Bohemian Rhapsody
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4,5
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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2019
Gostei do filme, achei bem convincente, sobretudo a atuação de Rami Malek, no qual interpreta Freddie Mercury. Foi demonstrada toda extravagância da icônica lenda, além de seu orgulho, fraquezas e sentimentos. As canções executadas são emocionantes. Muito bom!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de dezembro de 2018
Bohemian Rhapsody

Dirigido por Bryan Singer, produzido por Graham King e Robert De Niro, e escrito por Justin Haythe e Anthony McCarten. Bohemian Rhapsody é uma cinebiografia de uma das maiores e mais icônicas bandas de rock da história - QUEEN.

Devo dizer que eu conheço pouca coisa a respeito do Queen e consequentemente do Freddie Mercury. Conheço o que todo mundo conhece, como suas mais clássicas letras e as partes da história da vida de Freddie até sua morte. Até por isso, eu fui ao cinema com bastante expectativas sobre o filme, e de certa forma eu estava esperando que o longa me proporcionasse uma grande aproximação de todos os fatos e relatos que fez o Queen chegar aonde chegou e, consequentemente, conhecer a história da vida (do início ao fim) de Freddie Mercury de uma forma bem mais abrangente. Mas não foi bem isso que aconteceu!

O longa é uma biografia musical belíssima, com uma vibe e uma energia incrível, é impossível não se contagiar com toda magia que o filme te proporciona. Eu sou um apaixonado por música, pelo Rock and roll, então poder acompanhar um filme sobre o Queen e sobre o Freddie Mercury é algo único. Gostei muito da forma como foi passada cada parte da trajetória do Freddie e da banda (por mais curto que possa ter sido), gostei ainda mais das partes dos shows e principalmente da apresentação no Live Aid - essa parte é o ponto alto de todo filme, sem dúvidas.

Porém: devo destacar o roteiro de Anthony McCarten, que na minha opinião, é a parte mais falha de todo filme. Para uma pessoa que não conhece o Queen (assim como eu), depois de assistir ao filme pouca coisa irá mudar em seus conhecimentos sobre a banda. Eu fiquei um pouco confuso com o roteiro, com a forma como ele ia contando a história do Freddie Mercury junto com a banda. Eu achei muito corrido (e olha que o filme é longo), muito vago, muito raso, sem fluidez. Eu esperava alguma coisa sobre o início da vida de Freddie Mercury e suas origens, como ele aprendeu cantar, mais do seu relacionamento com sua família, alguma coisa nesse sentindo.

Gostaria de mais atenção do roteiro sobre as passagens do filme, sobre suas músicas mais icônicas, como foi a criação das letras e suas inspirações. Poderia ter divido o foco com os integrantes da banda e não somente em Freddie Mercury. Grandes letras que falam diretamente sobre todas as dificuldades enfrentadas por Freddie foi deixada de lado, sem a devida atenção. Não sei qual era o verdadeiro propósito do roteiro de Anthony McCarten, mas acredito que não era focar com mais detalhes na homossexualidade e na morte de Freddie Mercury - outra parte que também senti falta no filme. Enfim, muitas coisas foram deixadas de lado sobre o Queen e sobre Freddie Mercury.

Pelo pouco que conheço sobre Freddie Mercury, devo aplaudir de pé o ator Rami Malek!
Rami Malek é praticamente o Freddie Mercury, ele entrou no personagem com uma grandeza invejável, uma entrega sem igual. Uma atuação segura, forte, corajosa, onde podíamos notar todos os seus trejeitos e facetas, chegando ao ápice no show do Live Aid, onde Rami Malek dá um verdadeiro show no palco. Nessa cena em específico podemos notar a paixão e a felicidade que Malek atua, podemos ver em seus olhos toda a sua realização em cena. Rami Malek está indicado ao Globo de Ouro 2019 na categoria Melhor Ator de Filme - Drama, e digo mais, pelo seu trabalho apresentado em Bohemian Rhapsody ele tem tudo pra estar entre os indicados ao Oscar 2019.

