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Romário M.
19 seguidores
2 críticas
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3,0
Enviada em 29 de agosto de 2014
A primeira coisa que você precisa saber sobre "Very Good Girl" é que o filme não tem um roteiro surpreendente. Mas até aí, tudo bem, já que ele não tenta se vender como algo extraordinário e de alguma forma estranha o filme é sim interessante.
A sinopse, como pode ser lida um pouco mais abaixo na ficha técnica, é o mais clichê que poderia ser: Duas jovens amigas interessadas no mesmo rapaz e tendo a amizade posta em xeque. Porém, a direção de Naomi Foner faz com que o filme seja sustentado na maneira que é contado e funciona com seu ritmo indie.
Dakota Fanning, como nós já sabemos, é uma ótima atriz e nesse filme está competente na medida do possível. Longe de ser sua melhor personagem e/ou de até mesmo se destacar por isso, mas o que interessa mesmo é que a atriz deu conta do recado e não fez feio. Elizabeth Olsen também não fica para trás! Está mostrando o talento que suas irmãs não quiseram continuar desempenhando e melhorando cada vez mais. Além de atuar como Gerry, duas músicas na voz de Elizabeth estão presentes no filme - "Razor Burn" e "Go Ahead".
Falando em música... a trilha sonora do filme é o que mais merece destaque na produção! ;
Sem mais, "Very Good Girls" é um drama-teen-indie independente banaca que conta com uma Nova York diferente do que estamos acostumados a ver e uma fotografia que vale à pena prestar atenção.
Um filme fraco demais, com atuações nada convincente de Dakota Fanning e Elizabeth Olsen que tentam mostrar duas amigas adolescentes que começam a descobrir a vida adulta, com sua responsabilidades, paixões e transas.
Fiquei impressionada com a coerencia da costrução psicologica de alguns personagens, além das garotas, a mãe de uma delas, uma psquiatra amargurada pela traição do marido que desconta na filha mais velha, por fazer questão que a mãe perdoasse o pai e o deixasse ficar em casa, o que as faziam entrar em choque e alguns diálogos pesados foram insunuados. A rebeldia e a parceria assexuada das duas garotas heteros no auge da explosão de hormonios, querendo muito ter uma relação sexual e romantica concomitantes...e o triangulo incomodo formado pelo mesmo homem desejado por ambas, mas que só tinha desejo por uma delas...o cara era um romantico também que de fato se apaixonara de cara por uma delas e por ela e somente por ela o coração dele palpitou e o tesão acompanhou...romantica essa parte...pois o cara apaixona-se a primeira vista por uma delas, paixonite mesmo.
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