Camille Claudel, 1915
Média
3,6
publicações
  • Omelete
  • Cineweb
  • Cinepop
  • Críticos.Com.Br
  • Instituto Moreira Salles
  • O Globo
  • Revista Interlúdio
  • Screen International
  • Variety
  • CineClick
  • Télérama
  • Preview
  • Rubens Ewald
  • Critikat.com

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Omelete

por Marcelo Hessel

"Camille Claudel, 1915", um manifesto preciso contra o dogmatismo misógino e o poder de coação da Igreja, que tem em Paul a personificação do prazer da penitência, da demonstração de poder do Criador, masculino, sobre a sua criatura, feminino.

A crítica completa está disponível no site Omelete

Cineweb

por Neusa Barbosa

A grande qualidade de Dumont é sintonizar a passagem do tempo exatamente como ele é vivido por uma Camille na meia-idade [...] É como se o filme colocasse o espectador nos ombros de Camille, espiando sua vida com os olhos dela.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Cinepop

por Pablo Bazarello

A obra do diretor Dumont é inquietante, mesmo em sua maioria parecendo estática. O que ele consegue satisfatoriamente ao lado de sua estrela é nos transparecer o que foi o inferno para a personagem, e o que é o inferno para qualquer um sem o domínio de sua mente.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Críticos.Com.Br

por Dinara Guimarães

Em seu novo filme, "Camille Claudel, 1915", Bruno Dumont trabalha com a justaposição de contrastes que resultam esclarecedores, ressaltando momentos pontuais. A começar pela escolha de Juliete Binoche sem maquilagem, deslumbrante no papel da Camille Claudel "louca" [...]

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Instituto Moreira Salles

por José Geraldo Couto

Bruno Dumont nega a catarse à personagem, sonega o espetáculo ao espectador. [...] A arte que o filme nos recusa (sob a forma de música ou escultura) emerge no rosto vincado, sofrido e desglamurizado de Juliette [Binoche].

A crítica completa está disponível no site Instituto Moreira Salles

O Globo

por Ruy Gardnier

Para Dumont, o fundamental não é questionar a anormalidade de qualquer personagem: é mostrar essa anormalidade de frente e realçar o quanto ela tem de belo e comovente e humano.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Revista Interlúdio

por Heitor Augusto

Num brilhante procedimento narrativo, Dumont suprime o tempo e condensa num único plano, o final, a partitura de emoções percorridas pelo rosto e pelo corpo de Juliette Binoche durante o filme.

A crítica completa está disponível no site Revista Interlúdio

Screen International

por Jonathan Romney

Com seu ambicioso "Camille Claudel, 1915", Dumont não abandona seus trabalhos anteriores, mas consegue amplificá-los e aprofundá-los [...] Esta peça extremamente séria e intelectualmente desafiadora exige muito dos seus espectadores [...]

A crítica completa está disponível no site Screen International

Variety

por Guy Lodge

"Camille Claudel, 1915", um emocionante conto de um breve período na vida da problemática escultora, dificilmente poderia ser o trabalho de outra pessoa, com a sua escassez de técnica e persistente curiosidade espiritual.

A crítica completa está disponível no site Variety

CineClick

por Cristina Tavelin

Bruno Dumont saiu um pouco da linha neste longa: alterou levemente seu estilo, seguiu caminhos mais seguros, utilizou o recurso de contextualização histórica por meio de palavras deixando as saídas criativas de lado. No entanto, recriou o momento angustiante de um ser humano de forma autêntica, bela e perturbante [...]

A crítica completa está disponível no site CineClick

Télérama

por Pierre Murat

"Camille Claudel, 1915" é um filme austero, exigente, quase imóvel, onde todos parecem à procura. Camille, de seu irmão. Binoche, de um diretor que exija tudo o que ela possa dar. E Dumont, desta verdade arrancada do artifício que ele persegue teimosamente em cada filme.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Preview

por Mariane Morisawa

Camille tem lá seus conflitos, mas eles são incomparáveis aos das pessoas com quem convive no sanatório. [...] A talentosa [Juliette Binoche] faz o que pode com o sofrimento a que é submetida durante 95 minutos. Por que os cineastas gostam tanto de torturar suas atrizes?

A crítica completa está disponível no site Preview

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

Ainda assim o filme muito austero se restringe ao ano citado no titulo e não aprofunda a tragédia da artista [...] Ou seja, é apenas um retrato difícil de assistir de uma excelente atriz num retrato cru e despojado da tragédia de uma artista condenada a solidão e depressão.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

Critikat.com

por Julien Marsa

[...] Não podemos deixar de pensar, ao ver este filme terrivelmente exigente e inacessível, que Dumont compartilha um pouco [...] do que é francamente desagradável.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com
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