Média
4,3
3451 notas
Você assistiu Círculo de Fogo ?
5,0
Enviada em 30 de setembro de 2013
CÍRCULO DE FOGO , VAI , FICAR PARA SEMPRE NA HISTÓRIA DO CINEMA ; O FILME . JÁ ARRECADOU , MAIS DE DOIS BILHÕES NAS BILHETERIAS MUNDIAS O DIRETOR É GUILLERMO DEL TORO ; EU ASSISTI AO E ; POSSO FALAR QUE , O FILME ME ARREPIEI COM AÇÃO . DO COMEÇO AO FIM, ESTÁ EM PRÉ PRODUÇÃO CÍRCULO DE FOGO 2 JÁ , TEM DATA DE , ESTREIA PARA 2015 ] CÍRCULO DE FOGO CHEGA . NAS LOCADORAS EM OUTUBRO
4,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Fui ao cinema achando que ia assistir um misto de Power Rangers e Godzilla, mas me surpreendi com a qualidade tanto de desenho de produção como de roteiro e interpretações. Recomendo a todos os fãs do gênero ficção-científica + fantasia.
3,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Um belo filme filme com grandes efeitos especiais, mas que poderiam ser melhor utilizados. Praticamente a luta entre Jaegers e Kaiju foi de noite, ou seja, com uma imagem escura, atrapalhando por muitas vezes o espetáculo. Charlie Hunnam, Idris Elba e Rinko Kikuchi fizeram bem cada papel concedido. O final do filme, por mais que seja fácil de se entender, é bastante sem lógica.
4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
um dos melhores filmes em 3 D q eu ja assisti! !! muito bom! um dos melhores filmes do Del Toro!
5,0
Enviada em 19 de outubro de 2013
Esse filme me fez lembrar o porque sou fã de cinema.
Guilherme Del Toro prova que é um dos melhores diretores da atualidade dirigindo esse obra de arte. Filme simplesmente sensacional! Consegue criar uma historia profunda e envolvendo com cenas extraordinárias de destruição que deixa Transformers no chinelo.
Circulo de Fogo faz grandes referencias aos animes de robôs gigantes, que fez muito sucesso nos anos 90, e como um bom apreciador dos desenhos japoneses, me vi arrebatado pelas batalhas e monstros do filme. Direção de arte impecável e efeitos especiais lindíssimos. Foi dito que o filme "peca" por não possuir atores famosos, mas vejo isso como uma oportunidade para novas revelações aparecerem, e os atores aqui, não decepcionam em nada.
Melhor filme de 2013 até então.
3,5
Enviada em 12 de agosto de 2013
Uma boa ficção científica que se preza tem uma trama que se passa ou num mundo apocalíptico ou num mundo pós-apocalíptico, com um grande – e obstinado – heroi e um vilão de pretensões obscuras e egocêntricas/megalomaníacas. O caso de “Círculo de Fogo”, dirigido e co-escrito pelo mexicano Guillermo del Toro, se aplica bem à primeira situação, na medida em que a Terra nos é apresentada como um planeta cujos recursos e vidas humanas estão sendo consumidos por uma guerra que já dura bastante tempo e que não tem perspectiva próxima de fim.

De um lado, temos os Kaijus, criaturas monstruosas que habitam o fundo do mar e que possuem o objetivo de dizimar o planeta Terra. De outro, temos os Jaegers, que são um tipo especial de arma criado pelos militares e que possuem o propósito de lutar de igual para igual contra os Kaijus, sendo, assim, a força de resistência da Terra frente aos seus inimigos. Os Jaegers possuem uma característica especial, pois são operados, simultaneamente, por dois pilotos que são unidos por laços de afetividade (alguns são pai e filho, outros são irmãos, e assim por diante) e conectados por meio de uma ponte neural que os liga através das memórias que eles carregam de suas respectivas existências.

Por um bom tempo, os Jaegers conseguiram manter a Terra a salvo dos Kaijus, entretanto, quando “Círculo de Fogo” começa, estamos num momento bem adverso, em que a tecnologia utilizada para a criação dos Jaegers parece não oferecer mais resistência ao poder e à força que os Kaijus possuem. Ou seja, o destino do planeta não é animador. Ameaçados de extinção por uma espécie de grupo que reúne os governantes dos países mais importantes do mundo, os Jaegers ganham uma última chance quando seu comandante – o Marechal Stacker Pentecost (Idris Elba) – decide utilizar um Jaeger analógico – e obsoleto – pilotado por uma dupla formada por um piloto experiente (Charlie Hunnam) e uma cadete que nunca exerceu essa função antes (Rinko Kikuchi, que andava sumida do cinema norte-americano desde o seu trabalho mais conhecido: “Babel”, de Alejandro González-Iñárritu).

