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Gabriel B.
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40 críticas
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0,5
Enviada em 2 de outubro de 2022
Meu senhor. Qualquer pessoa no MUNDO que saiba o mínimo da história de vida da Marilyn irá se indignar com esse LIXO. Eles deturparam TOTALMENTE o que realmente foi a vida dela, o que poderia ser uma boa história no mínimo tornou-se uma vergonha. Pularam partes importantes da vida dela como as idas constantes com sua mãe ao cinema, o desejo de ser uma atriz no mínimo reconhecida. Focaram em quê: Na mãe problemática e a sua internação no hospital psiquiátrico, em um dos lares adotivos dos milhares que ela passou e só. Nota 0
Eu achei que o filme ia mostrar a vida da Marilyn Moore, mas o que mostra é quase um filme porno com ela. Fiquei muito decepcionada com as cenas e acho que atriz merecia mais respeito, o que salva é atuação da atriz que interpretou ela.
Vi o filme todo porque sou teimosa e gosto de ter minha própria opinião sobre o que assisto. Ana de Armas está muito bem no papel da protagonista. Sei que o filme não é 100% biográfico, mas fiquei bem decepcionada com a forma como retrataram a Marilyn Monroe, que pareceu mais um joguete nas mãos de homens poderosos, uma prostituta de luxo. Sofrível, para dizer o mínimo. As duas estrelas são pela atuação da protagonista.
O filme é mais uma violência a uma pessoa que nem depois de morta consegue paz. Violento e sexualizado ao extremo, lança uma carga a mais de misoginia sobre a vida de Martilyn. A título de comparação com outra famosa cinebiografia lançada esse ano sobre o cantor Elvis Presley: enquanto ELE teve seus problemas amorosos e seu vício em drogas colocados de lado para que o diretor focasse em seu legado musical, em Blonde, ELA teve sua carreira artística deixada de escanteio para que o diretor conseguisse mostrar seus abusos e sua dependência. Elvis é um quase um deus, enquanto Marilyn uma eterna vítima.
Um ótimo filme. Forte e com ótimas interpretações, a direção é hábil fazendo o tempo passar de forma interessante e inteligente, mesmo sendo bem longo. Triste a história que ninguém costuma saber.
Vi esse filme por curiosidade. Que dececpção! Sigo a linha dos comentários já aqui expostos, a atuação da Ana de Armas é sensacional e só. É um filme longo e chato, meu Deus que chato! Muito ruim.
Se você assistir a “Blonde”, filme dirigido e escrito por Andrew Dominik, esperando ser uma cinebiografia ao estilo tradicional sobre a vida e obra de Marilyn Monroe, um dos maiores ícones do cinema (quiçá da cultura pop) ficará decepcionado. Assistir a “Blonde” é uma experiência cruel, principalmente pela maneira como o diretor/roteirista decidiu retratar a sua biografada.
No filme, Marilyn Monroe (Ana de Armas) nos é apresentada como um produto das experiências mais dolorosas da sua vida. Do abandono materno e paterno. Do estupro vivenciado ao tentar se firmar como atriz, no início da carreira. Dos abortos sofridos. Dos diversos relacionamentos abusivos. Uma mulher objetificada, uma sex symbol na sua persona pública, e um ser infantilizado na privacidade.
São diversos recortes que reforçam aquilo que Andrew Dominik quer passar: o sufocamento de Norma Jeane (o nome verdadeiro da atriz) pela persona de Marilyn Monroe, permeado por frases de efeito, como “Se não fosse Marilyn, quem seria você?” ou “O rosto nem sempre revela a alma”.
Se tem algo que consegue sobreviver ao desastre que “Blonde” é, podemos dizer que é a atuação excepcional de Ana de Armas como Marilyn, numa caracterização impressionante que, em vários momentos, nos faz questionar se não estamos vendo a verdadeira Marilyn em cena.
Personagem caricaturizada, permanente entre duas facetas. O tempo inteiro é retratada uma Marilyn infantilizada ou idiotizada. Absurdo para alguém que tinha Qi considero alto. A todo momento ela é levada a viver situações, nunca aparece protagonista de nenhuma ação. Cenas pornôs leves já deviam ser esperado, até pq Ana Dearmas é a bola da vez neste quesito. Decepcionante para quem esperava um filme intimista que mostrasse Marilyn mais profundamente. O filme é uma reprodução live action de fotos icônicas, cenas tão infantis que são constrangedoras (nossa, a cena na casa da família do Dimaggio é um ápice da idiotização) e quase três longas horas. Uma pena para uma atriz tão boa, que poderia ter entregado tanto mais.
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