Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum: Críticas
Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum
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Claudio G.
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4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
Um filme que conta uma triste história,de um cantor que não consegue nem quer sair do uma fotografia incrível,linda trilha sonora e roteiro bem faz pensar em quantos talentos se perdem por aí,sem serem vistos por N ndo demais!
Inside Llewyn Davis é um filme frio e triste, da batalha do próprio Llewyn Davis (Oscar Isaac) um cantor e compositor a ter uma carreira na música. A direção é dos irmãos Cohen, um dos melhores diretores da atualidade, que volta a fazer seus filmes de personagens fracassados. Oscar Isaac está brilhante no papel, atua, canta e mais algumas coisas, John Goodman aparece bem rápido, Justin Timberlake, Carey Mulligan, F. Murray Abraham, o elenco está ótimo. As melhores cenas são das trilhas sonoras, Isaac ótimo, e Timberlake soltam o vozeirão em músicas folk. Direção de fotografia de Bruno Delbonnel é ótima dando um aspecto cinzento (tristeza) e desilusão o que o personagem central vive. De muitos acertos o filme contém seus erros, um de ser muito parado, muitas pessoas não iram gostam por essa característica. Inside Llewyn Davis é um filme que contém seus pontos fortes (trilha sonora e elenco), mas ficou muito aquém dos filmes anteriores dos irmãos Cohen.
Llewyn Davis (Oscar Isaac) é um cantor e compositor que sonha em viver da sua música. Com o violão nas costas, ele migra de um lugar para o outro na Nova York dos anos 60, sempre vivendo de favor na casa de amigos e outros artistas. Talentoso, mas sem se preocupar muito com o futuro, ele incomoda a amiga Jean Berkey (Carey Mulligan), que vive uma relação com outro músico, Jim (Justin Timberlake). Nem um pouco confiável, Davis se depara com a oportunidade de viajar na companhia de um consagrado e desagradável artista, Roland (John Goodman), mas nem tudo vai acabar bem nesta nova jornada. Otimo Filme, Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum tem um excelente trilha sonora, um bom elenco, Oscar Isaac faz umas se nao for a melhor atuação da carreira, filme tem um Bela fotografia,Recomendo. Nota 9.5
Um dos filmes mais tristes dos Coen,Inside Llewyn Davis é um retrato de um homem desolado e sem rumo que mesmo com poucas esperanças tenta alcançar o estrelato.
Sem dúvidas Llewyn Davis é uma das grandes obras da vida dos Coen,é incrível como eles constroem uma história em volta de um personagem fascinante quanto este.Llewyn é um dos meus personagens favoritos escritos pelos diretores.Parece que o espectador almeja essa fama junto ao protagonista,mesmo sendo um cara ranzinza de poucos amigos é um personagem que você torce por ele de maneira intensa.Além do mais aos poucos somos apresentados Palma história dele,Llewyn perdeu seu parceiro da música e guarda um luto contido que o atormenta,a relação com sua irmã é instável e para piorar ele descobre que pode ser pai,e em meio a isso tudo sua busca pela fama é incessante porém a mesma história se repete,ele fracassa.
E é incrível a interpretação do Oscar Isaac,sempre sem sorrir e com um olhar de tristeza quase que deprecivo de um homem derrotado pela vida e que vê seu sonho indo de ladeira à baixo mesmo que sem perder as esperanças.É incrível como ele demonstra uma qualidade vocal forte,ele canta muito bem e oferecem que o personagem pedia,mostrar uma felicidade ao cantar.Sao s únicos momentos onde o espectador percebe que ele está gostando daquilo,a música o conforta e o ajuda a tirar esses problemas de sua mente.Os personagens secundários aqui são ricos mesmo com participações pequenas possuem relevância de alguma maneira.Desses talvez a Carey Mulligan é a que tenha maior importância,ela talvez seja a única que faz o Llewyn se chocar com a realidade de que ele não é melhor que os outros.
Mesmo arrogante e se sentindo acima dos outros,é um personagem que você torce para que alcance a fama.O humor aqui mesmo que de leve é extraordinário um simples comentário discretos tem impacto é funciona mostrando que os irmãos ainda estão calibrados.Esse clima frio e pessimista que se passa ao longo do filme é transparecido pela excelente fotografia que tem tons vem cinza com um granulado que reforça o tom do filme.Além o mais a qualidade de produção é impecável,parece que o filme é dos anos 60 já que o design é perfeito.A parte musical o filme também é impecável com musicas tocantes que me fez começar a ouvir Folk.
