Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum
Média
3,9
173 notas

18 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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3,5
Enviada em 2 de agosto de 2017
Um filme com sua qualidades, mas também com falhas em seu roteiro, poderia ter um respaldo para seguir um cronograma melhor, mas diálogos forçados atrapalha, a trilha é com certeza o ponto alto do filme e interpretações muito boas.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 9 de julho de 2014
Não se trata de um grande ícone musical,mas a história que se passa em Inside Lewis Davies,é como se praticamente com belas histórias,com belos diálogos e um bom prioridade e destaque muito mas para Oscar Isaac,que carrega todo o seu drama ao longo do podemos ver poucas,mas boas aparições de Justin Timberlake,Carey Mulligan e John Goodman,que não fazem realmente grandes são fundamentais para o entendimento da históue também,para a conhecida direção dos irmãos Cohen,que fazem um filme,que é realmente a cara deles.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de maio de 2020
Um dos filmes mais tristes dos Coen,Inside Llewyn Davis é um retrato de um homem desolado e sem rumo que mesmo com poucas esperanças tenta alcançar o estrelato.

Sem dúvidas Llewyn Davis é uma das grandes obras da vida dos Coen,é incrível como eles constroem uma história em volta de um personagem fascinante quanto este.Llewyn é um dos meus personagens favoritos escritos pelos diretores.Parece que o espectador almeja essa fama junto ao protagonista,mesmo sendo um cara ranzinza de poucos amigos é um personagem que você torce por ele de maneira intensa.Além do mais aos poucos somos apresentados Palma história dele,Llewyn perdeu seu parceiro da música e guarda um luto contido que o atormenta,a relação com sua irmã é instável e para piorar ele descobre que pode ser pai,e em meio a isso tudo sua busca pela fama é incessante porém a mesma história se repete,ele fracassa.

E é incrível a interpretação do Oscar Isaac,sempre sem sorrir e com um olhar de tristeza quase que deprecivo de um homem derrotado pela vida e que vê seu sonho indo de ladeira à baixo mesmo que sem perder as esperanças.É incrível como ele demonstra uma qualidade vocal forte,ele canta muito bem e oferecem que o personagem pedia,mostrar uma felicidade ao cantar.Sao s únicos momentos onde o espectador percebe que ele está gostando daquilo,a música o conforta e o ajuda a tirar esses problemas de sua mente.Os personagens secundários aqui são ricos mesmo com participações pequenas possuem relevância de alguma maneira.Desses talvez a Carey Mulligan é a que tenha maior importância,ela talvez seja a única que faz o Llewyn se chocar com a realidade de que ele não é melhor que os outros.

Mesmo arrogante e se sentindo acima dos outros,é um personagem que você torce para que alcance a fama.O humor aqui mesmo que de leve é extraordinário um simples comentário discretos tem impacto é funciona mostrando que os irmãos ainda estão calibrados.Esse clima frio e pessimista que se passa ao longo do filme é transparecido pela excelente fotografia que tem tons vem cinza com um granulado que reforça o tom do filme.Além o mais a qualidade de produção é impecável,parece que o filme é dos anos 60 já que o design é perfeito.A parte musical o filme também é impecável com musicas tocantes que me fez começar a ouvir Folk.

