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Neto Gomes
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3,5
Enviada em 12 de abril de 2022
Com um pouco mais de afinco, entraria no hall dos melhores filmes do gênero. A proposta em abordar o tema exorcismo, do ponto de vista judeu, é interessante, no entanto, poderia ser melhor abordada. Pra quem curti mitologia, percebe o claro paralelo com o mito da caixa de Pandora. As atuações são Ok's, com destaque para a intérprete da personagem Emily, a afligida pelo Ruim. As cenas de horror realmente gelam a espinha, com algumas ressalvas em relação ao CGI e a trilha musical, onde esta torna-se dispensável em determinadas cenas, mas nada que estrague a experiência. Recomendo muito!
O clássico “O Exorcista” (1973) continua imbatível quando o assunto é possessão demoníaca e exorcismo. Porém, ao longo dos anos, muitos foram os filmes que tentaram pegar carona no sucesso do clássico, mas o resultado sempre foi abaixo da média. Possessão fica no meio-termo. Baseado em fatos reais, o roteiro do filme conta a história de Stephanie (Kyra) mãe de Em (Natasha Calis), uma adorável menina que, depois de comprar uma misteriosa caixa de madeira em um brechó, torna-se alvo de um espírito maligno chamado Dibbuk, que ocupa o interior do objeto. Seu pai Clyde (Jeffrey) busca primeiramente todas as ajudas médicas possíveis para tentar salvar a vida da filha, até o momento em que percebe está diante de um problema espiritual e com uma única solução: um exorcismo. Curiosidade: a história da caixa pertence ao Folclore judaico. Não é nenhum clássico, no entanto, vale a pena assistir.
Os filmes de terror tiveram um grande sucesso em seu inicio com os clássicos da universal e um gênero ganhou muito destaque na década de 70 com o exorcista um clássico absoluto que virou ícone para filmes do sub gênero de exorcismo e aqui temos velhos elementos do cinema do terror.O filme é dirigido pelo Ole Bornedal que usa diversos artifícios e o principal deles é o uso de forças malignas em cima de uma jovem garotinha que vai se espalhando e mudando seu comportamento ,isso até funciona em alguns momentos onde ele consegue passar um certo clima sombrio mas tudo é virado de lado quando chega no terceiro ato que é quando tudo desanda e fica um café com leite que não assusta ninguém.
Só quem gosta de ver Jeffrey Dean Morgan em produções de terror vai entender como esse filme vale a pena. Não é um filme que quem assista vá dizer que revolucionou o gênero, mas o filme é bom a ponto de ser excelente.
Houve um tempo em que os filmes de terror da década de 90/2000 quase sempre eram sinônimo de sustos fáceis e trilha sonora capenga e repetitiva. Exceto pelo fenômeno Bruxa de Blair e a "importação" dos terrores asiáticos, nada se fez de muito diferente na América que não lembrasse o clássico supremo de terror: O Exorcista. De fato, uma corrente não tão recente também despeja suas diversas adaptações de histórias O Exorcismo de Emily Rose, O Último Exorcismo muitas vezes inspiradas em "fatos", mas que nunca conseguiram entender a capacidade do terror psicológico do trabalho de William Friedkin.
Depois de "O exorcista", filmes sobre domínio demoníaco resultaram numa contínua visão no mercado de filmagens do terror. No entanto, atrelar esse conceito a esta obra, mostra-se um equivoco de olhar para o tema. Isso, porque o longa reproduz de forma inusitada a possessão diante da influência de um objeto inofensivo que mantêm algo suspeito. Além do mais, são conferidos as etapas como esse tipo de relação se constrói com o indivíduo, até seu controle absoluto. Desta maneira, o filme apresenta excelentes interpretações das atrizes mirins Natasha Calis (Em) e Madison Davenport (Hanna), sendo acompanhado de um roteiro distinto de detalhes comuns e fatores surpresas que ocorrem até o seu desfecho final.
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