Thor: O Mundo Sombrio
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4,3
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Camila L.
Camila L.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de novembro de 2013
Em duas horas de filme, Thor: O Mundo Sombrio dá ao espectador tudo: comédia, ação, drama e romance. Apesar da sinopse do filme focar em Malekith e seus Elfos Negros, o que realmente te prende na tela são os personagens e seus conflitos (internos ou não).
O filme se passa logo após os acontecimentos de Os Vingadores e Thor aparece bem mudado. Apesar de seu típico ar de superioridade, o Deus do Trovão está mais calculista e frio. Mesmo após grande perda, ainda faz decisões bem estratégicas (como se unir ao meio-irmão traidor, Loki) e planejadas com antecedência, bem diferente da impulsividade que mostrava no primeiro filme.
Ainda comparando com o primeiro filme, o segundo arrasa em relação às lutas: perseguições marítimas, lutas aéreas entre naves espetaculares e combates corpo a corpo que te deixam grudado na cadeira.
Com revira-voltas de fazer qualquer coração parar, Thor: O Mundo Sombrio só peca em uma coisa: a comédia. O excesso de piadas e situações pastelonas dignas de besteiróis americanos (“vamos todos rir do maluco correndo nu!”) quebram o clima intenso do filme, e às vezes beira a falta de tato – a linda cena do funeral é seguida por um cena tão boba que você se sente até mal por rir.
Por fim, não se esqueça de ficar na sala até o final dos créditos! Apesar da última cena não ter nenhuma informação importante sobre próximos filmes da Marvel, vai te deixar com o coração aquecido ao sair do cinema.
Harisson G.
Harisson G.

72 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Com um investimento astronômico, Thor: O mundo Sombrio realmente impressiona na dinâmica e na inovação de usar efeitos especiais tão minuciosos, um filme realmente excelente, com um elenco realmente impressionaste e direção muito boa, o roteiro que peca em algumas ocasiões, mas não desmerece o seu inestimável valor. Recomendo, muito bom.
Flávio Gomes
Flávio Gomes

15 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de abril de 2014
Superior ao seu antecessor em tudo, Thor: O Mundo Sombrio vem com os dois pés na porta para anunciar com grande estilo a "Fase 2" e mostrar que o Deus do Trovão nos cinemas ainda tem muito a oferecer para o Universo Marvel. E sem esquecer que Loki, rouba o filme para si, "literalmente de-novo".

O Filme em si já é Melhor que o primeiro em tudo, Ação na medida certa, as cenas cômicas fluem de uma maneira natural, não de modo exagerado e forçado como na primeira aventura solo do Deus do Trovão, (A trollagem do Loki em referência ao Capitão América e Hilária), a mitologia de Asgard e dos novos Mundos são melhores exploradas, (e introduzidas para um mais que provável terceiro filme do Thor), Malekith, o Maldito tem muita presença como vilão, (e da certo medo), porém nem tudo são rosas, o triângulo amoroso entre Jane Foster, Thor e Sif começa no nada e vai para lugar nenhum, a presença da “Humana em Asgard” é totalmente desnecessária no mesmo plano que Thor e Loki, (porem são esses dois onde temos as melhores cenas do filme e Tom Hiddleston arrebentando como de costume). Nada porém que mude o fato de Thor ter finalmente encontrado seu lugar no Universo Marvel e mostrado o porquê ele é chamado de Deus do Trovão.

P.s.: A cena pós-crédito mostra como vai ser o tom do filme dos Guardiões da Galáxia, e vai ser totalmente Surtado, (e isso é ÓTIMO).
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de novembro de 2013
Thor: O Mundo Sombrio é a continuação direta de Thor (2011). Logo de início, é possível notar que o filme se passa pouco tempo após Vingadores. É mostrado Loki (Tom Hiddlestone) sendo preso, depois de seus atos em Vingadores.
Uma das coisas mais legais do filme, é como ele é conectado com o restante do Universo Marvel, de todas as maneiras e principalmente como ele é conectado com Vingadores, o que é necessário neste filme.
A direção do filme que mudou (O primeiro filme foi dirigido por Kenneth Branagh, neste segundo, Alan Taylor, conhecido por Game Of Thrones.), é ótima. Mesmo que no decorrer das filmagens tenham havido vários problemas entre os Produtores e o Diretor, o resultado final é o que poucos esperavam, um Filme digno do deus do Trovão. Depois da decepção de vários fãs e de públicos novos também com o primeiro filme, este não decepciona e mostra que não só o Universo Marvel, como o Universo Thor, pode ser algo muito maior.
O roteiro também alegra. Com poucos furos, o que é normal, tem o equilíbrio certo entre comédia, ação, aventura e também na própria mitologia nórdica. Diferente do primeiro filme, este não é "pobre". O Universo dos Nove Reinos é muito melhor representado. E tem o equilíbrio perfeito entre cenas no Planeta Terra e cenas nos Nove Reinos.
Este filme mostra que um filme bom, depende sim de atores, mas depende mais ainda de um bom diretor e um bom Roteirista. E identificação entre ambos. O final do filme deixa um gancho para o próximo e um gancho que é muito bom! Resta-nos esperar ansiosamente. E uma dica, fique até o fim dos créditos.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de novembro de 2013
De novo a Marvel acerta em mesclar ação e humor, sem esquecer de onde o personagem surgir, as histórias em quadrinhos. Muito da Mitologia Nórdica e do que já foi contado, principalmente por Walt Simonson, nos gibis estão neste filme, que mesmo começando meio morno, termina de forma SENSACIONAL. Thor vai continuar brandindo o seu martelo por muito tempo no cinema.
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2013
Um filme digno para o deus do trovão com cenas de batalhas épicas e uma estoria muito boa é divertido e muito melhor que o primeiro !!
Guilherme Oggioni
Guilherme Oggioni