Inside Llewyn Davis se torna um dos melhores e mais melancólicos filmes dos Coen,possui um de seus melhores personagens e é um estudo de personagem.A atuação de Oscar Isaac é a melhor de sua carreira que canta e canta bem.A trilha sonora é excelente e o trabalho técnico é magistral,é mais uma prova da versatilidade dos Coen em contar histórias também. PS:A cena final se mesclando com inicial é uma excelente sacada de roteiro.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de janeiro de 2016
Llewyn Davis (Oscar Isaac) é um cantor e compositor que sonha em viver da sua música. Com o violão nas costas, ele migra de um lugar para o outro na Nova York dos anos 60, sempre vivendo de favor na casa de amigos e outros artistas. Talentoso, mas sem se preocupar muito com o futuro, ele incomoda a amiga Jean Berkey (Carey Mulligan), que vive uma relação com outro músico, Jim (Justin Timberlake). Nem um pouco confiável, Davis se depara com a oportunidade de viajar na companhia de um consagrado e desagradável artista, Roland (John Goodman), mas nem tudo vai acabar bem nesta nova jornada. Otimo Filme, Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum tem um excelente trilha sonora, um bom elenco, Oscar Isaac faz umas se nao for a melhor atuação da carreira, filme tem um Bela fotografia,Recomendo. Nota 9.5
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de julho de 2015
Um folk sobre a balada de um homem comum ou a balada de um homem comum sobre o folk? Um filme bonito, com excelente trilha sonora e bastante melancólico como sempre acontece nos filmes dos Irmãos Coen. Vale a pena assistir, porém não é um GRANDE FILME. Trilha sonora e atuação impecável de Carey Mulligan.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de novembro de 2025
Esse tipo de filme, que preza por uma consistência na história, e não reviravoltas ou momentos impactantes, pra você gostar, tem que se sentir atraído por algo - ou se identificar com algum elemento na história ou ter alguém muito carismático no elenco, por exemplo. Eu não consegui essa identificação. E não to dizendo que seja ruim. Roteiro é bom, gosto muito do Oscar Isaac. Apenas não me conectei e aí ficou meio chato.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Mais um filme pra lista de 2013/2014- #depression forever - i hate folk music.. Bom filme.. mas atençao.. ministerio da saude adverte.. tome uns mé antes porque é dose pra leao!!!!
@cineinstadicas
@cineinstadicas

5 seguidores 68 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2022
Os irmãos Coen são realmente especiais; conseguem algo que cada vez mais anda fora de moda : contra histórias de forma simples e singela. O filme é um deleite para os amantes do cinema e da música folk. Sem dívida não é uma obra fácil para indicar para o grande público, que anda acostumado com histórias que pulam os momentos embaraços e lentos; aqui ao contrário são exatamente esses momentos que importam e merecem ser contados. O filme é portanto uma obra peculiar, interessante e incrivelmente crua, sem artifícios ou maquiagens. Uma obra essencialmente sincera.
Fabio Portela
Fabio Portela

14 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de dezembro de 2017
Inside Llewyn Davis é um filme frio e triste, da batalha do próprio Llewyn Davis (Oscar Isaac) um cantor e compositor a ter uma carreira na música.
A direção é dos irmãos Cohen, um dos melhores diretores da atualidade, que volta a fazer seus filmes de personagens fracassados.
Oscar Isaac está brilhante no papel, atua, canta e mais algumas coisas, John Goodman aparece bem rápido, Justin Timberlake, Carey Mulligan, F. Murray Abraham, o elenco está ótimo.
As melhores cenas são das trilhas sonoras, Isaac ótimo, e Timberlake soltam o vozeirão em músicas folk.
Direção de fotografia de Bruno Delbonnel é ótima dando um aspecto cinzento (tristeza) e desilusão o que o personagem central vive.
De muitos acertos o filme contém seus erros, um de ser muito parado, muitas pessoas não iram gostam por essa característica.
Inside Llewyn Davis é um filme que contém seus pontos fortes (trilha sonora e elenco), mas ficou muito aquém dos filmes anteriores dos irmãos Cohen.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2014
Os Irmãos Coen, possivelmente, são os maiores diretores de sua geração, competindo o posto de primeiro lugar com Quentin Tarantino (sendo que este nasceu depois). Joel e Ethan Coen são diretores que gostam de abordar temas diferentes com estruturas narrativas diferentes. Por exemplo, os meus três filmes preferidos deles são: "Onde os Fracos não têm Vez" (uma mistura de thriller com drama), "Fargo" (uma comédia de erros) e "Bravura Indômita" (um faroeste). Agora, os diretores resolveram prestar uma grande homenagem à musica folk nesse drama. Llewyn Davis (Oscar Isaac) é um músico folk fracassado na Nova York dos anos 60. O filme acompanha Llewyn em sua jornada em busca de oportunidades musicais, ao mesmo tempo, que desenvolve suas relações com as pessoas apresentando os arquétipos da sociedade da época.

