Bohemian Rhapsody
Média
4,5
2859 notas

269 Críticas do usuário

5
153 críticas
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Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de abril de 2020
É bacana pelas músicas em tela e pela nostalgia, mas é só. Só. Muito pouco para uma biografia de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. O roteiro é muito fraco, cheio de diálogos pobres e chulos. Rami Malek está ok, ele é um bom imitador de Fred Mercury, mas quando o longa exige dele expressões como surpresa e tristeza por exemplo, ele não consegue demonstrar tais emoções direito.
Sem dúvidas esse é um dos piores filmes indicado das categorias principais do Oscar, e sem falar na vitória pra mim pouco merecida de Rami como melhor ator, mas, para quem é muito fã, provavelmente vai amar o filme, principalmente por seus 30 minutos finais, mas essa é uma cinebiografia fraca, artificial e multas vezes até endeusada demais.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 14 de março de 2020
Era previsível que esse filme teria uma nota tão alta do público. Afinal, a maioria dos usuários desse site são espectadores médios, o ''povão'', os leigos que gostam de entretenimento seguro, esquemático, e medíocre. Público médio = Entretenimento medíocre. Quanto ao filme em si, apenas mais uma cinebiografia clichê, covarde, com uma fórmula batida no liquidificador no ponto para agradar as pessoas certas e fazer milhões. Ao menos, Malek tem seus momentos como Mercury e os últimos 20 minutos são bem feitos, com a reconstituição do Live Aid 85. Mas de resto, apenas mais um entretenimento chinfrim que se aproveita da fama das figuras reais retratadas de maneira totalmente genérica e amenizada para ser aprazível ao público corriqueiro, passando uma borracha nos momentos mais polêmicos tanto do Queen quanto de Mercury, sua vida pessoal e seus notórios excessos, tornando seu longo conflito pessoal uma nota de roda pé e dando enfoque ao seu breve relacionamento heterossexual com uma moça que viria a se torna sua melhor amiga...Sono
Jéssica Portella
Jéssica Portella

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2019
Queen ou Freddie Mercury, pra quem olhar? Eu fiquei mais focada no Freddie. Que no filme era um astro impactante e muito pouco áspero. Mas era assim mesmo? Acredito que por licença poética "tornou-se doce".
A palavra mais sensata a usar é Saudade. Nossa me deu demais! Ao ponto de ir ouvir às top 30 Queen ... Vale a pena? Vale muito.
Andrei Andrade
Andrei Andrade

10 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de janeiro de 2019
Roteiro fraco repleto de personagens estereotipados acompanhados de uma atuação forçada e conveniente de seu principal personagem... apesar de adorar o a banda me senti vendo videoclipes de mais de duas horas de duração, coisa que se encontra aos montes pelo YouTube. direção e roteirista deveriam ter ousado um pouco mais .
Mauro A
Mauro A

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2019
Quem pensa que vai ver uma biografia do Fred Mercury vai se decepcionar. O roteiro vem se desenvolvendo como biografia, ainda assim, falha em muitos pontos, a partir de um determinado momento o que se vê apenas são os shows da banda, mas nada que se aprofunde na história do mito que pode ser considerado como um Elvis Presley II.
Carmem M.
Carmem M.

4 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de março de 2019
Sinceramente, muito fraco! Ainda não compreendi como esteve em tantas categorias concorrendo ao Oscar. O que te faz assistir o filme do começo ao fim é justamente em respeito ao que foi Freddie. Atuação de Rami Malek foi boa, mas os dentes exagerados deixaram Freddie muito caricato. Não se iluda, o filme sobre Freddie acaba no meio, o resto é apenas reverência ao Queen. Faltou profundidade a história do inigualável cantor, necessitei de entender mais a relação dele e Mary Austin da mesma forma o lastro que ficou na trama com seu parceiro, Jim. Não é um filme com uma trama bem amarrada e isso talvez tenha sido muito por conta da troca de diretor que aconteceu, pode ter atrapalhado o desenvolvimento. Enfim, fui com sede ao pote, criei expectativa e fiquei decepcionada.
Gustavo S
Gustavo S

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de novembro de 2018
FILME FRACO , SEM PROFUNDIDADE . PORÉM...RAMI MALEK ... AO MENOS UMA INDICAÇÂO ELE MERECE( ESTOU FALANDO ISSO PORQUE AINDA NÃO VI OS OUTROS FILMES) . O MULEKE É BOM.=, SE NÃO, O MELHOR DESSA GERAÇÂO.
Anthony Stefano
Anthony Stefano

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de novembro de 2018
Tirando todas as desinformações e distorções cronológicas dos acontecimentos reais, é um filme bacana que conta com algumas piadas nível Marvel e a ótima interpretação do Remi Malek. Mas como fã do Queen não posso dizer que passa de um filme regular, em uma época como essa que estamos é complicado aceitar algo que que passa adiante informações erradas aos novos fãs. Como por exemplo spoiler: a formação da banda, onde mostra o Freddie como um fã obcecado por Smile, quando na verdade ele já era amigo do Tim Stafell (ex vocal do Smile) e de Roger e Brian; o preconceito que ele sofria por ser estrangeiro, coisa que nunca aconteceu porque ele possuía pele clara, inglês impecável e estilo impressionante, então todos pensavam que ele fosse de fato inglês, a distorção cronológica de algumas músicas como Fat Bottomed Girls sendo retratada logo no período Glam da banda, assim como o Rock In Rio nos anos 70... terrível. Como filme de ficção ficou bom, mas para retratar o que foi o Queen, me decepcionou bastante.
Horacio A
Horacio A

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de dezembro de 2018
De um jeito geral. não gostei do filme. A personagem que Malek compõe é um esteorotipo. Eu segui toda a carreira da banda na realidade, no momento que eles fizeram sucesso. Jamais vi nele um cara tão excentrico. Acho que ele era muito mais um artista. Fora isso o filme tem vários assuntos inexatos (datas trocadas, a estória de como se conheceram com Brian, Roger e John. As supostas brigas entre eles, os discos solistas de Freddy). Para mim foi longo demais e um pouco cansativo.
O que realmente gostei é de ouvir novamente todas suas maravilhosas músicas (que também fiquei cantando o filme todo) e ver a mágica conexão que ele tinha com o público.
Musicalmente faltou bastante no filme e tivesse gostado que se falasse, pelo menos um pouco, das suas maravilhosas apresentações com Monserrat Caballet.
Se fazm um favor, leiam as críticas da imprensa neste mesmo site. As últimas, não mercantilistas primeiras. Aí os especialistas em cinêma são bem claros. O filme é passatista e superficial e deixa muito a desejar
Paulo G
Paulo G

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de março de 2019
Uma desilusão. Foco excessivo sobre a sexualidade de Freddie Mercury, em detrimento da sua personalidade emocional que é mal explorada, numa completa ausência de intensidade dramática.
Tratamento superficial da capacidade criativa do artista e do relacionamento com a banda, que deveriam constituir o núcleo do filme.
A caracterização do ator é ridícula. A personagem parece doente desde o inicio do filme, mais parecendo um Hobbit do Senhor dos Anéis.
Salva-se a interpretação de Rami Malek, que ainda assim, resvala por diversas vezes para excessos.
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