Círculo de Fogo
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Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

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3,0
Enviada em 19 de outubro de 2013
Uma mistura de Transformers com Godzilla recheado de ótimos efeitos especiais mas que peca por colocar os combates sempre à noite, tornando as cenas um pouco escuras. Não precisou de atores renomados visto que os verdadeiros artistas são os monstros e os robôs. História "clichê" mas que não deixa de ser uma moderada diversão e nem causa arrependimento de ter sido assistido.
Romualdo G.
Romualdo G.

24 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Crítica: Círculo de Fogo (3D

Definitivamente a coisa mais legal e empolgante no cinema esse ano. Del Toro presta homenagem aos seriados japoneses e transforma um produto banal em algo realmente bom.
A história se passa no futuro, quando na fenda entre as placas tectônicas do Pacífico se descobre um portal por onde monstros de um ponto afastado do universo passam para chegar até o nosso planeta e causar destruição. Após sofrer com os danos, os humanos aprendem a revidar e criam os chamados Jaegers, robôs gigantes controlados por dois operadores conectados mentalmente entre si dentro da máquina, comandando-a através de movimentos realizados em parceria. Mas logo percebe-se que a frequência e intensidade dos ataques dos Kaijus, como são chamados os monstros, aumentam e que uma mudança nos planos precisa ser elaborada.
Se Transformers já não era bom antes, agora parece uma porcaria. Círculo de Fogo trás as maiores criaturas, os maiores robôs e as maiores batalhas já criadas no cinema (Tudo em termos de escala). Ali temos uma clara referência a Evangelion, Gantz, Godzilla e todos os animes, séries e mangás japoneses que você conseguir lembrar. Del toro simplesmente prestou sua homenagem mais nostálgica até hoje e fico com inveja de quem teve a oportunidade de assistir dublado em japonês.
Os efeitos especiais são da mais alta qualidade e o filme parece mais caro do que seu orçamento de 190 milhões. As cenas de ação tiram o fôlego e a trilha sonora é viciante e implacável. O 3D, mesmo convertido, foi algo trabalhado de maneira muito carinhosa e faz diferença. Quem sentar do meio da sala de exibição pra frente, poderá aproveitar melhor o 3D que dá muita ênfase externa pro primeiro plano, principalmente nos destroços e nas cenas de luta. Logo na introdução, temos um 3D fantástico... esse filme foi feito pra você assistir na maior tela de cinema da sua cidade (e que de preferência tenha um ótimo sistema de som).
Os personagens são meio caricatos, clichês e estereotipados. A razão disso é óbvia: Nos Animes e séries de monstros, os personagens são exatamente assim. Todo o elenco realiza um bom trabalho. Os protagonistas interpretados por Charlie Hunnam e a atriz japonesa Rinko Kikuchi são ótimos. Kikuchi é uma atriz pouco conhecida por aqui, mas ela fez sua estreia internacional em Babel e chegou até mesmo concorrer ao Oscar em 2007.
A dupla de cientistas interpretados pelos atores Burn Gorman e Charlie Day, são a força cômica da equipe e os mais caricaturados, sem falar que possuem uma boa química. Outro coadjuvante cômico e muito especial, é o nosso eterno Hellboy Ron Perlman que faz uma participação super divertida. O ator Idris Elba também vai bem como o cara durão da equipe e logo ganha a simpatia do público.
O Design dos Monstros Gigantes e dos robôs colossais é um espetáculo a parte. Há referências a uma penca de coisas ali e cada robô representa um país diferente, sendo que cada equipe ganha aqueles codinomes bizarros típicos dos animes de Mecha. Os próprios robôs ainda possuem ataques personalizados estilo Power Ranger como espadas, armas de raio, armas de mísseis e soco turbo. É pra fazer qualquer Nerd feliz.
O roteiro é bem simplista e a história não seria tão interessante se as mãos competentes de Guillermo del Toro não estivessem por trás do projeto. As coisas no filme poderiam ser resolvidas de maneiras mais simples, mas pra que soluções simples quando se pode exagerar e ir pelo mais complicado? É tanta inventividade que você acaba se perguntando de onde vem tudo isso.
A fotografia tem uma coloração forte e vai ganhando tons diferentes na paleta de cores, mas o 3D escurece um pouco e o filme acaba tendendo sempre pra um tom mais azulado. Os planos de câmera são perfeitos e todas as cenas de ação são muito bem enquadradas. Há grandes planos que mostram vários detalhes e não há aquelas cenas estilo Michael Bay feitas de cortes rápidos e que confundem por vezes o público. Definitivamente a Batalha de Hong Kong foi épica.
No fim, Círculo de Fogo é um filme feito para homenagear e entreter e nisso ele acerta em cheio. Com roteiro simples e poucos furos, ele segue sua trama com soluções grandiosas e completamente descerebradas levando o público a loucura. Se você não curte Mechas, garanto que pelo menos esse você vai curtir.
Willian C.
Willian C.

