Tempos Modernos
Média
4,6
1551 notas

158 Críticas do usuário

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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
__Charlies Chaplin__ foi o Leonardo da Vinci da Sétima Arte. Em __Tempos Modernos__ ele não apenas atua e dirige, como escreve o roteiro, edita e compõe a trilha sonora, incluindo o belíssimo tema de casal. É um filme-fantasia que contém metáforas sobre a vida dura na cidade, onde a multidão caminha em uníssono para as fábricas na esperança de uma vida melhor, trabalhando em um ritmo frenético ditado pelo dono através de um monitor gigante. Não à toa, a primeira cena intercala essa multidão com um rebanho. Acompanhamos a história de apenas um desses trabalhadores (Chaplin) que é preso após ficar maluco trabalhando na linha de produção. Ironicamente, a prisão é um lugar mais agradável do que a vida lá fora.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 2 de maio de 2019
Um clássico atemporal sobre combate à opressão e busca da própria identidade, Tempos Modernos é uma aula do gênio eterno Charles Chaplin que mostra do quê o verdadeiro humor se trata.
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Clássico, clássico,clássico. Só tenho uma coisa a dizer: Meu filho de 4 anos adora esse filme, sempre pede para ver o Chaplin.Gênio!
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2013
Um dos melhores filmes do genial Charles Chaplin. Consegue mesclar com maestria ingredientes como amor, humor e crítica social, resultando numa mensagem atemporal. Muito boa a atuação de Paulette Goddard. A cena final se tornou um clássico. Capaz de agradar a todas as gerações.
Vinipassos
Vinipassos

259 seguidores 178 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2013
Nossa, Chaplin é gênio, o filme é um clássico. Ele consegue criticar diversos elementos da sociedade em que vivia, todas eles relacionados ao modelo industrial idealizado por Henry Ford.
Brilhante. É engraçado e subversivo. Antes de tudo, uma excelente obra da Sociologia.
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2016
Ah, fala sério, esse filme nem precisa de recomendação. A mescla perfeita de comédia e drama, além de uma crítica à modernidade que, apesar de estar em um filme antigo, é bastante atual. Um grande clássico!
Mr. Dean Corso
Mr. Dean Corso

37 seguidores 49 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2016
Um verdadeiro clássico, um épico da história do cinema, e porque não, da história da humanidade. Um filme que retrata com precisão, a vida após a revolução industrial, e como o ser humano ser tornou escravo dessa nova era.
Chaplin no conduz nesse longa, a uma reflexão sobre a forma com que o ser humano é tratado no período pós revolução, onde a produção e os lucros, são mais importantes que o indivíduo. A primeira tomada do filme demonstra bem isso, quando vemos um bando e ovelhas correndo em uma direção, e logo após, vemos os trabalhadores na mesma situação entrando na fábrica, verdadeiramente como um rebanho, que não pensam, e são conduzidos numa mesma direção por seus superiores.
O detalhe é que Chaplin tem a capacidade de nos conduzir ao cenário político e social dos anos 30, de uma forma leve e descontraída, mas sem perder o foco da crítica social. A própria forma com que a justiça é abordada nos mostra como foi a época da caça as bruxas comunistas, fato que se intensificaria anos mais tarde.
Um filme que aborda as manifestações dos trabalhadores por melhores condições de trabalho, os sonhos e as frustrações do proletariado, as decisões arbitrarias das autoridades que deveriam zelar pelo cumprimento da lei, as dificuldades enfrentadas pelos desempregados, as greves... Tudo isso com o carisma e humor de um verdadeiro mito do cinema, e sem dizer uma única palavra.
Tempos Modernos, apesar de datar 1936, nos parece cada vez mais atual, quando vemos que, em tantos anos parece que muita coisa definitivamente não mudou. E essa brilhante obra continua a nos impressionar.
Paulette Godard interpreta uma pobre garota órfã, que vive com suas dua irmãs e seu pai desempregado, e se vê em enormes dificuldades até mesmo para se alimentar, e tem uma atuação de gala, brilhando ao lado de ninguém mais do que o gênio dos gênios: Charles Chaplin. De quem se tornara esposa.
Chaplin como sempre, está magistral, pois consegue nos fazer rir e ao mesmo tempo refletir, sobre uma situação séria e importante.
A cena de Chaplin nas engrenagens da máquina na fábrica é inclusive até hoje, uma das mais famosas da história do cinema, e faz parte de um dos momentos mais hilários desse filme, tal como a chegada dele e de sua companheira ao novo lar: um barraco de madeira, onde tudo fatalmente despencava de alguma forma.
A fotografia do filme, em preto e branco, é simplesmente deslumbrante, e o desenrolar da história é fantástico, tal como o número musical de Chaplin, perto do fim, e o seu emocionante desfecho.
Em resumo, acredito não ser digno de falar muito mais sobre esse grande clássico, pois não há mais palavras que possam descrever a grandeza que é a experiência de assisti-lo, e aqueles que realmente amam a Sétima Arte pensarão da mesma forma ao verem, e se sentirão honrados por estarem frente a frente com a grande obra, do mestre dos mestres do cinema, o magnífico Charles Spencer Chaplin.

Nota: 10
Ronaldo M
Ronaldo M

24 seguidores 36 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de maio de 2016
Essa obra-prima de Charles Chaplin (1936), carrega no seu bojo com bastante humor, a crítica social e política pós revolução industrial, confrontando duas realidades:

- De um lado a elite dominante do capitalismo selvagem, influente junto ao Poder constituído, detentora das mega indústrias já automatizadas, esfolava a classe trabalhadora com longas jornadas de trabalho (quase escrava), em que os operários executavam em cada repartição, funções repetitivas e contínuas ao longo de todo o expediente. A alienação do operariado nas linhas de produção, inteligentemente ilustrada no início do filme com a analogia entre um rebanho de ovelhas e operários saindo do metrô à caminho da fábrica.

- Do outro lado da realidade, na imensa maioria da população, a pobreza, a míséria e a fome, o desemprego, a baixa auto-estima, eternizada pela atriz Paullete Godard, interpretando uma pobre órfã faminta que cuidava de suas irmãs. A brilhante atriz Paullete Godard mais tarde se tornara esposa de Chaplin.

- O operário, maravilhosamente interpretado por Chales Chaplin (Carlitos), na linha de produção, corre contra o tempo, numa das cenas que ficaram para sempre na memória da Sétima Arte.
Bruno M.
Bruno M.

19 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de setembro de 2013
filme incrível recomendo para todos aqueles que gostam de arte do surrealismo. Adorador do surrealismo David Bowie exibia o filme no começo dos shows da turnê "Station to Station", de 1976. O que mais gosto nesse fantástico filme e a sua arte nada mais nada menos dirigida por Salvador Dalí,. O filme não possui uma história na ordem normal dos acontecimentos, e.g. passa de "era uma vez" direto para "oito anos depois". Utiliza a lógica dos sonhos, baseado em conceitos da psicanálise de Freud, como o inconsciente e as fantasias.
Eduardo Buss
Eduardo Buss

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2018
Um filme genial!
Coloca várias críticas num filme que superficialmente parece uma comédia, muito bom mesmo.
Sem dúvidas recomendo!
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