Devo destacar os outros integrantes do Queen, que mesmo não sendo o foco do roteiro e consequentemente tendo menos tempo de tela não fizeram feio, pelo contrário, estiveram bastante formidáveis. Gostei muito de Lucy Boynton, que fez Mary Austin, a namorada e companheira da vida de Freddie Mercury. Foi muito interessante acompanhar o envolvimento inicial de Freddie com Mary, e a partir daquela cena em que Freddie diz para ela que é homossexual, ela toma uma postura diferente, se mostrando uma verdadeira companheira e amiga pra vida toda.

Não posso deixar de mencionar a trilha sonora de Bohemian Rhapsody, que mesmo sendo um filme onde a música é quase 100% presente, o compositor John Ottman soube usar esse fato ao seu favor e nos entregar uma trilha sonora memorável. A fotografia também é outro ponto alto do filme, assim como todos os arranjos dos cenários e detalhes muito bem encaixados e observados dos anos 70 e 80. O longa está indicado ao Globo de Ouro 2019 na categoria Melhor Filme - Drama.

Bryan Singer nos entrega um drama biográfico excelente (mesmo com alguns probleminha de roteiro), que nos fez viajar e nos imergir dentro da história do Queen e do Freddie Mercury - esse ícone da música que será lembrado até os fins dos tempos. [15/12/2018]
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de novembro de 2018
Uma estória que merece ser contada. Com o som original do Queen, jovens atores interpretam o surgimento e auge da banda, focando em Freddy Mercury. Todos estão muito bem e mostram o talento do Queen e dos eu vocalista e compositor principal. Senti falta no início de uma melhor amarração sobre como a banda cresceu, mas o foco está na criação da Bohemian Rhapsody e no Freddy.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de novembro de 2018
Ícone. Lenda. Gênio. Estas três palavras são amplamente associadas às personalidades que marcaram a história da arte em algum momento, principalmente se levarmos em conta o mundo da música. Elvis, Michael Jackson, Sinatra, Bowie... Freddie Mercury. Artistas transgressores, que transcenderam barreiras, criaram obras épicas, influenciaram (e ainda influenciam) artistas e têm seus nomes marcados na história da humanidade. E Freddie foi um homem único. Com um talento imensurável e inegável. Mesmo quem não conhece profundamente a obra do Queen, conhece alguma canção deles. Eu cantarolei o filme inteiro. Rsrsrs. Esta bela e emocionante homenagem à Mercury é algo realmente admirável. Os aspectos técnicos são bem realizados, a narrativa é fluída e não cansa em suas mais de duas horas de projeção. Rami Malek escancaradamente se entregou ao papel de corpo e alma. Sua atuação de Mercury é excepcional. Apesar de não ser tão semelhante assim ao verdadeiro Freddie, é impressionante a caracterização de seus movimentos e trejeitos, que nunca resvala na caricatura. Uma entrega evidente e extremamente difícil, pois não é qualquer um que consegue a proeza de interpretar uma figura tão carismática e conhecida sem perder o tom. E o filme aposta na emoção. As cenas de performances no palco (principalmente quando vai se aproximando ao fim) são hipnotizantes. Nem é preciso dizer que a trilha sonora é arrebatadora. Os maiores hits do Queen estão lá. Pessoas cantando contigo na sala de cinema! Rsrs. Nunca vi isso antes. E ao final da exibição, palmas infindáveis. A aposta foi na entrada de Mercury na banda e a decolagem vertiginosa da mesma, focando na parte criativa e na personalidade forte do protagonista, pincelando em sua vida pessoal e seus relacionamentos. Mas o filme não é perfeito por dois motivos simples: primeiro, há uma confusão cronológica que para nós, brasileiros, fica evidente. Acredito