Os Vampiros que se Mordam
Média
2,6
264 notas

28 Críticas do usuário

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Ninaura N.
Ninaura N.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de março de 2013
Nota 10, principalmente pela atuação e aparência de cada personagem, essa foi a melhor sátira feita... pois, lembra as cenas de crepúsculo igual, porem de uma maneira engraçada.
anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
-Minha cara amiga ANA CAROLINA,vc foi uma grande surpresa aqui viu!Talvez seja a única a gostar do filme,mais vc se vc gostou tudo bem,quem sou eu pra discordar.
-Eu já vi muito besteirol ''besta'',mais esse passou dos limites.
-Como podem perder tempo e dinheiro fazendo porcarias no cinema como essa?
-Depois de TODO MUNDO EM PÂNICO nenhum besteirol mais prestou.
-Por favor....NÃO ASSISTA........
Vitor P
Vitor P

497 seguidores 236 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de outubro de 2018
Típica paródia de filmes famosos, dessa vez com a Saga Crepúsculo, mas é sempre bom lembrar que nada nunca chega aos pés de Todo Mundo Em Pânico.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Se você achava que a comédia satírica moderna precisava de mais sofisticação ou sutileza, sinto muito, você está redondamente equivocado. A verdadeira alma do humor, a pureza da paródia sem rodeios, a beleza da crítica crua e despretensiosa podem ser encontradas em um dos filmes mais brilhantes (ou nem tanto) da década de 2010: Os Vampiros que Se Mordam (Vampires Suck), escrito e dirigido pelos mestres do sarcasmo, Jason Friedberg e Aaron Seltzer. Este épico da comédia de terror não apenas revisita a franquia Crepúsculo com uma leveza irreverente, como também redefine o conceito de arte cinematográfica. Caso você não tenha assistido, prepare-se: você está prestes a ser presenteado com um espetáculo digno de muitos prêmios… ou talvez nenhum, mas vamos lá.

É claro que, antes de adentrarmos no reino do deboche e da genialidade satírica de Vampires Suck, é necessário um rápido esclarecimento: Robert Pattinson, eterno ícone de Edward Cullen, certamente deve estar aplaudindo de pé essa obra-prima. Isso porque, como bem sabemos, Pattinson sempre expressou um desprezo quase artístico pelo seu papel na saga Crepúsculo. E, se há algo que Vampires Suck faz com maestria, é exatamente a mesma coisa que Pattinson sempre quis fazer: zombar e desmistificar a história de vampiros idealizados, com uma boa dose de humor ácido. O ator até comentou, certa vez, que os livros de Crepúsculo eram “uma fantasia sexual para mulheres jovens”. Bem, podemos afirmar com segurança que Vampires Suck é a personificação desse pensamento, uma crítica que leva o absurdo a um nível quase transcendente.

Vamos, então, adentrar a análise desta obra fundamental para o entendimento do humor moderno. Em primeiro lugar, temos a protagonista Becca Crane, que, ao invés de se apaixonar por um pálido e melancólico vampiro, se vê atirada em uma dinâmica completamente cômica e exagerada, entre Edward Sullen (a paródia de Edward Cullen, claro) e Jacob White (uma versão carismática e, talvez, um pouco mais fofinha, de Jacob Black). No entanto, a verdadeira trama gira em torno de sua busca desesperada pela identidade de um namorado, enquanto precisa sobreviver aos perigosos jantares de família e, claro, à ameaça constante de um baile de formatura – porque nada diz “romance” como um evento social do ensino médio. Os diálogos, inebriados por uma ironia sem freios, são um prato cheio para qualquer fã de comédia que aprecie o estilo de paródia que não poupa nem um resquício de seriedade.

No entanto, é preciso entender que Vampires Suck não é um filme para os fracos de coração. Ele se permite, de forma quase impudente, zombar da fórmula cansada dos filmes de vampiro adolescentes, com um humor físico exagerado, piadas rápidas, referências hilárias e, claro, uma inacreditável paródia das personagens femininas e suas tendências autossuficientes. Becca, por exemplo, não é apenas a “Bella Swan” em versão cômica – ela é o retrato perfeito de uma jovem que, diante de um mundo insano, tenta achar algum sentido. Se a Bella de Kristen Stewart é marcada por uma introspecção angustiante e por diálogos sem emoção, a Becca de Jenn Proske brilha com uma angústia que beira o ridículo, o que é mais do que merecido. O tom cômico das suas expressões “angustiadas” – que vão do morder os lábios ao olhar de quem acabou de descobrir a última temporada de Game of Thrones – é um deleite para os fãs da paródia. Quem precisa de um arco dramático quando você tem uma personagem que literalmente tropeça no próprio destino?

