Thor: O Mundo Sombrio
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4,3
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317 Críticas do usuário

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Guilherme Oggioni
Guilherme Oggioni

18 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de outubro de 2018
Excepcional! Sem dúvida, supera inclusive Os Vingadores e Homem de Ferro 3, cujo foram ótimos filmes. Sua trama, desenvolvimento e efeitos aplicados de maneira correta e sem exagero, conquistam o expectador o traz para dentro do filme. Uma rajada de ação, fantasia e humor que vale a pena!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2013
Um bom e divertido filme de ação. Bem feito e com ótimos efeitos especiais. O enredo prende o expectador e é isso o que importa. Recomendo.
Rodrigo M.
Rodrigo M.

40 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de novembro de 2013
Jogos Vorazes-Em Chamas
E o filme mais aguardado do ano !!!
PRQ não está mais em 1º lugar ??? >.<
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de abril de 2016
Thor: O Mundo Sombrio é superior ao Thor, mais ta longe de ser o melhor da fase 2 do universo cinematografico da marvel, as personagem da Natalie Portman e da Kat Dennings continuam um saco, Chris Hemsworth esta bem, Tom Hidleston continua excelente como loki, o filme tem excelentes efeitos, boas cenas de luta, infelizmente mais uma vez a marvel nao soube usar bem seus viloes, Malekith foi muito mal aproveitado nesse filme, e a cena final do filme é fraca. Nota 7.8
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de novembro de 2013
A Marvel desta vez realizou uma aventura épica, digna de seu protagonista.

O maior problema de “Thor” era a necessidade de estabelecer o vínculo do herói com a Terra para, posteriormente, integrá-lo a “Os Vingadores” (2012). Não é fácil criar uma associação plausível entre um personagem inspirado na mitologia nórdica e uma iniciativa governamental. E coube ao "shakespeariano" Kenneth Brannagh (que nunca tinha feito um blockbuster na vida) a ingrata façanha de tentar encontrar esse equilíbrio entre dois mundos quando dirigiu em 2011 a primeira adaptação para o cinema do famoso personagem dos quadrinhos. Resultado: O longa priorizou muito mais a conexão do herói com o supergrupo do qual ele iria fazer parte, em detrimento do desenvolvimento do próprio herói, bem como de seu universo, o que o deixava quase na incômoda condição de coadjuvante de seu próprio filme, ao contrário do que foi feito em “Homem de Ferro” e até mesmo em “Capitão América – O Primeiro Vingador”, em que suas histórias foram contadas de maneira irretocável. Mesmo com um roteiro travado (e ‘forçado’), "Thor" foi bem-sucedido ao introduzir o personagem ao grande público, e "Os Vingadores", por sua vez, se tornou nada menos do que a 3ª maior bilheteria da história do cinema, arrecadando algo em torno de um bilhão e meio de dólares em todo o globo terrestre. OK, missão cumprida, vamos para a fase dois. Nada mais justo agora que, em sua segunda aventura solo nos cinemas, e desta vez livre das amarras do roteiro que o prendiam a um projeto maior, o ‘deus do trovão’ finalmente receba a devida atenção, e é o que acontece em "Thor – O Mundo Sombrio", conduzido desta vez por um diretor com vasta experiência em séries de TV, Alan Taylor.
Após inúmeros conflitos em diversos mundos – em que acompanhamos Thor (Chris Hemsworth), com seu inseparável martelo encantado em punho (ou não), travando intermináveis batalhas juntamente com seus velhos companheiros de guerra – a paz finalmente chega aos Nove Reinos. No entanto, o líder dos Elfos Negros, Malekith (Christopher Eccleston, apático, mas não há muito a fazer com a maquiagem pesada que seu personagem exige), está apenas aguardando a data em que ocorrerá uma conjunção planetária que, juntamente com o Éter, uma substância mística há muito tempo escondida e da qual ele pretende se apossar, lhe permitirá espalhar as trevas por esses nove mundos, o que inclui Asgard e a Terra. Por uma dessas inverossimilhanças que inevitavelmente acontecem em filmes do gênero “super-herói”, encontramos em Londres a jovem cientista e pretenso par romântico do herói, Jane Foster (Natalie Portman) que, ao procurar por anomalias semelhantes à que causou a ‘queda’ de Thor na Terra no filme anterior, acaba encontrando justamente a fenda espacial que vai associá-la diretamente aos planos do vilão, de maneira que Thor, ao reencontrá-la, a leva para Asgard. Para impedir os planos de Malekith, Thor precisará de toda ajuda possível, mesmo que para isso tenha que desobedecer a seu pai, o Rei de Asgard, Odin (Antony Hopkins), e colocar em prática um plano que inclui libertar seu irmão, Loki (Tom Hiddleston), aprisionado na masmorra real após a destruição que causou em Nova York, vista em “Os Vingadores”.