13 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2013
Eu filme de ação com cenas muito boa e principalmente a trilha sonora eletrizante e muito empolgante pena que o desfecho já é previsível.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Circulo de Fogo é um grandiso filme para quem viveu uma época de grandes aventuras como Jyraia e outras. Aqui temos os monstros, as maquinas, cenarios orientais e muita destruição de cidades. O problema esta nesta estetica que Del Toro utilizou no filme, colocando estereotipos triviasi, com cenas em excesso e superficialidades dos personagens. Ao menos se é explicado muito bem a origem dos monstros e como elas chegam a terra. Para mim o filme passou ser pouco interessante por ser uma grande ideia com pouca realização!!!!
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Não é tão bom quanto parece. Como dizem por aí, a verdade é que a embalagem atrai, mas o que nos prende é o conteúdo. Após um começo muito bom, onde a premissa é apresentada de forma inteligente e dinâmica, uma torrente de situações previsíveis inundam a telona, tal qual o agitado pacífico é o cenário das grandes batalhas. Guillermo del Toro foi competente, como de costume, e manteve seus hábitos, como a classificação para menores de 12 anos, os efeitos especiais incríveis, o tom de horror que remete as suas origens e um rosto conhecido. Assim como Johnny Depp é o favorito de Tim Burton, Ron Perlman volta a ser lembrado, confirmando seu papel de "ator fetiche" de Guillermo. Quanto ao roteiro, aí estão os maiores problemas. Os personagens são totalmente estereotipados, além de se esquecer que é o destino do Planeta Terra e da humanidade como conhecemos que está em jogo. Todos os personagens são movidos por razões pessoais.
spoiler: Spoilers neste parágrafo: O capitão é um heroico ex-piloto que salvou sozinho uma menininha e agora quer protegê-la a todo custo e apesar de nunca mais poder pilotar um robô, vai mesmo assim. A menininha cresceu e se tornou um piloto de potencial fantástico, mas que peca pela inexperiência e quer vingar a morte de sua família. O protagonista é um piloto talentosíssimo, mas tem dificuldade em seguir regras e se sente responsável pela morte do irmão. Também temos os cientistas esquisitos e o personagem "babaca" e arrogante, que tem problemas de relacionamento com seu pai.

A insistente tentativa de sensibilizar com o drama sofrido pela personagem de Rinko Kikuchi incomoda, e muito! O filme fala tanto em conexão e não se conecta com o espectador, fazendo com que as cenas onde não ocorram batalhas sejam chatas e cansativas, pois não há como se emocionar. E algumas questões também ficaram no ar: Como imagens dos monstros e das batalhas são mostradas em noticiários, se em momento algum vemos qualquer emissora de TV fazendo a cobertura dos fatos? A melhor solução para impedir as invasões destes monstros que pesam milhares de toneladas e que são resistentes à toda força militar do planeta seria mesmo cercar toda a costa do Pacífico com uma muralha? Sério? Com monstros invadindo a cada semana, o tempo gasto para isso, sem falar nos recursos financeiros e de matéria-prima necessários foi a decisão mais viável? Sem falar no final feliz, onde milagrosamente todos sobrevivem, aplaudem, choram e estão prontos para defender o mundo novamente em uma possível continuação.
O ponto positivo do filme, e dependendo do espectador, isso é mais do que suficiente para esquecer ou relevar tudo de ruim que foi dito aqui anteriormente, são os efeitos especiais. Coisa fina, de primeira categoria com certeza. Os golpes têm riqueza de detalhes e enchem os olhos as cenas de batalha. Os ingênuos piram.
Consideração final: Não é nada que você ainda não tenha visto ou imaginado, mas, por outro lado, não é o caso de você pedir suas 2 horas e 11 minutos da sua vida de volta.
mariana X.
mariana X.

