Novamente a tematica da discriminação racial nos EUA mas retratada de forma muito inteligente, enquanto o pai é um "negro da casa" que fugiu da violencia no sul o filho decide propositalmente fazer o curso superior no sul para lutar pela igualdade. Muito bom, recomendo!
Grande e estupendo se resume esse filme de primeiríssima qualidade com Forester Whitaker e Opran Winfren que inclusive ficaram cotados para serem indicados no óscar, mas ninguém entende o porque da academia não premiar dois filmes com o mesmo proposito no ano, haja vista que 12 anos de escravidão foi o grande vencedor da noite de premiações, mas tudo bem, vai entender nê?, mas fora isso a parte, esse filme é ótimo , seu roteiro é elegante e simples, faltando apenas mas engajamento em algumas conversas do elenco, mas nota 4* é justo para esse grande filme!!
O filme se conecta com o espectador muito bem. É impossível não simpatizar com o personagem principal e sua história. O filme passa um ar de familiaridade tão bom e deixa você confortável e feliz em acompanhar a família de Eugene e toda sua trajetória. O enredo é emocionante, divertido e ainda por cima informativo; super bem trabalhado, né? Assim como as atuações e as personagens. Super recomendo!
Gostei muito desse filme, vale a pena. Não vou comentar a parte política, tampouco histórica, pois acredito que toda mensagem é imparcial, logo tem endereço certo e não vale a pena entrar neste mérito. Achei o filme dinâmico, com muitas mensagens indiretas, pegue a sua e guarde. A relação do pai com o filho já valeu o filme todo.
Amei o filme, emocionante, uma excelente aula de história, sobre racismo nos Estados Unidos e mundo, a mega atuação dos atores abrilhante a filme c maestria. Parabéns a todos envolvidos nesta produção.
Este primoroso filme aborda com singular particularidade de como num passado não muito remoto o negro se dispunha e até se admirava em se colocar numa condição de "bom subalterno e excelente servidor de seus algozes" (caso que talvez Freud explique essa relação de masoquista diante do açoite e chibata, escravidão, hediondo racismo e não menos desumano que por séculos impera até o presente os becos de TIO SAM aportando cá em terras de Cabral). Porém o filme com uma narrativa precisa em sua cronologia nos revela algo até então inusitado: "O bom e feliz criado" No tocante as interpretações me sinto limitado em arguir o quão grande foram as impagáveis atuações de Forest Whitaker e de Oprah Winfrey. Simplesmente irretocáveis. E o filme em tempo algum cai no piegas e/ou auto-piedade. Apenas aborda o tema com a visão de um homem que nasceu e viveu sob o domínio da escravidão e assim se fez um subserviente notável para seus patrões e um pai de família sem rumo e sem norte para orientar seus próprios filhos. O final tem um toque emocionante quando o bom “guri” serviçal se comove ao ver um negro (Obama) chegar lá na White House. E eu no canto de meu sofá assistindo de camarote a película simplesmente desabei em lágrimas. Spencer
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