Hiddleston dá o “Tom” ao seu personagem, que vive pela terceira vez, e que melhora a cada ato. Seus conflitos familiares, e suas exaltadas discussões, principalmente com seu irmão, em que testemunhamos seu cinismo, sempre acompanhado de um sorriso sarcástico, nos fazem querer vê-lo em cena ainda mais. O irmão de Thor foi composto pelo ator com tamanho carisma que seguramente faz dele o melhor vilão da Marvel no cinema, até agora. Dose semelhante de carisma não se aplica a Chris Hemsworth, com o qual é mais difícil haver uma identificação por parte do público, muito provavelmente devido à ‘divindade’ de seu personagem. Essa identificação cabe ao ‘núcleo terrestre’, liderado, claro, por Natalie Portman, com sua equipe de cientistas ‘quase malucos’. Este é um momento oportuno para citar o humor presente no filme, distribuído em doses certas, e criando algumas situações divertidíssimas (a ‘tirada de sarro’ de Loki no Capitão América é impagável).
O diretor Alan Taylor, que viu seu prestígio aumentar graças à forma como tem conduzido séries de TV, como a bem-sucedida “Game Of Thrones”, aqui imprime sua personalidade ao aumentar a escala do filme em todos os aspectos em relação ao anterior. Cenários, figurinos, sequências de ação, trilha sonora (desta vez composta pelo jovem Bryan Tyler), tudo é mais grandioso. As vestimentas dos asgardianos no primeiro filme eram limpinhas demais, incompatíveis com um ‘povo guerreiro’. Desta vez o visual é mais rústico e desgastado, mais conveniente, portanto, com o que se espera de trajes marcados por tantas batalhas. Igualmente caprichada foi a escolha do figurino dos Elfos Negros, de visual ameaçador. E a sequência que envolve um funeral é belíssima e majestosa, trazendo à tona a cascata de dramaticidade provocada pelo luto. Taylor mostrou que tem domínio sobre o espetáculo.
A experiência de se assistir a uma obra voltada unicamente para o entretenimento, mas realizada com extremo apuro estético, se torna ainda mais prazerosa quando identificamos nela uma profusão de referências à cultura pop. A batalha épica ocorrida há milênios que vemos logo no início do filme, narrada por Odin, nos remete imediatamente à “O Senhor dos Anéis”. Em outro momento, fazendo jus ao subtítulo do filme, a trama adquire um tom extremamente sombrio, quase de pesadelo, permeado por uma coloração acinzentada em meio a um cenário hostil coberto por nuvens ameaçadoras que enfatizam ainda mais o clima assustador em que se dá um importante embate envolvendo Thor, Loki, Malekith e Jane Foster. Difícil não lembrar dos tenebrosos confrontos de Harry Potter com Woldemort travados principalmente nos últimos filmes da saga do jovem bruxo. Já as exóticas naves dos Elfos Negros invadindo Asgard e enfrentando sua resistência nos trazem à mente, claro, “Star Wars”. E o caprichado desenho de produção desta vez nos presenteia com um reino asgardiano composto por palácios e paisagens naturais de encher os olhos, que muito se assemelha à cidade vista em “Star Wars – Episódio II – Ataque dos Clones”, que serve de cenário para o romance entre Anakin Skywalker e Padmé Amidala (vivida pela mesma Natalie Portman).
As escolhas artísticas do diretor Alan Taylor, portanto, nos convidam a percorrer vários mundos, atravessar inúmeras fendas dimensionais e conhecer o universo do qual o ‘deus do trovão’ faz parte, e nos permitem finalmente ter uma vasta noção de todo o seu potencial cósmico. A Terra, que foi um dos problemas do primeiro filme, aqui está muito bem inserida no roteiro, e abriga momentos decisivos da trama. E a maneira como a história flui e nos conduz até o clímax, ainda que previsível, nos proporciona aquela sensação de satisfação plena, por termos acompanhado quase duas horas de entretenimento raso, sim, mas magistralmente conduzido. “Thor – O Mundo Sombrio”, afinal, é uma aventura épica, digna de seu protagonista.