18 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de outubro de 2018
Excepcional! Sem dúvida, supera inclusive Os Vingadores e Homem de Ferro 3, cujo foram ótimos filmes. Sua trama, desenvolvimento e efeitos aplicados de maneira correta e sem exagero, conquistam o expectador o traz para dentro do filme. Uma rajada de ação, fantasia e humor que vale a pena!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2013
Um bom e divertido filme de ação. Bem feito e com ótimos efeitos especiais. O enredo prende o expectador e é isso o que importa. Recomendo.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de novembro de 2013
A Marvel desta vez realizou uma aventura épica, digna de seu protagonista.

O maior problema de “Thor” era a necessidade de estabelecer o vínculo do herói com a Terra para, posteriormente, integrá-lo a “Os Vingadores” (2012). Não é fácil criar uma associação plausível entre um personagem inspirado na mitologia nórdica e uma iniciativa governamental. E coube ao "shakespeariano" Kenneth Brannagh (que nunca tinha feito um blockbuster na vida) a ingrata façanha de tentar encontrar esse equilíbrio entre dois mundos quando dirigiu em 2011 a primeira adaptação para o cinema do famoso personagem dos quadrinhos. Resultado: O longa priorizou muito mais a conexão do herói com o supergrupo do qual ele iria fazer parte, em detrimento do desenvolvimento do próprio herói, bem como de seu universo, o que o deixava quase na incômoda condição de coadjuvante de seu próprio filme, ao contrário do que foi feito em “Homem de Ferro” e até mesmo em “Capitão América – O Primeiro Vingador”, em que suas histórias foram contadas de maneira irretocável. Mesmo com um roteiro travado (e ‘forçado’), "Thor" foi bem-sucedido ao introduzir o personagem ao grande público, e "Os Vingadores", por sua vez, se tornou nada menos do que a 3ª maior bilheteria da história do cinema, arrecadando algo em torno de um bilhão e meio de dólares em todo o globo terrestre. OK, missão cumprida, vamos para a fase dois. Nada mais justo agora que, em sua segunda aventura solo nos cinemas, e desta vez livre das amarras do roteiro que o prendiam a um projeto maior, o ‘deus do trovão’ finalmente receba a devida atenção, e é o que acontece em "Thor – O Mundo Sombrio", conduzido desta vez por um diretor com vasta experiência em séries de TV, Alan Taylor.
Após inúmeros conflitos em diversos mundos – em que acompanhamos Thor (Chris Hemsworth), com seu inseparável martelo encantado em punho (ou não), travando intermináveis batalhas juntamente com seus velhos companheiros de guerra – a paz finalmente chega aos Nove Reinos. No entanto, o líder dos Elfos Negros, Malekith (Christopher Eccleston, apático, mas não há muito a fazer com a maquiagem pesada que seu personagem exige), está apenas aguardando a data em que ocorrerá uma conjunção planetária que, juntamente com o Éter, uma substância mística há muito tempo escondida e da qual ele pretende se apossar, lhe permitirá espalhar as trevas por esses nove mundos, o que inclui Asgard e a Terra. Por uma dessas inverossimilhanças que inevitavelmente acontecem em filmes do gênero “super-herói”, encontramos em Londres a jovem cientista e pretenso par romântico do herói, Jane Foster (Natalie Portman) que, ao procurar por anomalias semelhantes à que causou a ‘queda’ de Thor na Terra no filme anterior, acaba encontrando justamente a fenda espacial que vai associá-la diretamente aos planos do vilão, de maneira que Thor, ao reencontrá-la, a leva para Asgard. Para impedir os planos de Malekith, Thor precisará de toda ajuda possível, mesmo que para isso tenha que desobedecer a seu pai, o Rei de Asgard, Odin (Antony Hopkins), e colocar em prática um plano que inclui libertar seu irmão, Loki (Tom Hiddleston), aprisionado na masmorra real após a destruição que causou em Nova York, vista em “Os Vingadores”.
Hiddleston dá o “Tom” ao seu personagem, que vive pela terceira vez, e que melhora a cada ato. Seus conflitos familiares, e suas exaltadas discussões, principalmente com seu irmão, em que testemunhamos seu cinismo, sempre acompanhado de um sorriso sarcástico, nos fazem querer vê-lo em cena ainda mais. O irmão de Thor foi composto pelo ator com tamanho carisma que seguramente faz dele o melhor vilão da Marvel no cinema, até agora. Dose semelhante de carisma não se aplica a Chris Hemsworth, com o qual é mais difícil haver uma identificação por parte do público, muito provavelmente devido à ‘divindade’ de seu personagem. Essa identificação cabe ao ‘núcleo terrestre’, liderado, claro, por Natalie Portman, com sua equipe de cientistas ‘quase malucos’. Este é um momento oportuno para citar o humor presente no filme, distribuído em doses certas, e criando algumas situações divertidíssimas (a ‘tirada de sarro’ de Loki no Capitão América é impagável).
