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    Sob a Pele
    Média
    2,4
    390 notas
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    66 Críticas do usuário

    5
    7 críticas
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    Wallace G.
    Wallace G.

    1 crítica Seguir usuário

    1,0
    Enviada em 2 de agosto de 2014
    Não gostei do filme. Muito parado e o filme não conta propriamente uma história, vai jogando informações e você vai supondo o que pode acontecer ou o que está acontecendo.
    No final quando você acha que algo vai se resolver, você sai com mais perguntas que respostas.

    Não recomendo, fui assistir ele ontem e confesso que no meio do filme eu cochilei mesmo.
    Muitas cenas paradas, em algumas a câmera para por quase 1 minuto fixada em um objeto sem mostrar absolutamente nada, chega a ser agustiante.

    Entendo a crítica comportamental que o diretor quis passar, mas ele pecou em vários aspectos.

    A fotografia do filme até que é boa...

    Enfim, se você quer um filme parado, sem emoção nenhuma, sem drama, sem quase nada pode assistir.
    Rafael S.
    Rafael S.

    23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

    2,0
    Enviada em 20 de julho de 2014
    filme estranho, sem proposito ou objetivo, vazio e sem sentido! fraco e entendiante!
    Gera A.
    Gera A.

    1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

    2,0
    Enviada em 18 de julho de 2014
    Valendo como filme de arte, mas monótono e sem atrativos, pouco explicativo para quem gosta de bom cinema, serve apenas para mostrar os atributos de Scarlett Johansson nua.
    oldboy
    oldboy

    4 críticas Seguir usuário

    3,5
    Enviada em 12 de julho de 2014
    positivo
    -inicio épico fazendo lembrar 2001
    -clima pesado
    -bastante influenciado por 2001
    -mas vai nos dando mais informações aos poucos
    -imagens incríveis
    -excelente performance de scarlett johansson

    negativo
    -repetitivo
    -por vezes chato
    Barbara P.
    Barbara P.

    5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

    0,5
    Enviada em 11 de julho de 2014
    Pior filme que ja vi na vida... É tão ruim que me deixou curiosa e assisti até o final!
    Quando acabou tive aquela sensação de "quem faz uma bosta de filme assim?" rsrsrsrsrs
    Edna F.
    Edna F.

    2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

    0,5
    Enviada em 6 de julho de 2014
    Ridículo, Horrível. Só os intelectuais ao extremo é que vão gostar e entender essa porqueira.
    Flavio A.
    Flavio A.

    1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

    4,5
    Enviada em 5 de julho de 2014
    Pelo que percebi em alguns comentários, é um filme para poucos. O filme consegue prender até o fim a atenção de quem o entende desde o inicio. É uma pena a revelação de que a personagem não é humana ter sido atirada ao publico pela própria sinopse, fazendo com que não exista impacto na cena final. Talvez, a intenção de revelar o maior trunfo do filme foi facilitar para o telespectador médio. Tiro no pé. Realmente esse filme não foi feito para qualquer um.
    Sidnei C.
    Sidnei C.

    118 seguidores 101 críticas Seguir usuário

    4,0
    Enviada em 29 de junho de 2014
    Acho que muitos filmes trazem em seu título a chave para sua compreensão. Sob a Pele é um deles. Afinal, o que nós humanos do planeta Terra somos embaixo de nossas peles, de nossa aparência física, de nossos corpos? A alienígena vivida por Scarlett Johansson vai descobrir isso, aos poucos. Vestindo uma roupagem humana, bela e atraente, ela seduz homens jovens, sedentos por sexo, para uma armadilha. São as vítimas do "quarto escuro" - cenas de construção visual indescritível e que só iremos compreender completamente lá pela metade do filme. Eles não serão mortos num primeiro momento, mas ficarão presos, como que congelados, até que suas entranhas, se decomponham, e reste de seus corpos somente suas peles. Que talvez sejam usadas para "vestir" outros alienígenas. Talvez. Porque Sob a Pele é um filme que dá pouca informação, muita sugestão, e deixa várias perguntas no ar.

    Se você se incomoda com filmes pouco ortodoxos, tudo bem. Mas a proposta do filme de Jonathan Glazer, mais do que contar uma história é propor um experimento visual, sensorial e filosófico. A alienígena vivida por Scarlett Johansson é num primeiro momento como que uma vampira sem dó nem piedade, que não deseja o sangue de suas vítimas, mas seus corpos. Aos poucos ela irá observar e captar a riqueza e a variedade humana do planeta, e vivenciar os atos de bondade, solidariedade, compaixão e gentileza de que um humano é capaz, sem no princípio compreendê-los ou lhes dar valor.

    "Vestida" num corpo humano, ela tentará compreender e experimentar o que é sorrir, chorar, se deliciar com uma fatia de bolo de chocolate. Quando ela encontra em seu caminho um jovem com uma doença degenerativa que lhe desfigura o rosto, um sentimento humano de compaixão a faz libertá-lo. Cansada de ser uma predadora de homens, ela foge, se escondendo na floresta, onde seu parceiro alienígena não poderá encontrá-la. Mas lá, agora frágil por esta porção humana que se apoderou dela, ela irá conhecer o outro lado do ser humano, o lado obscuro, egoísta, abusivo, violento, ignorante e intolerante, que irá cruzar o seu caminho na figura do último homem com quem ela fará contato neste planeta. Descobrindo agora o sofrimento pelo qual um humano pode passar, ela irá decidir se despir desta pele humana.
    Sob a Pele é, sim, um filme de ficção científica. Mas menos interessado em nos bombardear com efeitos especiais mirabolantes, e mais interessado em descobrir a nós mesmos através do olhar do outro, no caso, uma alienígena de passagem pela Terra. O filme fez furor quando exibido no Festival de Cannes ano passado, por apresentar cenas de nudez da atriz Scarllett Johansson, razão pela qual ficou famoso e passou a atrair a atenção do público. Mas quem for assisti-lo por esta única razão ficará decepcionado. Este é um estranho filme onde há mortes, mas não há sangue - e pouca violência - e onde há muita nudez, mas nenhuma cena de sexo. Sob a Pele é um filme elegante, de belas imagens, quase de sonho, que comprovam o talento e bom gosto do diretor Jonathan Glazer. Além de uma convincente atuação de Scarlett Johansson, Sob a Pele tem em seus pontos altos a trilha sonora de Mica Levi , que ajuda em muito a criar o clima do filme.

