12 Anos de Escravidão
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4,6
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Harisson G.
Harisson G.

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5,0
Enviada em 5 de março de 2014
12 Anos de Escravidão não é apenas um filme e sim uma obra literária, poética e histórica. O filme é puramente realista, conta a história de um negro livre que em uma emboscada é levado para o mercado negro para ser comprado, após isso Solomon Northup ( Chiwetel Ejiofor ) faz de tudo para conseguir sua liberdade de volta.
As cenas são extremamente fortes e é de fazer qualquer um chorar, o telespectador se enoja com tamanha crueldade que é praticada contra os escravos.
Um filme realista de uma atuação de Chiwetel Ejiofor e Lupita Nyong'o ( a escrava Patsey ) digna de Oscar. Direção e roteiro sensacional. Uma obra de profunda reflexão sobre as atrocidades cometidas naquela época.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

339 seguidores 183 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de março de 2014
Impressionante. Essa é a palavra que chega à cabeça ao final da sessão. Além do talento inato do diretor Steve McQueen (é o segundo filme dele que eu vejo, e o terceiro de sua carreira), o filme impressiona por sermos amplamente castigados ao assistir tamanha barbárie de maneira tão dura sabendo que tal história é baseada em fatos reais. É de deixar qualquer um bestificado tamanha crueza das imagens e inúmeras reflexões que cabem ser feitas após a catarse de assistir a esse longa. Houve um grupo de pessoas que aplaudiram ao final do filme, e eu só não fiz o mesmo por ainda estar tonto tamanha a crueldade que vi em cena e precisar de um tempo para assimilar tudo aquilo que acabara de assistir. A reflexão maior que paira é a de quão cruel e injusto os seres humanos podem ser, apenas pela conveniência de quem tem algo considerado socialmente mais que os outros. É de um absurdo tão grande que choca. A cena com o Paul Giamatti onde ele comercializa os escravos é apenas uma pequena amostra de que ainda muita coisa ruim aconteceria. A exposição de pessoas como mercadoria sempre me pareceu algo aterrador, e isso já foi retratado várias vezes na literatura e no cinema, mas nunca me senti tão incomodado quanto nesse filme. E isso foi apenas o começo. A passividade das pessoas ao redor de tantas barbaridades é o que mais me incomodou durante toda a projeção. Sem dúvida essa intenção era clara desde o início pelo cineasta, e tem uma cena extremamente forte que mostra isso, quando um homem prestes a ser enforcado, se apoiando na posta dos pés para sobreviver, e ao redor vemos pessoas trabalhando como se nada de anormal estivesse acontecendo. Esse é apenas um dos vários exemplos jogados na tela onde o medo faz com que as pessoas não ajudem as outras devido a represálias que certamente sofreriam. A regra do “cada um por si” é o que vale, e qualquer tentativa de fugir disso, se mostra passível de pena. O filme é tão triste e causa tamanho desconforto, que alcança a marca de filmes extremamente cruéis como “Dogville” e “Dançando no Escuro”, do Lars Von Trier, ou “Foi Apenas um Sonho”, do Sam Mendes, ou ainda “Babel”, de Alejando Gonzales Iñárritu, que figuravam entre os mais tristes que eu me lembro de já ter visto. Contudo, 12 Anos de Escravidão consegue ser ainda pior, e não pela mão pesada do diretor, mas sim por ter sido baseado num fato real, o que torna ainda mais visceral e trágico. E o que falar do estupendo elenco? Todos brilham, sem exceção, e mesmo com atores que chamam a atenção por suas cenas como Paul Giamatti, Benedict Cumberbatch, Paul Dano, Sarah Paulson e Brad Pitt, o filme é mesmo de uma trinca de atores excepcionais: Chiwetel Ejiofor, como o protagonista injustiçado Solomon, homem de bem, casado e com dois filhos, culto, músico e letrado, cujo único “mal” (?!?!) é ser negro!!!; Michael Fassbender, como um tirano senhor de escravos, cristão fervoroso, mas que só faz o contrário do que a Bíblia prega; e Lupita Nyong’o, que deve levar o Oscar mais que merecidamente por interpretar a desesperança em forma de mulher, numa das atuações mais marcantes do ano, sem dúvida alguma. No mais, o filme é obra obrigatória. Apesar de ser um filme excepcional, é um filme que não pretendo assistir novamente tão cedo, pois é preciso ter disposição para ver tanta injustiça na tela. Chega a ser revoltante! Mas esse filme denuncia algo que já é sabido por todos, e que grande parte da população somente ignora, naquela passividade incômoda que já citei e que causa tamanha ojeriza. Vale para abrir os olhos e pensar no quanto nossos problemas parecem realmente insignificantes diante de tanta atrocidade que algumas pessoas vivem diariamente, ainda no século 21. Nada melhor do que um pouquinho de história para nos relembrar o quão ruim podemos ser.
Marcelo Lopez
Marcelo Lopez