Esse é o tipo de premissa que acaba fazendo com que o diretor Guillermo del Toro entregue “Círculo de Fogo” a uma série de clichês do gênero de ficção científica. Se a destruição do planeta Terra pode ser evitada pela mais improvável das duplas, então vamos assistir a um monte de cenas com trilha sonora grandiosa, repleta daqueles momentos de tirar o fôlego (e aqui há de se ressaltar o grande trabalho de efeitos sonoros e visuais realizados neste filme), em que a plateia não pisca o olho e que possuem os sentimentos de esperança, sacrifício e coragem impressos em cada frame. Sim, o ato final de “Círculo de Fogo” lembra um pouco aquilo que assistimos, por exemplo, em filmes como “Armageddon”, porém, não se preocupe: Guillermo del Toro, ainda bem, não é como Michael Bay. Seu “Círculo de Fogo” é um longa eletrizante e que se caracteriza como o melhor filme-pipoca de 2013, até agora.
5,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
eu gostei,achei bem diferente esse filme,é de guerra uma guerra diferente,só a história e fraca eu acho mas e só assistir.
3,0
Enviada em 3 de setembro de 2013
O filme eh bom.! a única coisa qe eu achei escroto foi qe pra desenrolar demora e dps a evolução eh mt rapida.! heheh... :P
4,0
Enviada em 11 de setembro de 2013
Impossível não se lembrar das clássicas séries japonesas (Jaspion, Changerman, entre outros) que traziam heroicos soldados que controlavam enormes robôs para digladiarem com monstros gigantes. Como não recordar de Godzilla, o enorme lagarto que destruía cidades? A tecnologia que combate criaturas alienígenas pode ser a principal atração para os jovens de hoje em dia, mas o maior trunfo de "Círculo de fogo", o novo longa do competente Guillermo Del Toro, é trazer nostalgia dos anos 80 aos trintões.

A trama mostra uma invasão de enormes alienígenas (Kaiju) à Terra, mas, ao invés dos bichões virem do espaço, como na maioria dos filmes desse tipo, eles surgem do fundo do mar por meio de um portal que se abre numa fenda no Oceano Pacífico, o famoso círculo de fogo. Para combater as criaturas que emergem da água salgada, a população mundial se uniu para criar uma organização, que fabrica robôs gigantes de alta tecnologia nomeados de Jaegers, para combater essas ameaças.

"Círculo de fogo" é convencional, previsível, repleto de clichês da ficção científica no que diz respeito as invasões alienígenas à Terra e, mesmo assim, o filme é uma das produções mais legais de 2013. Por mais que o produto seja 'mais do mesmo', a exigência do conteúdo frente a proposta do longa se abranda quando a seriedade dá lugar ao entretenimento despretensioso, o que me faz avaliar mais a performance técnica da realização do que o grau de criatividade dramática.

Quando se trata de entretimento, Guillermo Del Toro é especialista no assunto, vide sua boa filmografia: "Mutação", "Hellboy" (1 e 2), "Blade 2" e a fantástica crônica sobre a Segunda Guerra Mundial "O labirinto do fauno". O diretor tem demonstrado vigor para esse tipo de cinema e com "Círculo de fogo" ele se firma como um dos melhores cineasta nesse segmento na atualidade. Seus filmes podem aspirar algum tipo de convencionalismo, mas é nítido o esforço para que o trabalho fique bem feito e isso deve-se levar em consideração.

O que Del Toro fez não foi apenas brincar com engenhocas tecnológicas e manipular grandes cenas de ação com efeitos visuais impressionantes, mas homenagear àquela ideia dos animes e seriados orientais que profetizaram pautas fantásticas para o cinema norte-americano. O diretor não só trouxe nostalgia como soube equilibrar todos os ingredientes do gênero e trabalhou os clichês de maneira inteligentemente divertida.

O roteiro tem lá seus furos e absurdos, mas percebe-se que há uma preocupação em expor uma narrativa coesa ao desenvolver bem as situações (para quase tudo existe explicação). Se há um e spoiler: quívoco em "Círculo de fogo" é o de detalhar demais os robôs, algo semelhante ao que aconteceu em "Transformers". São tantas engrenagens, peças e informações que ficamos, em certos momentos, com o olhar cansado de tanto deslumbre. No entan
to, isso não influencia no resultado final e não tira os méritos da produção que é uma das mais cools de 2013.
5,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Vale a pena assistir. Muito bom e bem filmado. atores lindos e com excelente execução. Fiquei com a dúvida se tera continuação mas espero que sim.
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