraque. Seu tio o ajuda com seu pai. Acontecimentos em sua vida farão essa rotina terminar.
O filme conta com um elenco cheio de nomes importantes. Estão no elenco Christian Bale, Woody Harrelson, Casey Affleck, Forest Whitaker, Willem Dafoe, Zoe Saldana e Sam Shepard. Com exceção de Woody Harrelson, cada um defende seu personagem de maneira justa, mas o destaque maior é para Casey Affleck que além de ser mais exigido, consegue desempenhar a alienação pós guerra. Seu rosto mostra um Rodney sempre tenso, tentando se encaixar novamente em uma sociedade. Consegue transmitir o quanto está desconfortável em sua vida pós guerra. Tentando achar um caminho que condiz com sua natureza violenta. Em uma sociedade onde a lei prevalece (ou não) sua busca será o contrário. O retrocesso para um estado de barbárie irá prevalecer até conseguir uma auto destruição. Enquanto Casey Affleck consegue desenvolver bem seu personagem, o único ponto fora da curva eu diria que é Woody Harrelson por interpretar um personagem que já estamos cansados de assistir. A escolha dele para interpretar DeGroat acaba por ser uma decisão errada, pois ele acaba por ser um estereótipo de si mesmo.
Os temas abordados são interessantes e contemporâneos, apesar de alguns já serem abordados em outros filmes. Através de noticiários da TV em nosso dia-a-dia assistimos a jovens despreparados que foram para uma guerra muitas vezes contestada pela própria sociedade americana. A guerra do Iraque devolveu homens que estão à margem da sociedade. O estado violento e alienado de muitos que voltaram só corroboram para que eles não se encaixem mais na sociedade, porém ao invés de conduzir o filme para uma crítica a guerra, ele engata uma ideia oposta a inicial, pois quando o homem tende a querer fazer justiça pelas próprias mãos chega-se à conclusão que o Estado fracassou. Se considerarmos as invasões americanas em países como Iraque e Afeganistão como intervenções que por princípio iriam agir para devolver a legitimidade do Estado, então assim como os EUA intervieram no Iraque em prol de justiça o mesmo se poderia pensar quando alguém resolve intervir para valer sua justiça da mesma forma em que uma guerra faz. Dessa maneira, o desfecho do filme acaba se tornando algo metafórico para dizer que a intervenção militar é necessária em alguns casos. Isso faz com que o filme não se decida em sua linha de pensamento. Assim ora ele vem para criticar a guerra (a intervenção americana no Iraque) ora ele se manifesta a favor. O filme não fala só sobre guerra, o presidente Obama também é criticado de forma levemente irônica e o desemprego é abordado através do apetite voraz da indústria chinesa que consegue derrubar qualquer concorrência.
O diretor Scott Cooper tem um tema interessante, mas comete erros ao desenvolvê-lo através de uma câmera que filma com olhos já conhecidos. O design de produção com a cidade proletária que as pessoas se dividem em casa-trabalho-bar-casa se torna um grande clichê. Cenas como a de DeGroat chupando um pirulito chega a ser ridícula e até mesmo o roteiro parece chegar a essa conclusão, pois além do roteiro querer explicar o obvio, Rodney fala: "devo ter medo por ele chupar um pirulito?". Cria situações absurdas quando a Swat vai invadir uma casa e filma essa cena igual a cena filmada no filme "O silêncio dos inocentes". A cena é tão conhecida que acaba por não propagar nenhuma tensão. No início, com a câmera na mão, faz o uso de balançar levemente a câmera injustificavelmente. Além de utilizar o recurso "câmera na mão" para um filme que está longe de ser um documento. Há cenas que utiliza um fade out entre uma e outra, mas ao mesmo tempo que ele evoca uma passagem de tempo ela demonstra também o contrário. Por fim ele termina o filme com uma cena a mais que além de dispensável é sem explicação.
Há cenas que são bem filmadas como em uma montagem alternada em que vemos os dois irmãos em uma cena que tem o mesmo sentido. Uma foto também retrata uma recordação e isso ratifica a cena seguinte onde a foto foi tirada. Assim como a foto o que foi deixado para trás passa a ser apenas um retrato. É interessante a abordagem do acaso da vida, pois um acontecimento no início do filme aparece do nada (como o acaso). É como um impacto inesperado em nossa vida e isso muda a vida de Russell. Uma simples raspar na parede de casa nos traz à lembrança de um recomeço. Através de algumas metáforas visuais o diretor acerta ao contar de uma boa maneira alguns desenvolvimentos através das cenas.
Um filme com um bom tema que alterna bons momentos com maus e acaba por ser uma experiência não tão interessante.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de dezembro de 2020
Um pouco triste, mas com uma historia verossímil, Rodney esteve na guerra do Iraque, deu o sangue, mas ao voltar a Braddock não encontrou oportunidades, um cenário desolador com poucos empregos, pessoas sem noção do significado da vida, que vão empurrando seu corpo perecível ate onde conseguem, sem propósitos de vida mais profundos. Rodney, irmão de Russ foi lutar por dinheiro com feras, com promotores clandestinos manipuladores de resultado. Dinheiro e droga como fuga do sonho desfeito. Rodney desaparece e Russ, que tinha grande afinidade com o irmão, quer saber o que aconteceu. Ridley Scott dá o tom, não ë um filme qualquer com Christian Bale e outros artistas de valor num filme que mostra como a vida acabou ficando vazia de sentido, mas Russ saiu dos fornos da siderúrgica onde trabalhava e que ia fechar, fazendo tudo por justiça.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2014
Um filme regular. O comportamento do personagem principal oscila, hora é esperto, hora é um idiota.
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