Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
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4,2
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122 Críticas do usuário

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Jc V.
Jc V.

17 seguidores 60 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2017
Jack Sparrow e sua trupe já fizeram de tudo em alto mar. Tudo mesmo. Até no fim do mundo o capitão beberrão já esteve e voltou pra contar história. Então, o que mais esperar da franquia? Difícil responder, até mesmo pros cineastas envolvidos.
Com alguns personagens novos, mas que parecem velhos conhecidos, com o retorno de personagens antigos, mas que parecem distantes demais da narrativa, e os mesmos surpreendentemente antigos artifícios pra prender a atenção dos fãs, A Vingança de Salazar parece um espaço-tempo distorcido, um limbo, um looping dentro do universo de Piratas do Caribe.
A participação "especial" de Orlando Bloom e Paul McCartney é bizarra, totalmente forçada e claramente servem mais como estratégias de Marketing do que como impulsionadores da história. Se antes o ponto forte dos filmes eram os personagens cativantes, as traições e jogos de interesse entre eles, e o misto de sorte-astúcia-inconsequência de Sparrow, agora esses elementos parecem ter secado como um peixe fora d'agua.
Por mais que Javier Bardem se esforce, e muito, pra nos entregar um vilão palatável, nem mesmo seu enorme talento consegue superar tais barreiras.
Mas o clímax do filme abre novas portas no mar caribenho. Agora que todas as maldições do mar foram quebradas significa que novas e velhas ameaças podem vir pra assombrar Jack. Ou pode ser a deixa pra encerrar a saga do herói/lenda dos oceanos sem deixar pontas soltas. Seja como for, nenhuma das opções é uma má ideia.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Em 2003, o sucesso de Piratas do Caribe foi uma surpresa, afinal, um filme baseado numa atração temática do parque de diversões da Disney não teria muito a oferecer. Com um elenco formidável e uma condução narrativa dinâmica, o diretor Gore Verbinski conseguiu fazer um dos melhores filmes de aventura da década passada – complementando o ciclo principal de personagens com mais dois filmes em seguida, garantindo uma trilogia gostosa de acompanhar – mas, sem Verbinski, cometeram o deslize de fazer o desnecessário Navegando em Águas Misteriosas – dando a entender que não haveria muita razão em prosseguir com a saga de um personagem tão carismático e divertido quanto o Capitão Jack Sparrow de Johnny Depp.

E agora chegamos ao quinto capitulo desta franquia – que parece tentar criar um novo destino para a saga – trazendo de volta personagens da trilogia original. Mas a falta de uma trama diferente, que fuja dos caminhos adotados nos filmes anteriores, é um fato que impede que este A Vingança de Salazar seja um longa memorável – a impressão que se tem é que existe alguma timidez por parte dos roteiristas em querer elaborar uma trama mais ousada, o que, de fato, desperdiça algumas boas sacadas e atuações – como é o caso do vilão Salazar, vivido pelo sempre visceral Javier Bardem, que mesmo por trás de alguns bons efeitos especiais para ressaltar a maldição por traz de seu personagem, que virou uma espécie de zumbi sedento por vingança, se sobressai graças à inquietude do ator – mas decepciona pelas motivações do roteiro, que o deixam apenas como um homem sedento por vingar-se dos piratas.

A trama deste quinto capitulo, que agora é comandado pela dupla norueguesa de diretores, Joachim Ronning e Espen Sandberg, acompanha Jack Sparrow tentando voltar a conquistar respeito entre os piratas, já que não possui mais um grande barco como o Pérola Negra. Quem cruzará seu caminho, primeiramente, será o jovem Henry Turner (Thwaites), filho de Will Turner (Bloom), que, devido a uma maldição, está condenado a viver de baixo das águas nas ruinas do antigo Holandês Voador – a única forma de quebrar o feitiço em seu pai, seria através de um artefato chamado Tridente de Poseidon, que pode ser encontrado graças à bússola mágica de Jack – mas quem também precisa do Tridente é o sinistro Capitão Salazar, sedento por conseguir se livrar de sua maldição (e de seus capangas), além de querer se vingar de Sparrow, responsável pela condição atual do capitão espanhol. A cientista Carina Smyth (Scodelario) se unirá a Jack e Henry, enquanto o ex-inimigo/amigo de Sparrow, o Capitão Barbossa (Rush) tentará lidar com Salazar.

