Rubber
Média
3,1
31 notas

6 Críticas do usuário

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4 críticas
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Marcelo M.
Marcelo M.

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5,0
Enviada em 22 de outubro de 2016
Uma obra prima! Um filme aparentemente despretensioso, mas que revela muito mais aos olhos. Uma trama complexa, porém extremamente bem desenvolvida. Belíssima fotografia, e uma montagem dinâmica, que não nos deixa perder o foco por um instante.
O protagonista é definitivamente o grande astro. Consegue transmitir dor, alegria, angústia, impaciência, mágoa...tudo sem ter um rosto. Uma grande atuação, que merecia uma indicação ao Oscar.
O filme tem traços de Tarantino, Kubrick e Lars Von Trier, com uma trama Hitchcockiana.
Definitivamente, o melhor filme de pneu da história!
Kamila L.
Kamila L.

3 seguidores 40 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2023
A fotografia é insana, a experiência de assistir esse filme é indescritível, tudo é feito "no reason".
Jessica K
Jessica K

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de junho de 2019
Não sei como o filme termina, mais o começo é horrível. Nada a ver. Conta a história de um pneu q tem vida, parei de assistir no começo mesmo.
Sam Lowry
Sam Lowry

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de dezembro de 2019
O filme Rubber não é sobre um pneu assassino, e sim uma crítica à indústria hollywoodiana, em especial, de filmes de terror. Tal crítica é expressa através do retrato de uma típica produção de um filme do gênero: gananciosa e sem noção do ridículo. Afinal, todos já assistimos filmes com bonecos assassinos, casas assassinas, pesadelos assassinos, elevadores assassinos, mortos assassinos etc.

Rubber falha ao escolher o objeto inanimado utilizado como protagonista do filme dentro do filme: Um pneu não é absurdo o suficiente para que o espectador distraído compreenda que trata-se de uma paródia. Mas tal falha não é culpa de ninguém: não existem objetos que sejam muito mais absurdos do que aqueles que têm sido utilizados em Hollywood. Para contornar qualquer dúvida, Rubber "quebra a quarta parede" logo na primeira cena.

Em Rubber, nós, espectadores, também somos analisados ao sermos transportados para dentro do filme, representados pelo grupo de pessoas que observam as filmagens através de binóculos. O garoto impaciente que se diz entediado enquanto o filme mal começou, as amigas barulhentas que soltam um "os incomodados que se retirem", o cinéfilo que procura sentido em tudo, até mesmo em um filme de um pneu assassino. Estamos todos lá. Somos roubados enquanto dormimos e nos deixamos envenenar ao engolir qualquer porcaria que os cineastas nos dão.
Marcelo G.
Marcelo G.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de setembro de 2015
O filme diferencia-se dos demais por trazer uma breve reflexão sobre a vida a qual está repleta de situações inexplicáveis. Em um primeiro momento o filme parece ser entediante, mas ele cumpre seu papel. Seu objetivo não é mostrar efeitos especiais caríssimos, ou um elenco famoso; é simplesmente apresentar ao espectador um filme feito com ações e personagens sem uma boa razão aparente, tal apresentação assemelha-se com a vida, pois por ser um cenário de indivíduos simples com opiniões comuns acabam representando o que a vida exatamente é: atores reais vivenciando experiências comuns sem grandiosidade cinematográfica e dramatizações exageradas. Um excelente filme para aqueles que cansaram daquelas produções multimilhonárias sem sentido nenhum.
LUKETCHU
LUKETCHU

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de agosto de 2023
Em uma era saturada de remakes, sequências e biopics melodramáticos, "Rubber" de Quentin Dupieux surge como um farol resplandecente de originalidade. Ao primeiro olhar, o espectador menos aprofundado poderia descartar este filme como mera esquisitice, mas, oh, como essa avaliação seria simplista e equivocada! Dupieux, com sua visão quase avant-garde, desafia nosso entendimento da sétima arte, jogando luz sobre o absurdo da própria indústria cinematográfica.

O protagonista, Robert - um pneu com poderes telepáticos, simboliza talvez a própria natureza repetitiva e reciclada do cinema moderno. Ele explode cabeças (e expectativas) enquanto percorre sua jornada, ecoando a forma como muitos filmes estouram nossas noções preconcebidas apenas para se conformar a narrativas pré-estabelecidas. E a plateia no deserto? Uma representação metalinguística da própria audiência cinéfila, sempre à distância, observando e julgando, mas raramente compreendendo verdadeiramente a arte diante de seus olhos.

"Rubber" é uma obra-prima subversiva que deve ser estudada em aulas de cinema, não apenas por seu enredo não convencional, mas por sua corajosa desconstrução da expectativa cinematográfica. Em um mundo onde "mais do mesmo" é a norma, Dupieux ousa pedir: "Por quê?" E, embora a resposta possa ser "Sem motivo", essa inquirição, por si só, torna "Rubber" uma reflexão essencial sobre a indústria do cinema.
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