que tenha havido um motivo para isso, talvez para não haver uma quebra no ritmo e ainda assim mencionar a marcante apresentação do Queen no Rock in Rio de 1985. O segundo problema, na minha concepção, é que apesar de o filme focar em Mercury, ele leva realmente a crer que todo o sucesso da banda se baseia somente em sua figura, o que não é verdade. Os outros músicos também são excepcionais e isso não é tratado da forma como poderia ter sido. Mas não há como negar que o filme funciona maravilhosamente bem. É muita história para ser incluída em um só filme. Daria facilmente para ser feita uma bela minissérie para contar com mais precisão a criação de uma das mais importantes bandas de todos os tempos. O clima nostálgico e a alta dose de emoção fazem esses pequenos deslizes narrativos virarem fichinha. Um filme muito bem produzido tecnicamente, e que tem uma relevância enorme tanto para os fãs quanto aos que conhecem pouco este astro que continuará marcado na história da música para sempre.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de novembro de 2018
Falar de Queen sem exaltar umas das maiores bandas de rock de todos os tempos, não é fácil. O filme Bohemian Rhapsody dirigido por Bryan Singer (X-men, Superman - O Retorno) é um longa que não só celebra a banda britânica, mas enaltece o seu icônico e excêntrico fundador e vocalista - Freddie Mercury, interpretado com uma performance avassaladora de Rami Malek (entreguem um oscar para ele). O título que dá nome a produção é uma das canções mais complexas e conhecida do Queen, usada com bastante frequência na mídia e em trailers como "Esquadrão Suicida" da Warner/DC. Ela foi composta em 1975, por Mercury, e incluída no álbum "A Night at the Opera". A canção envolve todo o longa desde a primeira tomada até a experimentação de sua composição no estúdio, no entanto, existem outras também famosas que fazem parte da trilha como "Somebody To Love", "We Will Rock You", "We Are The Champions", "I Want To Breack Free", "Radio Ga Ga", "Don't Stop Me Now", "Under Pressure", "Another One Bites The Dust", "Killer Queen", "Ay-Oh" e a linda "Love Of My Life", entre outros dos muitos clássicos. Bohemian Rhapsody fala sobre ascensão, queda e redenção, uma narrativa bem comum em filmes biográficos dessa envergadura, e o roteiro de Anthony McCarten contribui para isso, nas falas dos integrantes do grupo Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) que também fazem parte da produção como consultores criativos (Brian May e Roger Taylor). Vemos muito planos detalhes desde o início, focando muito em elementos representativos de seu protagonista (Mercury), como trejeitos, óculos e vestimentas excêntricas, além dos enquadramentos e tempo de tela de suas relações amorosas. A montagem é muito bem feita, particularmente, gostei muito dos planos e da fotografia bem carregada de cores, às vezes lembra as composições de HQ's com a tela se dividindo em vários quadros. Apesar de não ser fã do trabalho de Singer, aqui ele faz algo competente e grandioso, mesmo não concluindo todo o filme e passando a bola para o diretor Dexter Fletcher - é quase imperceptível essa quebra visual, mesmo com alguns problemas no escopo do 1º ato ao 2º, onde fica algo meio atropelado é compreensível. O filme do Queen não trata, apenas, de um "bigodudo gay", mas de um artista fenomenal e fora dos padrões. Bohemian Rhapsody é só uma pequena parte do que foi, e do que é, essa banda memorável - que eu sou muito fã - como o Queen, na figura do icônico Freddie Mercury. Queen é, e sempre será tão grande quanto The Beatles.

Você vai sair do cinema cantarolando We Are The Champions!
Lilia Fitipaldi
Lilia Fitipaldi