E lembre-se de não sair apressadamente do cinema, pois, mantendo a tradição, há surpresinhas no fim do filme: uma cena durante os créditos finais e outra após, uma delas introduzindo mais um astro a essa tão bem sucedida franquia na qual se tornou a Marvel Studios que, além de nos satisfazer com o que acabamos de assistir, ainda consegue alimentar nossas expectativas para seus próximos projetos que, assim como foi com “Os Vingadores”, estão sendo criteriosamente planejados. E a julgar pelo que vemos na referida cena, a galáxia vai precisar de guardiões!
Carlos Henrique Campos
Carlos Henrique Campos

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de novembro de 2013
Achei um grande filme, muito ambicioso e bem trabalhado. A marvel acertou e muito nesse filme em vários quesitos, como: explorar asgard e não somente a terra. Enfim um filme excelente e super recomendado.
Daniel L.
Daniel L.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2013
Após presenciar no primeiro Thor o pior filme de super-heróis das HQs deste nova leva de adaptações, fui assistir Thor: O Mundo Sombrio com descrença. Eu estava decidido a não assistir devido à frustração que o primeiro me causou – filme escuro, história que só valia pela conexão com o universo Marvel, seus demais filmes e heróis que formam um dos grandes sitcom da tela grande, Os Vingadores. Todos estes pontos negativos do primeiro filme tiveram o agravante de eu ser grande admirador da mitologia nórdica. A frustração foi grande, sem dúvidas. De qualquer resolvi dar uma chance e apesar do destaque no título ser para o Deus do Trovão louro, alto e forte, quem merece todo o destaque nesta continuação é Loki.
Com um enredo simples, porém mais legal que o do primeiro filme, Thor: O Mundo Sombrio acerta em cheio ao focar na mitologia nórdica – que por si só já é fantástica e sempre ganhará pontos comigo. A Terra acaba sendo apenas um pequeno detalhe em toda a trama desta vez. Alguns detalhes da mitologia tão conhecida pelos fãs de Cavaleiros do Zodíaco são apresentados, de uma forma um pouco superficial, é verdade, mas que acaba por incita a curiosidade e faz quem nunca ouviu falar de Yggdrasil pesquisar um pouco mais sobre este fantástico universo. O intuito do filme não é dar uma aula de mitologia e sim usar esta para criar uma história com o máximo de verossimilhança possível. Tendo em vista isto, O Mundo Sombrio cumpre bem seu papel. E por mais que o legal de uma história de super-herói seja ver toda interação e implicações de um ser fantástico com nosso mundo cotidiano – o que acontece no filme de forma bastante divertida, porém em momentos curtos – o foco em Asgard funcionou bem. Existem algumas situações forçadas e apelativas no enredo, como spoiler: o Éter encontrar logo a amada de Thor, por exemplo, ou o retorno de Heimdall, o Aldebaran de Touro do cinema – bem, este, pelo que me lembro, morreu no primeiro filme. Como não consegui encontrar nada a respeito para refrescar minha memória, fica a dúvida. Tem também a parte final onde a granada de buraco negro – excelente artefato bélico, aliás. Gostei bastante do seu uso no filme – arranca apenas pedaços de Malekith, sendo que a mesma arma tinha tido, anteriormente, poder suficiente para sugar personagens fortes como Kurse
. Porém são apenas pequenos detalhes que não comprometem o andamento do filme.
As sequencias de cenas e os efeitos visuais apresentam altos e baixos durante todo o filme. As imagens de Thor e Jane Foster fora da Terra nos apresenta uma Asgard muito bela, lembrando bastante a beleza e a paz de Valfenda em Senhor dos Anéis. As cenas de luta com as falhas gravitacionais também ficaram excelente, lembrando a dinâmica de Jumpers. E o uso do famoso martelo de Thor ficou extremamente convincente e empolgante. – a felicidade de um figurante que filma uma cena de luta do Deus do Trovão na Terra e menciona que “é o Thor fazendo aquela coisa de rodar o martelo e tudo mais!” poderia muito bem ser de qualquer um dos espectadores. Já a cena do funeral me pareceu cafona, com efeitos vindos diretamente dos anos 90. E por último, os ambientes espaciais que no primeiro filme me passaram um aspecto exageradamente artificial nesta continuação apresentaram uma melhora significativa.
