Até que é uma boa versão mas ainda prefiro a de John Carpenter da década de 80, Mary Elizabeth Winstead é muito boa atriz e comanda muito bem o filme como protagonista.
O elenco até que é bem conhecido.O diretor nunca ouvi falar. Apesar de "A Coisa" ter cenas absurdas,algo se salva na trama.Podemos ver uma bela fotografia. No mais,vários momentos que lembra "Resident Evil",com criaturas bem esquisitas.
-Filme assistido em 29 de Dezembro de 2015 -Nota 5/10
Minha opinião: Existem muitos filmes do gênero e dizendo que este é #remaker do filme de 1982 com Kurt Russel. Temos filme Alien, vampiro, serial killer e de policial no mesmo estilo de filme. Aqui temos como protagonista Mary Elizabeth que tem uma interpretação mediana. A estoria é quando encontram uma nave alienígena na Russia e assim chamam uma equipe dos EUA para a pesquisa da descoberta. Encontram uma alien congelado e assim que desperta e pensam que matam o seu sangue faz clones, assim não da para saber quem e o alien assassino, então qualquer um é suspeito. Assim é o enredo, com várias suspeitas que gera o suspense e o terror. E um a um vai sendo assassinado. Assim o filme vai desenrolando. O alienígena é um exagero, mas tras cenas mais para cômica doque trazer medo. O filme tras um suspense mediano, com atuações medianas e enredo e roteiro. E a missão deles é impedir que o alien escape da região gélida e acabe com a humanidade. Vale apena assistir? Para quem curte este estilo de filme Nota: 5
O enigma de outro mundo/ a coisa foi dirigido por Matthijs van Heijninger Jr. O filme conta a história da paleontóloga Kate Lloyd (Mary Elizabeth) que viaja para uma base norueguesa na Antártida para investigar um ser misterioso encontrado no gelo. Liderado pelo Dr. Sander (Ulrich Thomsen), a sua equipe e a humanidade corre um grande risco, pois a criatura ainda está viva e planos danosos. O filme é um remake do grande clássico “Enigma de outro mundo” de 1982. A direção do estreante Heijninger talvez não estava na altura das expectativas geradas por essa refilmagem, pois apesar do filme se passar na década de 1980, não sentimos em nenhum momento tal ambientação. O excesso de personagens fez com que não houvesse nenhuma construção entre eles e as mortes apenas aconteceram sem que ficássemos na torcida por um ou outro sobrevivente. Os efeitos especiais é algo que se sobressai no filme, mas é prejudicado com a falta de iluminação (talvez uma jogada para esconder esses problemas). O filme ainda tenta criar o famoso suspense em cenas em que cada uma passa a desconfiar do outro, mas foi pouco aproveitado e com algumas cenas monótonas. O roteiro não chega a explicar o porquê temos tantos americanos na base norueguesa, dando a impressão que a falta de informação do roteiro é alinhado com o que a protagonista também sabe: o nada. O filme não é ruim, chega a ser divertido, mas está longe do grande clássico original.
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