Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum: Críticas
Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum
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Um visitante
3,5
Enviada em 9 de julho de 2014
Não se trata de um grande ícone musical,mas a história que se passa em Inside Lewis Davies,é como se praticamente com belas histórias,com belos diálogos e um bom prioridade e destaque muito mas para Oscar Isaac,que carrega todo o seu drama ao longo do podemos ver poucas,mas boas aparições de Justin Timberlake,Carey Mulligan e John Goodman,que não fazem realmente grandes são fundamentais para o entendimento da históue também,para a conhecida direção dos irmãos Cohen,que fazem um filme,que é realmente a cara deles.
Um folk sobre a balada de um homem comum ou a balada de um homem comum sobre o folk? Um filme bonito, com excelente trilha sonora e bastante melancólico como sempre acontece nos filmes dos Irmãos Coen. Vale a pena assistir, porém não é um GRANDE FILME. Trilha sonora e atuação impecável de Carey Mulligan.
A trilha sonora é sensacional. A interpretação do ator é competente e envolvente, nos faz questionar a todo momento sobre o porquê de tantas decisões erradas. O filme é tão dramático em algumas cenas chega a ser cômico.
Um filme com sua qualidades, mas também com falhas em seu roteiro, poderia ter um respaldo para seguir um cronograma melhor, mas diálogos forçados atrapalha, a trilha é com certeza o ponto alto do filme e interpretações muito boas.
Mais um filme pra lista de 2013/2014- #depression forever - i hate folk music.. Bom filme.. mas atençao.. ministerio da saude adverte.. tome uns mé antes porque é dose pra leao!!!!
Muito bem...sabe aquelas músicas de Bob Dylan? Aquelas letras tristes, melancólicas e de densidades psicológicas? Pois bem, são denominadas nos EUA de Folk Music, ou Musicas Folk em geral. Mas aqui a referencia é a Música Folk contemporânea. Tratam no geral de letras falando de pessoas comuns, dos acontecimentos mais corriqueiros da vida das pessoas, apenas acrescentando a eles algumas sombras de melancolia, visto que se ligavam a Musica Folk Tradicional, e esta estava embebida de letras que cantavam a tristeza e a pobreza da classe mais baixa dos EUA durante a Grande Depressão dos anos 20. E tudo isso os irmãos Coen transportam para dentro do filme. O filme não somente trata desta atmosfera melancólica e triste, mas também constrói cena por cena, montagem por montagem uma "musica" folk, ou melhor ainda, um filme Folk. O filme é por inteiro um Filme Folk, na medida que trata de um "Senhor" qualquer, que podia ser qualquer um na Nova York dos anos 60, e de sua tentativa de viver só da sua musica ( Folk ). O "tom" digamos Folk do filme, alem é claro da escolha um " LLewyn Davis", que poderia ser qualquer um de nós vivendo em Nova York em 1963, é exatamente a atmosfera no qual se movimenta o personagem; o conflito na luta para se sobressair entre muitos outros cantores Folk, o difícil relacionamento social entre o seu eu ( rebelde, liberal e anticonformista ) e toda a estrutura social vigente na época; mulheres, amigos e companheiros de profissão. Está também nas cores desbotadas escolhida propositadamente para dar um "toque" anos 60, mas que no final transmite também sensação de desbotamento, de vida apagada, de não vivaz. Os irmãos Coen conseguiram fazer um filme de atmosfera Folk sobre uma parte da historia da Música Folk contemporânea nos EUA, e ai, penso eu, esta o ponto forte do filme. E como comecei citando Bob Dylan, nome do Folk muito conhecido, como também Leonardo Cohen pra ficar nos mais conhecidos, não é a toa que o filme fecha com o perfil de um Bob Dylan jovem, fazendo suas primeiras apresentações em um obscuro Bar de periferia de Nova York.
Com um típico cartaz de filme que muito conta com seu elenco, possivelmente para esconder uma história ruim — ou uma inteira produção medíocre —, Inside Llewyn Davis não chega a tanto, embora não tenha extrapolado minhas expectativas, que nem eram altas nem tão baixas. Já havia ouvido falar do talento dos irmãos Coen como diretores, mas nem minha falta de experiência (que me recorde) com um filme deles; nem a sinopse me faziam esperar algo surpreendente. O que não significa, no entanto, que eu não estivesse aberto a uma história diferente do que o resumo e o cartaz davam a entender.
Assistindo o filme, percebe-se que a história não é ruim, é uma boa história. Pode resumir-se como o tanto que a vida de alguém extremamente idealista, ou simplesmente um grande azarado, pode ser tragicômica. Esse tanto de tragicomicidade começa leve e logo vê-se que o protagonista parece lidar com mais do que um ou outro azar casual, e o espírito mais prático dos que o rodeiam contrasta sempre com sua esperança sem fim e quase sem fundamento.
Porém, o filme não cai na tragédia completa, mantendo o lado cômico e irônico que, a depender do ‘lado’ escolhido por quem o assiste, pode despertar um leve instinto maldoso ou sucessivas surpresas com a quebra da expectativa pela reviravolta da sina que passa o protagonista. Não foi intenção criar um filme que explorasse arduamente um lado sombrio de uma tragédia, e sim o fio tênue entre a tragédia e a comédia — que expressa-se, inclusive, na fotografia dirigida por Bruno Delbonnel, que evita as sombras mais densas, ‘fechadas’. Esse é o maior trunfo do filme: ser uma comédia trágica, algo como um filme mais bem filmado e mais bem elaborado dos Três Patetas, sem pastelão e também sem exagerar no humor negro. Tudo isso ao som de música folk suave com uma pitada (sutil) de crítica existencialista.
Vale assistir, se você não rejeitar uma trilha baseada em folk music, ou estiver buscando por uma comédia menos ‘em cima do muro’ ou ainda um grande drama-lição. Aos apreciadores de humor negro mas leve e bem produzido, recomendo o pouco mais de uma hora e meia no sofá.
Filme serve como um alerta sobre a passividade tornando a vida muito sem sentido e mostra de forma lenta, com ótima fotografia, o quanto pode ser fácil o desperdício de talento e seu ritmo é cansativo assim como é a vida de pessoas sem motivação.
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