Para os fãs do universo Marvel, todas as conexões com os demais super-heróis e filmes da série Vingadores estão lá, apresentadas com muito humor e tirando um sarro entre elas – Capitão América que o diga. É interessante observar a evolução que a Marvel está fazendo com o cinema, transformando este em um verdadeiro seriado com capítulos anuais e cenas finais que instigam o espectador a sempre querer ver o próximo passo da série. A Marvel entendeu a força e o apelo que possui em mãos e tem confiança suficiente para anunciar sequencias sem saber se os filmes antecessores darão o retorno financeiro esperado pelas produtoras. Não é à toa que todos os seus filmes de super-heróis são lançados sempre no verão americano – a temporada onde os principais blockbusters são lançados – e arrecadam milhões de dólares na bilheteria.
Um atrativo muito forte do filme é a relação entre Thor e Loki. Os espectadores têm a oportunidade de presenciar – e boa parte destes de se identificar com - uma bela mensagem de força e união entre irmãos que possuem divergências enormes e ainda assim se apoiam. Chris Hemsworth está se especializando em papeis carismáticos e que se destacam pela presença física. Continua longe de apresentar uma atuação digna de uma indicação ao Oscar, mas se ele entender o apelo que possui e não querer diversificar demais pode se tornar um dos grandes expoentes no segmento galãs de Hollywood. Já Loki, interpretado por Tom Hiddleston, é um espetáculo à parte. Extremamente sarcástico – Thor e seus amigos sofrem na sua mão com piadinhas como “Já sei, você quer me matar. Entre na fila, então” ou “Você errou uma coluna” – o vilão do primeiro longa e de Os Vingadores rouba a cena. Existe todo aquele charme de ex-vilão que agora passa para o lado do bem sem mudar seu jeito de ser que traz o espectador para o seu lado. Ouso dizer até que Loki tem muito mais apelo do que Thor, dono do título do filme. E finalmente a escolha de Anthony Hopkins para o papel do Deus supremo Odin me pareceu uma analogia justa.
Thor: O Mundo Sombrio consegue superar seu antecessor e é um filme bem divertido com grande potencial para manter o sucesso da Marvel no cinema. Se você for fã de todo o universo Marvel, vale mais ainda conferir o novo título do Deus do Trovão e se maravilhar com a presença ácida de seu meio-irmão. Fique ligado, claro, nas cenas pós-créditos – duas, aliás: um gancho para continuações que, espero de verdade, possam explicar melhor todos os acontecimentos com Loki e uma apenas para divertir mais ainda o espectador. E por último sobra uma dúvida que não sai da minha cabeça: o que diabos Max de 2 Broke Girls quis dizer com miau-miau?
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Salto de qualidade, efeitos, ação e roteiro sobre o primeiro longa é exorbitante, ficou ótimo o filme.
Diego R.
Diego R.

24 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de novembro de 2013
Ótimo filme boas cenas de ação com um boas pegadas de humor muito divertido,como sempre ótima atuação de Loki, agora o 3d muito fraco não recomendo,melhor faz tempo que não vejo um bom 3d no cinema...
Leo R.
Leo R.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
Um filme espetacular... Podemos começar assim falando sobre Thor : um mundo sombrio. filme ja começa com um fim... isso mesmo, após os acontecimentos em Os Vingadores podemos ver o que o destino revelou para Loki, e como todos nos já sabíamos, um destino atrás das grades ou em uma especie de grades do mundo nórdico. O filme tem um belo roteiro bem conduzido, e muito bem dirigido pelo diretor Alan Taylor e as belas atuações de Chris Hemsworth e Natalie Portman.
Mais com certeza todos foram ofuscados pelo talento de Tom Hiddleston como Loki, ele possui um grande talento de transformar suas cenas em impagáveis momentos que te levam desde o profundo sarcasmo ao mais hilariante sacana.
Com o fim do filme, temos a certeza de uma continuação, e um surgimento de um novo filme bem no inicio dos créditos finais... Como todos já sabemos vem ai Guardiões da Galáxia.
Um filme que deixa qualquer fã de quadrinhos louco, por ver seu herói tomando forma e saltando da tela um um belo 3D, e cenas que nos faz sentir parte desse mundo.
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