Horizonte Profundo - Desastre no Golfo: Críticas - Página 3
Horizonte Profundo - Desastre no Golfo
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Luiz Antônio N.
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4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2016
Horizonte Profundo - filme narra a história real do maior acidente em uma plataforma petrolífera dos Estados Unidos, O filme é muito bom prende sua atenção do começo até o fim e fora que só de saber que é baseado na história real já deixa tudo mais interessante recomendo muito
Horizonte Profundo desastre no Golfo tá longe de ser um filme que vai te deixar interresado em buscar a fundo sobre o ocorrido desastre que foi relatado nesse filme; mas é definitivamente um filme importante pra nos mostrar todo desespero que a vida humana pode passar.
Mais do que eficiente em reproduzir com detalhes a tragédia e falha ao não estabelecer o tom dramático que as relações familiares do primeiro ato sugeriam e não desenvolve uma outra relação de amizade, necessária para que o clímax emocionasse o que pretendia.
Um filme necessário que detalha em minúcias o maior desastre em plataforma marítima dos Estados Unidos, quando chamas e vazamento destruíram uma plataforma no Golfo do México, provocando a morte de 11 pessoas e um desastre ambiental de grandes proporções. Aparecem pássaros em voos cegos cheios de óleo. O filme critica a manutenção e ganância da BP, mas mostra também a complexidade da operação e dos seus riscos. Brilhante e tecnicamente magnífico.
Eis um filme que promete muito, mas entrega muito muito pouco. Horizonte Profundo se mostra como um "filme catástrofe" (afinal, estamos de fato falando de uma das maiores catástrofes ambientais da história), entretanto se perde ao embarcar em melodramas sem sal e um herói pra lá de sem graça. Os pontos fortes do filme são suas explicações didáticas sobre o funcionamento da plataforma e seus sistemas de alerta, isso é realmente interessante. Mas só até certo ponto. A obsessão por ser meticulosamente realista e explicativo aliada a falta de criatividade narrativa fazem o filme parecer um programa do Discovery Channel. O filme se mostra demasiadamente focado num preâmbulo que não agrega muito nem convence o espectador, e quando a ação finalmente começa vemos como os personagens são rasos. As ações do personagem principal (Mark Wahlberg) parecem saídas direto da "cartilha do herói" dos filmes de ação, tudo muito impessoal e barato. Também é aí que percebemos que não nos importamos à mínima com os personagens, na verdade não estamos torcendo para que alguém em especial se salve, pois não temos empatia com personagens tão mal construídos. Por fim, ao menos o filme consegue escapar das armadilhas de uma militância política e ambientalista, mas dada a falta de força do seu desfecho talvez até mesmo uma mensagem mais enlatada e politicamente correta seria uma opção melhor.
(...)Eficaz como uma autêntica reconstituição dos horrores desse desastre, Horizonte Profundo ainda falha ao se prender em fórmulas genéricas na sua dramatização.
Filmes baseados em tragédias verídicas tendem a ser bons, e Horizonte Profundo não é diferente. Com ótimos efeitos especiais e um enredo direto, é uma daquelas produções que te faz ter ódio das pessoas que estão no topo da sociedade
O maior destrate até então conhecido em alto mar ocorreu na plataforma de petróleo Deepwater Horizon, o derramamento de petróleo ocorrido em 2010 acarretou em prejuízos ecológicos de grande impacto, tais como a perda de recifes de corais e em consequência de todas as espécimes de animais que ali estavam, ficou famoso na época a imagem de uma ave coberta de óleo, demonstrando que o impacto total não ficou restrito a vida marinha e que a consequência dessa catástrofe atingiu diferentes tipos de ecossistemas.
O filme foca na retratação de como foram as horas pré e pós o incidente na plataforma, as vidas que foram perdidas e nos heróis reais que conseguiram fazer com que o menor número de vidas humanas fossem perdidas, no entanto o roteiro falha em conseguir criar vínculos entre os personagens ali existentes, principalmente entre o elenco principal formado por Mark Wahlberg (Mike Williams), Gina Rodriguez (Andrea Feytas) e Kurt Russel (Jimmy Harrell), com atuações medianas e o enfoque sendo nas consequências do desastre do que no núcleo humano, o filme não atinge o potencial que deveria.
O filme retratou de forma muito “real” a catástrofe ocorrida em 2010, no Golfo do México, com um navio americano de perfuração e exploração de petróleo. Mais uma vez somos informados que a ganância (o lucro a qualquer custo) foi a maior responsável por esse desastre (bem como pela maioria dos que ocorrem no mundo). Excelentes atuações.
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