27 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Em homenagem aos filmes japoneses , circulo de fogo é um filme de ficção ,mas não dos melhores , o enredo do filme é bem lento e fica preso de mais alem de ser bem previsível , o que mais chama a atenção são as cenas bem feitas que valeram a pena assistir em 3D , não julgo muito o filme pois é de ficção já da para perceber que vai ser lento e previsível então a maioria das pessoas assistem logo sabendo que o filme vai ser longo , que em algumas cenas tudo fica chato , mas o motivo para as pessoas assistirem e gostar um pouco mais do filme é o fato de que a maioria dos filmes de ficção são bem feito , recomendo mais quem é fã de ficção cientifica e também quem tem paciência .
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Um belo filme filme com grandes efeitos especiais, mas que poderiam ser melhor utilizados. Praticamente a luta entre Jaegers e Kaiju foi de noite, ou seja, com uma imagem escura, atrapalhando por muitas vezes o espetáculo. Charlie Hunnam, Idris Elba e Rinko Kikuchi fizeram bem cada papel concedido. O final do filme, por mais que seja fácil de se entender, é bastante sem lógica.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de agosto de 2013
Uma boa ficção científica que se preza tem uma trama que se passa ou num mundo apocalíptico ou num mundo pós-apocalíptico, com um grande – e obstinado – heroi e um vilão de pretensões obscuras e egocêntricas/megalomaníacas. O caso de “Círculo de Fogo”, dirigido e co-escrito pelo mexicano Guillermo del Toro, se aplica bem à primeira situação, na medida em que a Terra nos é apresentada como um planeta cujos recursos e vidas humanas estão sendo consumidos por uma guerra que já dura bastante tempo e que não tem perspectiva próxima de fim.

De um lado, temos os Kaijus, criaturas monstruosas que habitam o fundo do mar e que possuem o objetivo de dizimar o planeta Terra. De outro, temos os Jaegers, que são um tipo especial de arma criado pelos militares e que possuem o propósito de lutar de igual para igual contra os Kaijus, sendo, assim, a força de resistência da Terra frente aos seus inimigos. Os Jaegers possuem uma característica especial, pois são operados, simultaneamente, por dois pilotos que são unidos por laços de afetividade (alguns são pai e filho, outros são irmãos, e assim por diante) e conectados por meio de uma ponte neural que os liga através das memórias que eles carregam de suas respectivas existências.

Por um bom tempo, os Jaegers conseguiram manter a Terra a salvo dos Kaijus, entretanto, quando “Círculo de Fogo” começa, estamos num momento bem adverso, em que a tecnologia utilizada para a criação dos Jaegers parece não oferecer mais resistência ao poder e à força que os Kaijus possuem. Ou seja, o destino do planeta não é animador. Ameaçados de extinção por uma espécie de grupo que reúne os governantes dos países mais importantes do mundo, os Jaegers ganham uma última chance quando seu comandante – o Marechal Stacker Pentecost (Idris Elba) – decide utilizar um Jaeger analógico – e obsoleto – pilotado por uma dupla formada por um piloto experiente (Charlie Hunnam) e uma cadete que nunca exerceu essa função antes (Rinko Kikuchi, que andava sumida do cinema norte-americano desde o seu trabalho mais conhecido: “Babel”, de Alejandro González-Iñárritu).