O roteiro é de Joel Coen e Ethan Coen. Eles conseguem introduzir o espectador ao ambiente do filme de uma forma naturalíssima. O protagonista do filme tem um excelente desenvolvimento. Como já disse, o filme acompanha não só a busca pelo sucesso artístico, mas também as relações do personagem com a sociedade. Cada personagem do filme representa algo que falta na personalidade de Llewyn, e, o personagem vai se auto-descobrindo e percebendo o que há de errado. O mais marcante dessa evolução é quando o gato aparece. Aquele gato apresenta um simbolismo lógico, pois parece que ele é a única coisa por qual Llewyn se importa. Além de apresentar um roteiro sensacional, os Coen realizaram um excelente trabalho ao não tentar retratar algum artista famoso como Bob Dylan, mas um, dentre vários outros, músicos fracassados. As músicas presentes no filme, além de produzirem uma beleza auditiva também são encaixadas perfeitamente na história, sendo exibidas nos momentos certos do filme. Cada música tem seu significado e que pode ser transformado na jornada de Llewyn. Aliás, a escolha do nome do personagem é inusitada. Os Coen já usaram esse nome para o personagem de Josh Brolin em "Onde os Fracos não Têm Vez" e agora, mais uma vez, usam-no. Interessante.

A direção também é dos Irmãos Coen. Porém, normalmente, quem conduz a direção é Joel e Ethan apenas dá alguns palpites. Nesse filme não parece diferente, afinal a direção de Joel é notável. Os movimentos de câmera que prezam por detalhismos do cenário, decorrendo do foco da história são típicos dos trabalhos anteriores da dupla e aqui se mantém. A direção consegue desenvolver bem as cenas dando atenção a esses mínimos detalhes. Outro ponto do trabalho deles que é reconhecível são os cortes. Eles sempre são feitos nos momentos certos e, logo depois, já introduzem uma cena nova no meio de um diálogo, coisa que outros diretores esperam acontecer o corte para começar a desenvolver o diálogo. Esses cortes rápidos e inteligentes dão ao filme uma excelente montagem. Além disso, a fotografia do filme que se apresenta de uma forma melancólica é bem usada e os efeitos sonoros também são marcantes. Como o filme é sobre a música, nele canções estão presentes constantemente. É visível o trabalho do editor de som que encaixa determinada música na cena ideal, além de produzir um som puro e audível. Aliás, as músicas são extremamente tocantes e as letras muito bonitas. Realmente faz o espectador procurar um pouco mais sobre o gênero folk.

O elenco foi bem selecionado. Oscar Isaac ("Robin Hood") interpreta Llewyn Davis. Sua atuação é surpreendente, afinal é seu primeiro papel e ele, praticamente, leva o longa inteiro nas costas. Artisticamente falando Oscar não é excelente, porém seu trabalho merece ser valorizado e pode despertar interesse de produtores e diretores. A sua atuação é consistente e eficiente. O filme é dotado de vários atores coadjuvantes. Não tem como assistir o filme sem reparar em John Goodman (na 6° parceria com a dupla). Mesmo tendo pouco tempo de tela, o tempo que dispõe John apresenta um personagem caricato, que adora insultar as pessoas e, é claro, torna-se um excelente alívio cômico. Justin Timberlake também tem uma participação no filme e ele finalmente entendeu seu lugar. Em trabalhos recentes, o ator/músico interpretava uma pessoa "normal". Nesse filme, porém, Justin interpreta um músico e é isso que o faz atuar bem. O filme possui apenas 2 indicações ao Oscar (fotografia e mixagem de som). A Academia mostra-se mais uma vez injusta, pois "Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum" supera muitos dos concorrentes. Os Irmãos Coen prestam uma grande homenagem à musica folk dos anos 60, se esquivando dos estereótipos de apresentar histórias de artistas famosos, para apresentar uma excelente história de um "homem comum".
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