Em Transe
Média
4,0
280 notas

26 Críticas do usuário

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Fabrizio Roger Vigni
Fabrizio Roger Vigni

7 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de junho de 2020
"Em transe", de 2013 é um suspense psicológico dirigido por Danny Boyle ("Trainspotting", "127 horas", e vários outros sucessos) que consegue prender muito bem a atenção, embora sua trama precise de um espectador atento.

Simon (James McAvoy), um funcionário de uma casa de leilões, está devendo muito dinheiro por causa do vício do jogo. Para quitar suas dívidas, resolve entrar numa quadrilha para roubar pinturas de artistas famosos.
Durante o roubo, ele leva uma pancada na cabeça por parte de Franck (Vincent Cassel), o chefe da quadrilha, e acorda com amnésia. Como Simon é o único que sabe onde o quadro está, Franck contrata uma hipnoterapeuta profissional (Rosario Dawson) para procurar as informações em sua mente.

Da mesma forma que a Dra Elizabeth Lamb "mexe" com a mente de Simon, Danny Boyle faz o mesmo com o espectador, misturando o inconsciente do personagem com a realidade numa sequencia de ação de tirar o fôlego. Viajamos com Simon nas suas memórias, seus medos e seu passado que é trazido à tona com revelações surpreendentes, para depois sermos trazidos de volta à realidade até que a viagem comece outra vez.

Não faltam reviravoltas nesse ótimo trabalho de Doyle, que como sempre capricha na fotografia, nas experimentações com a câmera, na luz e na edição primorosa. Atuação como sempre perfeita de Vincent Cassel e surpreendentemente boa da sensualíssima Rosario Dawson. Mas quem rouba a cena é James McAvoy, que inicialmente, como Colin Firth e Michael Fassbender, quase desistiu do personagem por não gostar do papel de vítima. Felizmente para nós, conforme continuou a leitura do roteiro, vendo que o perfil do personagem ganhava novas camadas, acabou aceitando o papel.
A expressão de cinismo no sorriso e no olhar maléfico dele, que também encontramos em "Fragmentado" são excepcionais.
Muito bom!
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de agosto de 2017
Filme Obrigatório! Danny Boyle (Ganhador do Oscar de Melhor filme por: 'Quem quer ser milionário?') nos abre a porta a um labirinto mental de suspense e reviravoltas.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 5 de junho de 2015
Cheio de reviravoltas e um final surpreendente porém poderia ser melhor.
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de novembro de 2013
Danny Boyle é um diretor que vem de ótimos filmes. Chamou a atenção de muita gente em 2008 com o filme “Quem Quer Ser um Milionário?” que tinha como foco principal a cultura indiana. Em 2010 dirigiu o ótimo “127 Horas”, com um James Franco vivendo um aventureiro que fica preso em uma fenda. O filme ganhou muita atenção por ser uma história verídica e também pela fotografia e direção impecáveis.

Agora em 2013 Danny Boyle chegou com “Em Transe” que traz alguns atores em ascensão, caso de: James McAvoy, Rosario Dawson, e Vincent Cassel. O filme conta a história de Simon, um leiloeiro de arte que é viciado em jogatina. Após contrair uma dívida enorme, ele acaba se envolvendo com um grupo de criminosos para roubar uma pintura valiosíssima. Porém, quando o assalto acontece, Simon é golpeado na cabeça e acaba esquecendo o que aconteceu, consequente a isto, a pintura ainda some! Agora o grupo criminoso, liderados por Frank, precisam da ajuda da terapeuta Elizabeth Lamb para se “infiltrar” na cabeça de Simon, entender o que aconteceu e recuperar a pintura perdida.

A estréia mundial do filme foi realizada em Londres em 19 de março de 2013, e de cara o escritor Michael O’Sullivan Boyle do Washington Post descreveu “Em Transe” como um filme de “jogo rápido e solto com a realidade.” O filme é exatamente isto que Boyle descreveu. Trata-se de um drama rápido que não pede passagem, e sim vai invadindo os espaços e preenchendo as lacunas com informações e tramas que levamos um tempo para entender. Porém isto não é uma crítica, é apenas uma informação. O fato do filme ser rápido é sim uma vantagem, pois a história ganha um ritmo que nos envolve. A desvantagem é que as vezes podemos perder uma ou outra informação, porém no final conseguimos encaixar o quebra-cabeça.