55 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
Filmes dramáticos que reproduzem os momentos mais desumanos da nossa sociedade, como o holocausto e a escravidão, são um prato cheio para os membros da Academia do Oscar. Parece que o empenho na reconstrução desses filmes servem para dar um soco no estomago aos desavisados que não perceberam como tais atos foram repulsivos e devemos abominar qualquer tipo de atividade semelhante. 12 Anos de Escravidão cumpre com esse requisito e tem 09 indicações ao Oscar, em suas principais categorias, e reproduz cenas de uma crueldade que somente os negros que viveram nessa época podem mensurar. Um filme em memória aos negros que não viveram o "Sonho Americano" e sim viveram o "Pesadelo Americano" em suas diversas formas. Direção sensível para um tema amargo e atuações excelentes.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Com cenas extremamente fortes, 12 Anos de Escravidão mostrar o sofrimento de Solomon Northup, um sofrimento extremamente agonizante. Sangue, Lágrimas, medo, coragem, determinação, tudo está dentro deste maravilhoso filme. As cenas inicias arranca as primeiras lagrimas, vinda de muito dor. O Filme tem uma excitante fotografia. Uma trilha sonora arrebatadora, profunda e tocante. O Elenco muito bem escolhido, digno de Oscar, Michael Fassbender tem uma atuação forte, Chiwetel Ejiofor é um gênio da atuação. Steve McQueen cria uma obra-prima grandiosa, espantosa, realista, uma obra de reflexão profunda. A Carne viva, o suor sofrido, a dor não merecida, tudo está impregnado em cada cena deste filme, cujo merece o Oscar de Melhor filme.
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2014
Incrível e Emocionante !! Steve McQueen cria uma obra-prima grandiosa e com atuações dignas de Oscar !!
Lucas Collito
Lucas Collito

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de junho de 2014
Ótima direção, fotografia de parabéns, além de Fassbender em maestria!
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2014
Um trecho do livro homônimo resume o sofrimento de Solomon Northup: “Não era possível um cidadão livre de Nova York, que não fizera mal a homem nenhum, tampouco violara qualquer lei, ser tratado de forma tão desumana”.
Em uma época em que os EUA eram totalmente segregados, o livro “12 Anos de Escravidão” foi republicado, após pesquisas de sua verdadeira autenticidade.
A escravidão ainda é, e na minha opinião sempre será, uma ferida exposta. E muitas vezes ser indiferente à discussão é uma estratégia utilizada por muitos, infelizmente.
A história de Solomon Northup é muito forte e presente, especialmente na Louisiana. Basta pesquisarmos um pouco mais sobre Rapides Parish para percebermos o quanto a escravidão está enraizada na vida das pessoas e divide opiniões, é evidente.
O pior disso tudo é saber que o número de escravos traficados para o Brasil foi consideravelmente muito maior do que para os EUA. Por outro lado, se no Brasil ser alforriado era algo muito difícil, nos EUA era quase impossível.
O filme conta a história de um homem que resiste em tempos terríveis e sua luta para manter-se vivo.
Pode ser que muitos de nós já estejamos exauridos desse assunto bem como de histórias verídicas que se tornam filmes; pode ser que muitos se recusem a pagar para ver o sofrimento alheio, a tortura, como também por não gostar de um determinado ator, ou até do diretor.
Independente de opiniões, ou preconceitos, penso que o filme de McQueen está a favor do cinema e traz uma discussão que é sempre muito pertinente, que vai além da subserviência.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 8 de novembro de 2015
Quando você se deparar com os fatos verídicos de Solomon Northup,em 12 Anos de Escravidão,irá vir na sua cabeça ,muitos outros títulos que já abordaram esse tipo de história.O cinema anualmente reserva esses tipos contos bem negros tentando viver em igualdade na como apresentaram Histórias Cruzadas,O Mordomo da Casa Branca,(que não é bem um conto escravo),até mesmo Django Livre.E no passado se trouxeram também realidade aos fatos,quando produziram,Amistad.12 Anos de Escravidão,talvez seja o título mas isso,não demonstra que seja um filme ruim.E sim,que conta apenas a história de um personagem com do pra trás,algo mas que caberia ao ues merecidos,para Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender,que dão um ritmo bem mas dramático ao filme.
Neto S.
Neto S.

30.564 seguidores 773 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Esta história, baseada em fatos reais, apresenta Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um escravo liberto que é sequestrado em 1841 e forçado por um proprietário de escravos (Michael Fassbender) a trabalhar em uma plantação na região de Louisiana, nos Estados Unidos. Ele é resgatado apenas doze anos mais tarde, por um advogado (Brad Pitt). Concerteza uns dos melhores filmes do ano , filme excelente , violento e uma excelente história real , com uma excelente atuação de chiwetel ejiofor filme super recomendado nota 10
Vanessa F.
Vanessa F.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Um bom filme, muito bem feito, tirando o fato dos dentes de todos do filme serem perfeitos, esse detalhe me incomodou um pouco.. e também a falta de cronologia no tempo, eu fiquei meio perdida, mas é um filme muito bom!
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