Nocaute
Média
4,3
639 notas

48 Críticas do usuário

5
15 críticas
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Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2016
Antes de mais nada é preciso dizer que alguns filmes só chamam a atenção depois de certo burburinho. Nocaute foi super comentado por entregar mais uma atuação impressionante do ator Jake Gyllenhaal.
Ele vive o lutador de peso médio Billy Hope, que vai da fama ao ostracismo da noite para o dia após um acidente marcante na sua vida e de sua família.
Os clichês habituais do gênero estão todos na tela, mas a força da interpretação do Gyllenhaal é a mola que faz o filme girar. Ele praticamente carrega o filme nas costas, te levando a torcer por ele todo o tempo. Quer mérito maior que esse?
É uma experiência que vale ser experimentada.
Curiosidade. Inicialmente o rapper Eminen ia dar vida ao lutador Billy Hope.
Nota do público: 75 (IMDB)
Nota dos críticos: 61%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $52 milhões
Mundo - $91 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de outubro de 2015
Jake Gyllenhaal arrebenta no papel do boxeador Billy Hope, que nasce sem nada, ganha tudo com o boxe e perde tudo com a morte trágica de sua esposa. O filme aborda duas coisas, estar preparado para o sucesso e o dinheiro e como conseguir se levantar após uma "pancada" recebida pela vida. Forest Whitaker, brilhante como sempre, é o choque de realidade que Hope precisa. Oona Laurence, que surpreende como a filha Leila, é o complemente perfeito para este drama.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2019
Nocaute aborda duas coisas, se você está preparado em ter muito sucesso e se você está preparado de perder muito especial. É um ótimo filme de luta, as cenas de luta são incríveis.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de setembro de 2015
O filme moderniza os classicos de boxe com dois grandiosos atores do momento, Jake e Forest. Muitos closeups e sangue na tela. Sensacional.
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de outubro de 2015
Southpaw é um filme emocionante do começo ao fim. O longa é extramamente agoniante, mostrando toda a trajetória da reviravolta de um lutador, Billy Hope, e seu relacionamento com sua filha. O filme prende o telespectador, e o roteiro é tão bem escrito que acabamos por torcer pelo personagem no ato final! A direção também está muito bem comandada, e a fotografia é impecável. O elenco, está brilhante e Gylenhall novamente brilha, Oona Laurence então, se mostra como uma revelação, realizando uma performance cativante. O longa emocionada, e ao mesmo tempo traz um sentimento intenso de agonia! Muito bom de assistir.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de agosto de 2016
Ao pensar no topo e na queda, podemos remetermos a este filme, no qual nos mostra a vida de um boxeador campeão dos campeões que está destacado no topo do esporte, da mídia e da fama. Porém certos acontecimentos fazem com que tal gigante caia, e caia definitivamente esmagado no chão, com sua carreira comprometida, com seu adversário tomando seu lugar, com sua vida financeira em derrocada e finalmente, o último alicerce que é a família, destruído. Com sua consequente devastação psicológica.
O filme tem o enredo clichê, em muito nos lembrando de Rock, mas poderia ter sido melhor elaborado. Há certos vácuos no decorrer do filme, além do que, poderia haver melhor selecionamento dos atores e de suas interpretações, surgindo alguns artificialismos que comprometem a qualidade do filme.
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de novembro de 2015
Southpaw, Nocaute conta a história de Billy Hope (Jake Gyllenhaal) um boxeador durão, displicente com sua própria segurança, no ringue invicto a 43 lutas, curte sua vitória com muita dor em sua bela casa, com sua bela mulher Maureen (Rachel McAdams) e sua filha Leila, no mundo das lutas os melhores lutadores sempre são provocados por lutadores que querem o cinturão e quando Hope decide ceder a provocações de um lutador colombiano Miguel Escobar uma tragédia acontece num evento de caridade, com essa tragédia Billy Hope vai do céu ao inferno em poucos dias e perde tudo e todos, mas um lutador é moldado por socos e tombos e ele procura uma academia simples e tenta se reestruturar pra conseguir parte de sua família de volta, aí entra Rock Wills (Forrest Whitaker) treinador de boxe dos bons que o ajuda treinar sua defesa, vencer seus medos e a raiva que o consome, filme com muitos clichês no gênero boxe, mais emocionante, ápice do filme quando começa os treinos ao som de Phenomenal - Eminem, recomendo muito bom Jake Gyllenhaal comprova seu talento e Forrest Whitaker faz as honra de seu Oscar de melhor ator e Rachel McAdams cativante como sempre. ‪#‎Nocaute‬
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2015
Um filme muito bom , tudo bem que lembra outros que já vimos , mas podem conferir que a historia é muito boa.
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de setembro de 2015
Cliché, mas vale pelas atuações. É o tipo de filme que você já sabe o final sem ter visto. A mensagem do filme é sensacional. Violência gera violência, esse é o resultado das nossas escolhas. Nota 7
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Apesar do péssimo título nacional -­ southpaw, na linguagem do esporte, refere-­se à postura do lutador que posiciona sua mão direita à frente, geralmente um lutador canhoto -­ "Nocaute" conta o drama do lutador Billy Hope, invicto e atual campeão dos meio­-médios do boxe que sofre um grande revés na vida ao perder a esposa e a guarda da filha, e acaba entrando em depressão. E a missão de contar essa grande história ficou nas mãos de Antoine Fuqua, diretor mais conhecido por um prematuro grande sucesso (Dia de Treinamento, 2001), em parceria com o roteirista e criador da série popular "Sons of Anarchy" Kurt Sutter. Outros talentos como Jake Gyllenhaal, Forrest Whitaker e Rachel McAdams se uniram ao projeto, atraindo todos os olhos do mundo cinéfilo para esta grande produção.