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2018
O filme conta a história da formação do Queen sem se aprofundar, mostrando o início de tudo até pouco antes do fim.
O roteiro apesar de destacar a vida pessoal do cantor, não se preocupa em detalhar a fundo todos seus relacionamentos amorosos, ele deixa claro desde o começo sua sexualidade, sem em levantar bandeira alguma. (fazendo jus a como Freddie tratou a questão em vida.)
O que mais é mostrado no filme é sua relação com Mary Austin, musa responsável por lhe dar inspiração para o grande hino Love of My Life, e com os outros membros do Queen em si.
Bohemian Rhapsody deixa claro que a existência de Freddie Mercury e da Queen dependiam uma da outra, a banda não existiria sem ele, assim como também não existiria sem Bryan May, Roger Taylor e John Deacon. Cada um foi fundamental para a banda ter o sucesso que teve. Se uma mesa tem quatro pernas, e uma de suas pernas é arrancada, é provável que essa mesa caía ou tenda a cair para um lado. Assim era o Queen, uma combinação completamente única e insubstituível.
Rami Malek, tirou de letra a difícil missão de
encarnar Mercury, ele transmitiu bem a enigmática, porém excêntrica persona que Freddie tinha, o ator é tão expressivo que sua atuação consegue transmitir diversos sentimentos com um simples olhar.
O carisma de Rami só perde para sua incrível presença de palco, apesar de optado por dublar as canções (por motivos claramente óbvios). Sua interpretação vai muito além da aparência (que foi levemente alterada para se assemelhar com a de Freddie), todos os trejeitos do cantor foram replicados, assim como toda a dominância que ele tinha no palco. É simplesmente lindo ver o brilho em seu olhar durante uma cena de show, ou produzindo os álbuns em estúdio de gravação ou até mesmo escrevendo as músicas.
Apesar de Rami Malek se destacar, seus colegas de elenco também não ficam para trás Gwilym Lee também fez um excelente trabalho como Bryan May, ele foi capaz passar toda a vibe tranquila que May tem, Bem Hardy que interpreta Roger Taylor nos mostra um lado mais rebelde e atrevido de Taylor e Joseph Mazzello encarna John Deacon de um modo bem ardiloso.
A história nos mostra um pouco da busca incessante de Freddie por alguém para amar, e como a vida de celebridade pode muitas vezes ser solitária e sedutora. Nos mostra como ter todo o mundo aos seus pés não é suficiente, como sempre vai existir um vazio cuja a necessidade humana sempre nos fará tentar preenchê-lo de alguma forma.
As cenas de apresentações da banda são arrasadoras tanto da perspectiva do público como da banda.
Bohemian Rhapsody emociona de uma forma como só Freddie Mercury foi capaz de emocionar, com sinceridade, amor e sofrimento. Ele colocar em poesia a mistura louca e emocional que foi o Queen, e nos faz entender o que tornou a banda um fenômeno. O que os diferenciava era o fato deles serem, parafraseando o próprio Mercury: "Quatro desajustados que não pertencem juntos, tocando para outros desajustados, para os exilados bem no fundo da sala, que têm certeza de que eles não pertencem também."
Mostrando uma história de uma família, que assim como todas tinha seus atritos, seus altos e baixos, mas que foi unida por algo maior: um amor a música e ao público.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de dezembro de 2019
Bohemia Rhapsody é um filme incrível, o filme tem apenas um defeito mas para mim um grande defeito, o filme erra muito na cronologia da história, exemplo é quando mostra eles no Rock in Rio, o Freddie Mercury não estava do jeito que se mostra no filme, e também quando descobre a doença ele na verdade descobre depois que acontece o show Live Aid, mas eu entendo que quiseram terminar o filme no show.
Mas fora isso o filme é incrível, atuação do Rami Malek para mim é muito boa, na verdade todos os atores foram muito bem.
Você tem obrigação de assistir, agora se vai gostar é outra história.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2019
A música e o dom de Freedy eram e sempre serão mágicos. A história e a saga infelizmente dentro de um perdido padrão solitário e - na maioria das vezes - vazio.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de outubro de 2019
Gostei muito do filme que conta de forma simples a complicada vida do astro Fredy Mercury. O ator vencedor do Oscar interpreta de forma impecável a vida do astro. Até eu que não era um super fã da banda Queen me rendi e passei a ver e curti-los com outros olhos. ADOREI...
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2020
A história é cativante e nos conecta com a vida de Freddie Mercury. Poderia ser um dos grandes filmes do ano, mas as confusões na linha temporal machucam a história e descredibilizam um pouco o roteiro.De qualquer forma continua sendo uma bela homenagem a Freddie Mercury.
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