Esse é o tipo de premissa que acaba fazendo com que o diretor Guillermo del Toro entregue “Círculo de Fogo” a uma série de clichês do gênero de ficção científica. Se a destruição do planeta Terra pode ser evitada pela mais improvável das duplas, então vamos assistir a um monte de cenas com trilha sonora grandiosa, repleta daqueles momentos de tirar o fôlego (e aqui há de se ressaltar o grande trabalho de efeitos sonoros e visuais realizados neste filme), em que a plateia não pisca o olho e que possuem os sentimentos de esperança, sacrifício e coragem impressos em cada frame. Sim, o ato final de “Círculo de Fogo” lembra um pouco aquilo que assistimos, por exemplo, em filmes como “Armageddon”, porém, não se preocupe: Guillermo del Toro, ainda bem, não é como Michael Bay. Seu “Círculo de Fogo” é um longa eletrizante e que se caracteriza como o melhor filme-pipoca de 2013, até agora.
Wellerson R.
Wellerson R.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de setembro de 2013
O filme eh bom.! a única coisa qe eu achei escroto foi qe pra desenrolar demora e dps a evolução eh mt rapida.! heheh... :P
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
CÍRCULO DE FOGO

E daí que o filme tem um roteiro pífio e narra uma estória que não tem sentido algum? E daí que o elenco do filme é fraquíssimo? E daí que o filme tem cenas que de tão embaraçosas dão vergonha alheia por serem extremamente piegas? E daí que o filme seja recheado de clichês, estereótipos e previsibilidade? E daí que a trilha sonora seja ruim de doer? Nada disso desmerece um filme que foi feito unicamente para ser assistido em salas IMAX 3D. Então, se você quiser assistir a esse filme, dê preferência a assisti-lo legendado e na tela gigante com alta definição de imagem e som. O filme tem inúmeros furos e deficiências narrativas, mas uma coisa a qual não decepciona é sua qualidade técnica, com efeitos especiais simplesmente embasbacantes. Houve momentos em que eu fiquei meio zonzo devido à tamanha quantidade de informação visual e sonora ao mesmo tempo. E convenhamos, Guillermo Del Toro é mestre no quesito filmes de conteúdo fantástico. Suas narrativas não são soníferas como os filmes de George Lucas e Peter Jackson (que me desculpem os fãs mais afoitos) e suas criaturas foram feitas de maneira tão esmerada, que o expectador praticamente fica boquiaberto. Claro que não se pode esperar desse filme algo tão denso e magistral como o sadismo sombrio e surreal de O Labirinto do Fauno, ou a luminosidade criativa dos filmes do Hellboy. Círculo de Fogo nada mais é que um blockbuster que remete a infância. Impossível não se lembrar dos herois japoneses oitentistas que lutavam em seus robôs gigantes contra mega monstros. Só que, obviamente, se eleva à milésima potência o apuro visual. Adicione ainda nessa mistureba a tentativa frustrada de um toque sci-fi que envolve um compartilhamento mnemônico completamente absurdo e ilógico (como todo o filme, aliás) com a sensação de assistir pessoas jogando vídeo game interativo. Lá também se encontram o mocinho bom de briga e com dificuldades de lidar com um trauma no passado (assim como a mocinha, por sinal), o antagonista prepotente e arrogante, um comandante de bom coração e capaz de atos extremos, e por aí vai... De resto, basta aproveitar para divertir-se com um entretenimento de massa que começa chatinho, mas que ao primeiro embate verdadeiramente grandioso prende sua atenção até o fim. Mesmo as piadinhas dos personagens de Charlie Day (que com sua cara de pateta e trejeitos exagerados praticamente repete seu personagem de “Quero Matar Meu Chefe”) e de Ron “Hellboy” Perlman (com sua cara de poucos amigos) ajudam o filme a criar uma empatia pela falta de noção generalizada que impera no filme. Aliás, não saia do cinema antes de mais uma piada ridícula, mas engraçada, depois dos créditos iniciais. Em suma, é um filme que empolga em vários momentos e vale a conferida, mesmo que seja bem aquém do que poderia mostrar o talento do diretor mexicano.
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