Inside Llewyn Davis se torna um dos melhores e mais melancólicos filmes dos Coen,possui um de seus melhores personagens e é um estudo de personagem.A atuação de Oscar Isaac é a melhor de sua carreira que canta e canta bem.A trilha sonora é excelente e o trabalho técnico é magistral,é mais uma prova da versatilidade dos Coen em contar histórias também. PS:A cena final se mesclando com inicial é uma excelente sacada de roteiro.
Os irmãos Coen são realmente especiais; conseguem algo que cada vez mais anda fora de moda : contra histórias de forma simples e singela. O filme é um deleite para os amantes do cinema e da música folk. Sem dívida não é uma obra fácil para indicar para o grande público, que anda acostumado com histórias que pulam os momentos embaraços e lentos; aqui ao contrário são exatamente esses momentos que importam e merecem ser contados. O filme é portanto uma obra peculiar, interessante e incrivelmente crua, sem artifícios ou maquiagens. Uma obra essencialmente sincera.
Inside Llewyn Davis mostra como pode ser difícil a rotina de quem escolhe viver da sua arte. E acompanha um personagem que, apesar dos problemas e das dificuldades, acredita na sua música e encara o mundo ao seu redor como sua verdadeira casa.
O longa conta a história de um cantor de música folk – Llewyn Davis (Oscar Isaac) – na Nova York dos anos 60 que, após se tornar solo (antes era uma dupla de sucesso Mike e Davis), luta para conseguir viver do seu talento.
Para Llewyn Davis a música folk é a sua vida, o seu ganha pão, e não apenas entretenimento para outras pessoas. Para ele é algo maior e muito importante – e isso fica claro quando, durante um jantar, na casa de amigos, alguém lhe pede para tocar um pouco e, minutos depois, irritado, ele diz a seu amigo professor algo do tipo: “Você iria gostar se eu toda hora, apenas por diversão, pedisse pra você ensinar algo para qualquer um que apareça?!”.
Sua arte é tão importante que ele não se importa de virar um verdadeiro andarilho, sempre pedindo caronas para ir “daqui até ali”; e sem a menor vergonha de contar com a boa vontade de algum amigo que esteja disposto a lhe oferece um sofá para dormir. Não importando o quão castigado esteja, o que vale é descansar para continuar sua saga no dia seguinte.
Mostrado como um cara que foge do senso comum de normalidade, que seria ter um bom emprego, um lugar para morar, mulher e filhos – ou segundo Llewyn “Apenas existir.” - o personagem é muito bem vivido por Oscar Isaac, que não tem muitas dificuldades para aparentar a melancolia e o desleixo de Llewyn Davis.
Melancolia, essa, muito bem fotografada por Bruno Delbonnel – que merecia ter ganhado o Oscar, pois, perto dos outros concorrentes, essa fotografia é a que mais claramente serve a história. Com a utilização de uma paleta fria e dessaturada, e ambientes tomados por sombras e cortados por fachos de luz, que representam a dificuldade do mundo artístico, ainda que haja um fundo de esperança para chegar ao fim do túnel.
O filme conta, ainda, com a presença de Carey Mulligan (Jean) que faz um antigo caso – e ainda amiga – de Llewyn. Ela é retratada como uma ex-cantora de música folk - da dupla Jean e Jim (Justin Timberlake, em pequena participação como marido de Jean) – que perdeu a alegria de continuar naquela vida difícil, e agora quer uma vida “normal”. E isso fica retratado durante uma conversa com Llewyn em um restaurante.
Tal conversa também mostra a faceta “sem noção” do personagem de Oscar Isaac, já que quando Jean fala sobre abortar o filho que ela está esperando dele, Llewyn não se mostra contrário e nem um pouco preocupado. Essa situação, o longa dos Coen, trata de mostrar mais a frente que não é a primeira vez que acontece.
Vale destacar a participação de John Goodman (Roland Turner), que vira a desculpa perfeita para os irmãos Coen destilarem um pouco do seu conhecido humor negro. Com piadas sobre o País de Gales, a morte de alguém importante e a estrutura do jazz frente a outros estilos.
Inside Llewyn Davis é um filme agradável, com personagens bem definidos – mas nem por isso unidimensionais -, uma bela fotografia e uma trilha sonora que faz jus a temática da história. É um filme com padrão de qualidade Joel e Ethan Coen.
Um filme com roteiro de musicas amaveis, sem muito instrumento que encanta o espectador e transmiti uma paz, assim como vida do protagonista. Uma vida com algumas turbulencias inesperaveis como no caso do carro onde tem um idoso falastrão que se droga enquanto o outro personagem que esta no veiculo quase nao fala deixando assim a entender uma pessoa misteriosa que gosta de poesias. Otimo filme e que impacta e quando aparece aquele silencio intrigante entre os personagens é uma otima dose de emoção Recomendo!
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