Nocaute é um filme sobre "coração". O drama esportivo pode ser considerado um dos subgêneros mais emocionantes da sétima arte. São vários os filmes que fizeram, ao subir dos créditos, mais lágrimas caírem do que se alguém cortasse uma plantação inteira de cebola. Só no boxe há vários exemplos: os clássicos Rocky (1976) (chorar assistindo Rocky é obrigação sim!) e Touro Indomável (1980); O Campeão (1979), Menina de Ouro (2004), A Luta Pela Esperança (2005), O Vencedor (2010)... Algo comum no gênero, os elementos que nos causam tal sentimento quase sempre são os mesmos. Geralmente, um lutador não é um ser humano comum, costumam ser personagens notáveis por sua bravura dentro do ringue, bem como a superação, pois muitas vezes passam por situações extremamente adversas na vida e precisam "lutar" contra tudo e contra todos e o destino, sim, é bem comum o drama esportivo acreditar na fatalidade, na tragédia, no acaso, para que o protagonista possa cumprir uma missão predeterminada na vida.

É claro que todos esses elementos combinados podem nos dar a sensação de já termos visto algo bem parecido em outros filmes, o que popularmente chamamos de "clichê". Uma história totalmente original ou uma reversão dos elementos do gênero tem uma capacidade enorme de nos deixar boquiabertos e surpresos ­ o que é muito bom ­ mas nem todo clichê é ruim, se bem empregado ou combinado com outros elementos que façam o espectador "suspender a descrença" durante o filme. Há exemplos no esporte que poderiam facilmente ter virado filmes dinos de Oscar. Alguns deles, a revanche entre Frankie Edgar e Gray Maynard pelo UFC 125 em 2011, ou o combate entre Anderson
Silva e Chael Sonnen pelo UFC 117. Duas lutas épicas, com reviravoltas e desfechos tão espetaculares que, se houvessem acontecido em um filme, seriam consideradas improváveis e até clichês. Recomendo que assistam essas lutas para terem outra visão
sobre o assunto.

Falando agora do filme, não é novidade que os clichês do gênero estão muito presentes sim. De início, somos apresentados aos principais personagens. Billy Hope -­ confesso que acho muito brega esses nomes pouco sutis que os filmes norte-­americanos usam, como este, já que "hope" quer dizer esperança em inglês -­, sua esposa Maureen (Rachel McAdams) e seu agente Jordan (50 Cent). Não precisamos de muito tempo e explicação para perceber exatamente as principais características de cada personagem, seja por suas atitudes, por suas vestimentas ou por suas falas, e isso é muito bom. A direção de Fuqua nos coloca quase que imediatamente dentro da luta. Os closes e sincronismo da ação são obras de uma cinematografia impressionante, muito bem executados e detalhados com o auxílio do diretor de fotografia. Posteriormente, entram em cena sua filha Leila (Oona Laurence) e seu futuro treinador Tick Wills (interpretado muito bem pelo sempre competente Forrest Whitaker, embora "will" em inglês signifique força de vontade, lembram o que eu disse sobre nomes?).

Nocaute tem alguns problemas já no seu início, onde a mão pesada de Fuqua na direção deixa o filme exagerado e sempre um tom acima, seja na relação familiar de Billy com sua esposa e filha, as provocações do rival Miguel Escobar (Miguel Gomez), e algumas cenas soltas (toda a ostentação da familia Hope e o evento beneficente) que culminam no evento trágico conhecido como primeiro ponto de virada, a morte de sua esposa. Toda essa introdução bem exagerada soa um tanto artificial e bizarra -­ lembrando outro filme criticado pelo mesmo motivo, "Um Domingo Qualquer" (1999) - embora tais eventos fossem necessários para que a vida de Billy chegasse ao fundo do poço e Jake desse início a mais uma atuação monstruosa na carreira. A impressionante transformação física de Gyllenhaal e sua dedicada interpretação vêm para coroar a grande fase de um ator que eu defendo ser um dos melhores dos últimos 10, 15 anos. Embora ainda seja prematura qualquer especulação, imagino que uma indicação ao Oscar esteja ao seu alcance mais uma vez, pois o filme faz o suficiente para sustentar a indicação.

Apesar do roteiro, enquanto acompanhamos a degradação da vida de Billy, vale muito a pena reparar em outros aspectos do filme, que combinam muito bem. A trilha do recém falecido James Horner (Titanic, Coração Valente) consegue tocar a emoção do espectador com as melodias pontuando precisamente com as imagens e a fotografia de Mauro Fiore (Avatar) é uma das melhores do ano. As atuações do elenco, especialmente Jake e Forrest, são cheias de vigor e coração, características que todo grande lutador deve ter. O filme demora a engrenar, mas consegue. Poderia ter sido um filme muito melhor, é verdade e até usarei de um clichê para descrever o que poderia ter sido feito: menos é mais. Lição simples, mas que muitos cineastas ainda não aprenderam.

Portanto, o filme realmente funciona porque é um melodrama que não tem vergonha em se assumir como tal -­ a direção de Fuqua chega a surpreender de tão boa em relação aos seus últimos trabalhos, mas o roteiro é brega, impedindo que o filme se leve mais a sério. Partindo do princípio que o espectador se deixe envolver pela história, o filme prende a atenção e tem capacidade de emocionar a platéia. O resultado de tudo isso é um guilty pleasure fantástico, ou para que não conhece o termo, um maravilhoso filme ruim, que vale a pena ser visto.
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