O diretor Alan Taylor, que viu seu prestígio aumentar graças à forma como tem conduzido séries de TV, como a bem-sucedida “Game Of Thrones”, aqui imprime sua personalidade ao aumentar a escala do filme em todos os aspectos em relação ao anterior. Cenários, figurinos, sequências de ação, trilha sonora (desta vez composta pelo jovem Bryan Tyler), tudo é mais grandioso. As vestimentas dos asgardianos no primeiro filme eram limpinhas demais, incompatíveis com um ‘povo guerreiro’. Desta vez o visual é mais rústico e desgastado, mais conveniente, portanto, com o que se espera de trajes marcados por tantas batalhas. Igualmente caprichada foi a escolha do figurino dos Elfos Negros, de visual ameaçador. E a sequência que envolve um funeral é belíssima e majestosa, trazendo à tona a cascata de dramaticidade provocada pelo luto. Taylor mostrou que tem domínio sobre o espetáculo.
A experiência de se assistir a uma obra voltada unicamente para o entretenimento, mas realizada com extremo apuro estético, se torna ainda mais prazerosa quando identificamos nela uma profusão de referências à cultura pop. A batalha épica ocorrida há milênios que vemos logo no início do filme, narrada por Odin, nos remete imediatamente à “O Senhor dos Anéis”. Em outro momento, fazendo jus ao subtítulo do filme, a trama adquire um tom extremamente sombrio, quase de pesadelo, permeado por uma coloração acinzentada em meio a um cenário hostil coberto por nuvens ameaçadoras que enfatizam ainda mais o clima assustador em que se dá um importante embate envolvendo Thor, Loki, Malekith e Jane Foster. Difícil não lembrar dos tenebrosos confrontos de Harry Potter com Woldemort travados principalmente nos últimos filmes da saga do jovem bruxo. Já as exóticas naves dos Elfos Negros invadindo Asgard e enfrentando sua resistência nos trazem à mente, claro, “Star Wars”. E o caprichado desenho de produção desta vez nos presenteia com um reino asgardiano composto por palácios e paisagens naturais de encher os olhos, que muito se assemelha à cidade vista em “Star Wars – Episódio II – Ataque dos Clones”, que serve de cenário para o romance entre Anakin Skywalker e Padmé Amidala (vivida pela mesma Natalie Portman).
As escolhas artísticas do diretor Alan Taylor, portanto, nos convidam a percorrer vários mundos, atravessar inúmeras fendas dimensionais e conhecer o universo do qual o ‘deus do trovão’ faz parte, e nos permitem finalmente ter uma vasta noção de todo o seu potencial cósmico. A Terra, que foi um dos problemas do primeiro filme, aqui está muito bem inserida no roteiro, e abriga momentos decisivos da trama. E a maneira como a história flui e nos conduz até o clímax, ainda que previsível, nos proporciona aquela sensação de satisfação plena, por termos acompanhado quase duas horas de entretenimento raso, sim, mas magistralmente conduzido. “Thor – O Mundo Sombrio”, afinal, é uma aventura épica, digna de seu protagonista.
E lembre-se de não sair apressadamente do cinema, pois, mantendo a tradição, há surpresinhas no fim do filme: uma cena durante os créditos finais e outra após, uma delas introduzindo mais um astro a essa tão bem sucedida franquia na qual se tornou a Marvel Studios que, além de nos satisfazer com o que acabamos de assistir, ainda consegue alimentar nossas expectativas para seus próximos projetos que, assim como foi com “Os Vingadores”, estão sendo criteriosamente planejados. E a julgar pelo que vemos na referida cena, a galáxia vai precisar de guardiões!
Daniel M.
Daniel M.

12 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2014
Até que foi dahora ,, só q aee ..o Odin ta lento demais hein ..pooh ele não consegue evitar a morte da Rainha de Asgard .. todos os méritos para o Thor ,, mas o Odin éh monstrão chegou bem depois da morte da coitada ..séeloko ¬¬ Só acho que tta zuado esse Odin ..parece que nem tem poderes nenhum .
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