Definitivamente, o filme mais envolvente de Tarantino. Ainda acho Pulo Fiction melhor, mas me diverti mais com Django, definitivamente. O melhor filme de faroeste que há disponível em minha opinião. Atuações magníficas e roteiro excelente. A trama acompanha o recém liberto Django em sua jornada em busca de sua amada. O filme trabalha de forma excepcional a relação de Dr. Schultz com Django, uma relação de amizade verdadeira e de amadurecimento por parte de Django desbravando um EUA ainda escravocrata. A tensão do filme escala de forma grandiosa com a introdução dos personagens de Dicaprio e Samuel L. Jackson, culminando em um desfecho épico para uma obra prima. Altamente recomendado.
O roteiro é muito bem escrito. Pode parecer um pouco lento em algumas partes do filme, mas essa é a maneira de Tarantino desenvolver cada personagem, permitindo que o espectador se familiarize com cada um deles. É tão bem feito que as 2 horas e 45 minutos do filme passam voando. Você nem percebe o tempo passar.
Os personagens são ótimos. Dos principais (Django e Schultz) à esposa de Django, que foi muito bem construída nas cenas em que é maltratada pelas pessoas da Casa Grande; são cenas chocantes que mostram a crueldade que existia naquela época. A cena em que o homem é devorado vivo pelos cães ilustra isso muito bem. Muita crueldade e realismo. Nos poucos momentos em que aparece em tela, esse ator em particular se saiu muito bem. Calvin, interpretado por DiCaprio, é um dos melhores personagens do filme. As atuações de todos neste filme são muito boas, o que é raro. Samuel L. Jackson talvez tenha entregado a melhor atuação neste filme, tornando-se o personagem mais brutal e racista, mesmo sendo negro. Isso torna o personagem ainda mais detestável. Era exatamente isso que Samuel L. Jackson queria transmitir com o personagem. É por isso que ele é um personagem tão memorável neste filme.
Os efeitos práticos são muito bons. O que mais me chamou a atenção foi o sangue quando um personagem é baleado. É muito realista e cruel.
Django livre é um filme de faroeste que contou com a direção e roteiro de Quentin Tarantino. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar de 2013: melhor edição de som, melhor fotografia, melhor filme, melhor roteiro original, melhor ator coadjuvante (Christoph Waltz)- vencendo apenas as 2 últimas categorias mencionadas. A trama é ambientada por volta de 1850, no sul dos EUA, e acompanhamos Dr. King Schultz (Christoph Waltz) que faz uma aliança inesperada com um ex-escravo Django (Jamie Foxx) para trabalhar temporariamente como caçador de recompensas. Django aceita com condição de ser liberto e procurar o amor de sua vida que é uma escrava Broomhilda (Kerry Washington) que trabalha para um rico e sádico fazendeiro Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). O filme tem uma fotografia impecável e nos revela a dura realidade dos EUA no final do século XIX, com relação aos negros. Precisamos falar do personagem e atuação de Waltz, que dessa vez faz um papel de alemão gente boa (parece até que Tarantino quis limpar a sua barra com o povo alemão). Apesar do filme realizar diversas menções a outros filmes clássicos do faroeste, podemos dizer que Django entrou para a história do cinema recente por oxigenar o gênero e nos trazer o faroeste vivido por um negro como protagonista e levar boa parte do terceiro ato nas costas. Com cenas marcantes como a carnificina e personagem marcantes também como o negro que persegue outro negro vivendo por Samuel L. Jackson. Uma boa observação e mais uma discreta participação de Tarantino no final do filme atuando.
Filme muito bem bom. Ótimo roteiro, direção e atuação. A história do filme é algo que prende e vale o tempo assistido, é um filme interessante com tudo de bom que tem os filmes clássicos.
Meu segundo filme favorito do Tarantino, só perde pra Pulp Fiction. Excelente história, protagonismo de Jamie Foxx, atuações e personagens, principalmente o King Schultz, de Christoph Waltz, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante. Um filme muito cativante, narrativa rica, e mistura realidade com ficção do jeitinho que Tarantino está acostumado a fazer, muito típico dele. Um dos meus filmes favoritos, apesar de ser bem violento rs. Um dos melhores filmes de faroeste já feitos no cinema.
mais uma obra prima do gênio Quentin Tarantino. História incrível, cenas de ação empolgantes e diálogos perfeitos, e o que dizer do Leonardo DiCaprio? Que ator absurdo meus amigos.
Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, é uma celebração cinematográfica repleta de adrenalina, violência estilística e humor negro. A homenagem ao cinema de Sergio Leone é clara, mas o filme se destaca por sua habilidade em criar cenas memoráveis e personagens profundos, como o Dr. King Schultz (Christoph Waltz) e o vilão Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Samuel L. Jackson também rouba a cena com uma atuação magistral como o traiçoeiro Stephen. A direção de Tarantino mantém sua marca registrada com diálogos afiados e cenas irreverentes, como a hilária discussão da Ku Klux Klan sobre suas máscaras.
No entanto, apesar de ser uma obra grandiosa, o filme ainda depende muito de referências ao passado do cinema, como o uso de zooms, a trilha sonora de Ennio Morricone e a aparição de Franco Nero. Para futuras produções, seria interessante ver Tarantino se libertando dessa obsessão por homenagens, criando um universo mais próprio e menos dependente de influências passadas. Além disso, alguns personagens, como a irmã de Calvin, poderiam ter sido melhor explorados para adicionar mais profundidade à trama. No geral, Django Livre é uma obra imperdível, mas com algumas lacunas em termos de exploração de personagens.
Assisti diversas vezes e cada vez em que assisto, mais eu gosto! Li diversas criticas aqui, e em algumas delas as pessoas dizem não gostar de faroeste! |Eu indicaria à elas o filme que, considero o melhor do gênero: Shane (Os Brutos Também Amam), de George Stevens. Nelson Giulietti.
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