James McAvoy é um ator jovem e muito interessante, seu papel é o principal no filme e ele conduz com maturidade. Já tinhamos visto esta mesma maturidade em filmes como “O Procurado” e até como o Professor Xavier em “X-men: Primeira Classe”. James tem um jeito de atuar que concentra emoções e consegue flutuar bem entre elas. Em “Em Transe” ele continua fazendo isto de forma muito convincente. Rosario Dawson é uma atriz que ainda não tinha tido tantas chances em Hollywood, lembro-me dela em “7 vidas” com Will Smith onde ela faz o par romântico com ele. Lá já tinhamos esboços de uma atriz bastante interessante e neste filme conseguimos ver que realmente ela pode ir além do que imaginamos. Porém, Vincent Cassel é o ator com mais tempo de estrada e que tem por si só um olhar mais sombrio no filme, é um ator extraordinário que consegue transmitir o seu poder em cena de uma forma muito fácil e ao mesmo tempo deixa aquele sentimento de desconfiança no ar, para mim, poucos atores que interpretam “vilões” conseguem ter essa presença, mas um ótimo exemplo é o Tom Hiddleston que interpreta o Loki em Thor.

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“Em Transe” é um filme que consolida o olhar direcional de Danny Boyle no cinema e digo isto porque em todos os seus filmes ele sempre nos “direciona” na narrativa. Desde “Quem Quer Ser um Milionário?” passando por “127 Horas”, e agora com “Em Transe”, o diretor sempre brincou com essa coisa da ilusão e da realidade, e “Em Transe” é o filme mais forte dentro desta brincadeira. Em vários momentos não sabemos se o que acontece é real ou ilusão, porém o diretor consegue justificar as cenas de forma muito clara. A única coisa que me incomodou no filme e que acho que é digno de um “toma cuidado” é que estas transições entre real e ilusão as vezes são muito exageradas, tanto em quantidade quanto em “explicação”. O filme chega ao seu desfecho de forma muito mastigada e merecia algo um pouco mais elaborada, ou seja, toda a explicação que Elizabeth Lamb da para justificar suas ações vem de forma muito “peraí que vou explicar porque isto tudo que você viu até agora aconteceu”…e poderia ter vindo de uma forma mais lúdica, que levasse o espectador a pensar.

De qualquer maneira “Em Transe” é um bom filme e traz de volta aquela sensação estranha de “que loucura!” que “Clube da Luta” e “A Origem” provocam.
Carol C
Carol C

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de setembro de 2013
Muito bom. Tem um suspense e um mistério que se sustentam durante todo o filme, um enredo muito bom também.
Roger G.
Roger G.

9 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de setembro de 2013
Envolvente, instigante, intenso e alucinante: é assim que o filme pode ser definido. A direção é muito competente (confesso que tem um errinho ou outro), a fotografia é muito boa, as atuações são ótimas e o roteiro espetacular. A história prende o espectador e conduz a um lugar onde não imaginaríamos que iria chegar, e o final é incrível. Um filme muito bom e que vale a pena ser conferido.
Fernando Sampaio
Fernando Sampaio

9 seguidores 53 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2013
A trama requer bastante atenção, e até ficaram algumas perguntas sem resposta para mim, que só poderei tirá-las quando sair em DVD. O ritmo é alucinante e, no todo, o filme é inegavelmente genial em sua proposta de entreter. Destaque para a interpretação de James McAvoy, no papel de Simon, que se iguala aos grandes e oscarizados intérpretes do cinema atual, onde certamente uma estatueta do Oscar já faz falta em sua estante, sendo até injustiçado pela academia por não ter sido indicado por outros excelentes filmes que participou. Aliás, a escolha de bons papéis só provam o quanto ele é capaz e consegue se impor diante da indústria do cinema. tendo cacife suficiente para escolher o que é bom.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de maio de 2013
Surpreendente! É íncrivel como Danny Boyle consegue brincar com a nossa mente neste thriller hipnótico. Um roteiro afiado, situações e fatos totalemente sincronizados, é quase impossível encontrar algum furo neste longa. A trilha sonora é perfeita, a edição ficou explêndida, e a garantia de lazer é 100%. James Mcavoy e Vincent Cassel fazem seus papéis na melhor forma ( Vincent me lembra um pouco Milhem Cortez, o canastrão brasieliro) e Rosario Dawsons faz su Hipnoterapeuta deliciosamente. O filme com certeza é um prato cheio pra quem gosta de exercitar a mente e acompanhar uma boa história!
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