Com algumas nuances interessantes entre alguns personagens, como é o caso da curiosa cientista Carina (confundida como bruxa pelo povo do século XVII) da eficiente Kaya Scodelario e um certo tratamento mais atencioso para a personalidade do Capitão Barbossa do ótimo Geofrey Rush, revelando detalhes de seu passado, o roteiro, infelizmente, deixa a desejar quanto ao restante, desperdiçando, inclusive, a participação de outros personagens antigos, como o Will de Orlando Bloom – até mesmo Keira Knightley fica só para uma ponta pouco expressiva. Além do pouco carisma do jovem Brenton Thwaites, que ainda desenvolve um romance sem muita química com Carina. E Johnny Depp faz quase nada de diferente do que já fez pelo seu Jack Sparrow – o roteiro o limita a proferir suas caretas e piadas por motivos que não agregam a narrativa – como nos capítulos passados – tornando-se menos engraçado, de fato. Não é de todo sem graça – mas fica devendo momentos de humor como suas trapalhadas dentro de uma roda de madeira gigante em O Baú da Morte ou seus problemas com as “pedras brancas” em No Fim do Mundo.

Justamente as lembranças da trilogia original que tiram o brilho do longa: até mesmo os efeitos especiais e ação parecem dever em criatividade aos filmes antigos – não existe uma criatura como o Kraken ou até mesmo o Davy Jones de Bill Nighy – restam aqui a caracterização boa (já citada) do Salazar de Bardem e um tubarão-morto-vivo – mas, de resto, nada diferente ou novo. E quanto à ação, o filme decepciona um pouco – o único momento expressivo é a tentativa de Jack e seus comparsas em roubar um banco no começo – no melhor estilo absurdo das animações do Pernalonga ou Tom & Jerry – roubam o banco levando... o banco inteiro. Já as batalhas marítimas e confrontos com espada em nada se diferem das que já vimos antes, pouco ajudadas pela trilha-sonora, que comete a infame gafe de utilizar pouco o clássico tema da franquia, composto originalmente por Hans Zimmer – a enérgica “He’s a Pirate” só aparece, praticamente, nos créditos finais.

Enfim, acaba por ser apenas um espetáculo “mais do mesmo” – que traz poucas esperanças de que a franquia possa continuar bem – nem a cena pós-créditos consegue inspirar isto – tornando, lamentavelmente, o Jack Sparrow de Depp em um personagem que começa a dar sinais de desgaste, devido à falta de capricho e inventividade dos roteiristas envolvidos.
Jerffson B.
Jerffson B.

8 seguidores 80 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de junho de 2017
Excepcional..Deep realmente foi feito para os piratas do Caribe..Sempre se encaixa bem no enrredo do filme.
Michaela L.
Michaela L.

9 seguidores 45 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de junho de 2017
Trazer de volta Will Turner e Elizabeth Swan é uma grande e genial jogada. Depp não está tão bom quanto nos outros filmes, mas ainda dá para dar boas risadas. O filme é claramente bem mais comercial que os anteriores. A jogada da Carina também foi bem inteligente. Efeitos especiais medianos. Apenas: QUE CENA FINAL E PÓS-CRÉDITOS!!
Luciano
Luciano

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de setembro de 2017
Sou fã da série então dificil ser imparcial. Filme muito bom, acredito que só fique abaixo de A Vingança do Pérela Negra e Baú da Morte, sem contar que tem Javier Barden, que sempre entrega personagens memoráveis.
Wagner L A Silva
Wagner L A Silva

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de maio de 2020
O filme tem uma cena boa que ocorre quando a guilhotina gira junto com a cabeça de Jack Sparrow. Ontem vi a versão dublada na TV e fiquei totalmente decepcionado com a fraquíssima dublagem de Johhny Deep. A dublagem é tão ruim que prejudica a compreensão do filme. É o pior dublador do filme, sua voz é baixa grave e pra dentro, diferente dos demais personagens do filme. É gritante a falta de técnica do atual dublador de Jack , pior é aprovarem uma dublagem dessa e jogarem isso no mercado, estragando o produto.
Eita Pílula J.
Eita Pílula J.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de maio de 2017
por que trocaram o dublador ? fez faltar para quem era acostumado
mais o filme e muito bom de se ver
Gabriel Vezzoni
Gabriel Vezzoni

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de julho de 2020
A dublagem do filme ficou péssima! A vó do Jack ficou horrível... Perdeu completamente as características do personagem... Realmente péssimo...
DouGlas C.
DouGlas C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de maio de 2017
Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!Muito bom!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 19 de abril de 2020
O quinto filme dessa franquia na minha opinião é igual ao seu antecessor, não tem um vilão que convence igual a Davy Jones, é um filme genérico, Jack Sparrow parece estar meio sem vida neste filme, e ele tem uma estética meio nostálgica que me remete ao primeiro filme da franquia, de qualquer forma nota 3.
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