    Por sua proposta ousada e sua originalidade na linha narrativa e construção das cenas, o filme infelizmente irá agradar a poucos. Sob a Pele se enquadra na categoria de filmes cult, que uma pequena legião de fãs irá ver e rever, desconstruindo e decifrando seus significados visuais. Se você não estiver disposto a este tipo de interação com um filme, poderá de igual maneira apreciá-lo, porque além de sua aparente estranheza, Sob a Pele não é tão radical quanto o recente Upstream Color ou tão hermético quanto os filmes de David Lynch. Tudo pode ser dito a respeito desse filme, menos que seja comum. Sua bela e estranha atmosfera faz com que ele fique em nossa memória dias depois de o termos assistido, o que não deixa de ser um grande elogio em comparação com a maioria dos filmes banais que chegam às telas dos cinemas hoje em dia.
    Marcio S.
    Marcio S.

    98 seguidores 126 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 27 de junho de 2014
    Na busca por uma identidade própria, inconscientemente, logo após nosso nascimento, percebemos através do espelho que nós somos um ser humano. Identificamos "alguém" naquela imagem que não é mais uma unidade corporal e sim um ser a parte. Laura (Scarett Johansson) acaba através do espelho percebendo um ser novo. Diferente daquele que é ela mesmo. Isso fará com que Laura, um ser de outro planeta, comece a apresentar características de um ser humano e assim ficar indecisa quanto ao ser quem realmente é.
    Laura uma alienígena vem a Terra para junto de outro extra terrestre coletar vidas humanas. Ao longo do processo acaba por perceber um ser humana nela mesma diferente do ser alienígena que é. Assim começa a perceber características humanas em si mesma.
    O diretor Jonathan Glazer consegue realizar uma obra consistente em que as imagens prevalecem em relação ao diálogo. A composição da personagem de Scarlett Johansson desde o início, quando assume sua identidade humana, estabelece um figurino com um casaco de pele que mostra claramente o lado primitivo em que seu personagem se estabelece.
    Laura não tem nenhum sentimento. Ela só quer conseguir vítimas para sua missão. Nesse ponto a composição da personagem de Scarlett é mais um acerto. Suas feições são sérias na medida certa. Sua voz sempre baixa, sem uma mudança, acaba por enaltecer uma frieza em sua personalidade. A própria escolha de uma mulher para fazer suas vítimas, em vez de um homem, faz pensar em uma leve crítica social em relação ao papel da mulher na sociedade. A escolha por não atores também é um grande acerto, pois quando os homens entram na van realmente não sabem que ela é uma atriz. A câmera está escondida dentro da van.
    É interessante o cuidado que Laura escolhe suas vítimas. Antes de tomar uma decisão que aquela é a pessoa certa, há perguntas que definem a possibilidade de ser uma boa vítima ou não. A câmera subjetiva também é uma acerto pois implica em uma maior cumplicidade com a personagem que apesar de não aprovarmos o que ela fará nos tornamos naquele momento a personagem.
    Há uma cumplicidade maior ainda por ela ser como nós em aparência. Assim se ela sofrer, no mínimo sentiremos um sentimento ruim. Não chegamos a torcer por ela, mas não conseguimos deixar de sentir algo, talvez afetivo, por ela. Mesmo o filme tendo uma atmosfera fria sofremos levemente com Laura.
    Apesar de ter cenas repetidas, sempre há uma coisa ou outra a acrescentar. Quando ela faz suas vítimas as cenas sempre tem algo a mais. Em outros momentos é um acerto mostrar imagens que pedem interpretações do espectador e deixar perguntas em aberto para que cada um pense nas possibilidades. Vale a pena acrescentar um grande momento do filme que justamente fala da importância que damos ao que nos é visto e não ao que realmente deveríamos dar importância, isto é, tudo o que está sob a pele.
    Por fim um dos maiores acertos. Laura começa a perceber seu lado humano principalmente por meio de um espelho. Excelente ideia. Laura começa como um animal em busca de suas presas. O casaco de pele faz menção a um animal. Sendo assim podemos considerar que Laura ainda não tem o eu (ego) formado ainda e é através do espelho que ela começa a se olhar e buscar uma identificação, pois ela não é mais o ser que era quando veio para a Terra. Justamente essa nova identidade faz com que ela passe a adquirir e desejar ter hábitos humanos. Laura acha que é um ser humano, assim sua frieza é deixada de lado e quando isso acontece sua vulnerabilidade aparece.
    Um filme excelente que pede um público interessado e atento para buscar no filme aquele algo a mais que um ótimo filme pode oferecer.
    Leticia R.
    Leticia R.

    1 crítica Seguir usuário

    1,0
    Enviada em 15 de junho de 2014
    O filme deixou muitas lacunas em aberto. Por muitas vezes
    no decorrer do mesmo, o telespectador percebe que a história é
    pobre em enredo, é desprovido de ação e diálogo, o que faz do filme
    parecer sem nexo. Na sinopse "Sob a pele" é instigante, porém na
    realidade é apenas quase duas horas de tédio.
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