No entanto, Vampires Suck não está apenas interessado em criticar Crepúsculo e suas sequências. Não, o filme também sabe cutucar a cultura pop de uma forma inteligente. Ele se permite escarnecer da ideia de “amor eterno” e “sacrifício vampírico” com uma leveza assustadora, mas ao mesmo tempo com um olhar atento sobre as falácias das relações idealizadas. Como em toda boa paródia, os clichês são elevados ao status de piada universal, e é impossível não perceber que os próprios roteiristas, Friedberg e Seltzer, estão claramente brincando com o absurdo da saga original. Se Crepúsculo é uma fantasia sexual adolescente travestida de romance, Vampires Suck é a versão em que os protagonistas se veem forçados a rir de si mesmos, como quem diz: “Se você acha que estamos exagerando, é porque estamos.”

Ao final do filme, depois de assistirmos à inusitada transformação de Jacob em um chihuahua (sim, você leu certo), a verdadeira vitória de Vampires Suck está no seu potencial de ressignificar o conceito de “paródia de uma paródia”. O filme não se limita a ser uma simples sátira de Crepúsculo, mas um comentário sobre a própria ideia de que certos mitos e personagens são elevados a um status irrelevante por causa do culto à figura do “bad boy” imortal. Por isso, Robert Pattinson, mesmo depois de anos fugindo do fantasma de Edward Cullen, deve olhar para Vampires Suck como uma verdadeira obra de arte cinematográfica, uma obra que desmascara, com maestria e ironia, o próprio filme que ele odiou tanto.

Agora, se você, caro leitor, procura por um filme com uma estrutura narrativa profunda, com diálogos refinados e uma reflexão existencial de alta qualidade, este filme pode não ser para você. Mas, se você se permite rir da farsa que é a eterna “história de amor sobrenatural” e está disposto a entrar de cabeça em um mar de ironia e deboche, então Vampires Suck é o que você precisava. Uma comédia que não poupa nem mesmo seus próprios defeitos – uma verdadeira celebração do absurdo.

Os Vampiros que Se Mordam é um monumento cinematográfico, uma pedra angular da crítica mordaz e um presente para todos que, assim como Robert Pattinson, desejam ver o império de Crepúsculo desmoronar em uma avalanche de risos. Quem sabe até um dia, no futuro distante, Pattinson, com um sorriso irônico no rosto, levante uma taça em homenagem a essa magnífica paródia, como um gesto de agradecimento ao filme que, com talento e deboche, ajudou a mostrar o quão ridículo realmente era o fenômeno vampírico. Quem nunca precisou de uma boa risada para curar as feridas de um passado glorioso que nos consome, não é mesmo?
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de dezembro de 2012
Conseguiu trazer atores um tanto parecidos com o do original. Arranca risadas, mas não chega ser aquele filme que se esperava. Mas foi a melhor paródia do Crespúsculo, valeu a pena assistir.
Ronaldo B.
Ronaldo B.

456 seguidores 232 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2012
Muito Bom!! Ri demais com todas as cenas desse filme! É espetacular!
Danny Sincerona
Danny Sincerona

44 seguidores 193 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de agosto de 2020
Hilário, louco e bizarro. Essas são algumas das palavras que descrevem esse filme maravilhoso. Sim você leu bem, maravilhoso.
O filme é uma parodia do Crepúsculo e para a autora aqui ele consegue ser muito melhor que o original, levando o filme a um outro nível
A história é completamente bizarra, de outro mundo, fazendo referencias ao mundo pop e contos de outras histórias tendo até o Black Eyed Pears como vilões, sim gente é realmente isso mesmo.
O filme te prende do começo ao fim, você simplesmente não consegue desgrudar os olhos da tela, querendo saber qual será a próxima merda que eles iram fazer para te fazer dar risada. Como a dança dos chihuahuas,sério procure esse video na internet.
Uma coisa interessante é que a Anneliese Van Der Pol que interpreta a Chelsie de As Visões da Raven, aparece no filme como amiga/inimiga da Becca, e é muito legal ver a nossa Chelsie sendo uma vadia como você nunca viu na vida.
Eu super recomendo esse filme, não tem como não dar risada com os personagens, eles acabam marcando você e não tem como esquece-los.
Neto S.
Neto S.

30.583 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de novembro de 2013
Os Vampiros Que Se Mordam Consegue Ser Uma Comedia Bem Engraçada Que Satiriza Crepusculo Tem Umas Partes Que Voce Ri Bastante Atuaçoes Boas , Roteiro Bom pois e Igualzinho do Crepusculo Esse Filme e o Crepusculo 1 e Lua Nova Filme Vale Apena Consegue Ser Melhor Que Tudo Mundo Em Panico 1 e o 5 Bem Nao Tenho Muito Oque Fala Com Essa Critica e So Isso Com As Coisas Que Eu Falei Encima Eu Do Nota 9.0
fabioccpv
fabioccpv

15 seguidores 39 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2012
O filme é bom, algumas cenas engraçadas outras forçadas, mas no geral dá para assistir. A atriz tem atuação e expressões bem melhores que a Bella "verdadeira". Nota 7. Recomendo!!!
silva m.
silva m.

17 seguidores 76 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2012
muito bom e engraçado muito mas melhor que anoitecer..
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