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Tibério M.
79 seguidores
59 críticas
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2,5
Enviada em 29 de agosto de 2013
Ô filme besta! Não sei porque perco tempo venda essas comédias 'clichêzadas'. Certamente as situações são bem diferentes mas você já sabe o início, o meio e o fim praticamente. Naaaam! Tedioso! Se cansam não de escreverem histórias sempre do mesmo jeito? Posso estar enganado, mas o primeiro filme que eu vi sobre essa troca de corpo foi o 'Tal pai, tal filho' de 1987. Alguém sabe se antes desse teve outro do mesmo estilo? Espero que não, porque se tiver a falta de criatividade vem de longa data.
Gosto muito de filmes de comédias e subgêneros, mas para tudo tem um certo limite.
Essa história é tão usada e tão cansada que para ganhar atenção do público mais jovem, eles apelam de uma forma exacerbada a banalidade da sexualidade, do álcool e do uso da maconha. Usam também palavras de baixo calão em um filme onde se tem crianças no elenco. Incitam a violência e etc... O filme que eu citei: 'Tal pai, tal filho' dos anos 80 é bem diferente. Não precisava disso tudo. Enfim... Só acho que esse tipo de filme poderia ser feito de outra forma, mas fazer o que né? É o que o público jovem quer. É o que vende. Apesar da reflexão que o filme passa ainda acredito que poderia ter sido feito de outra forma.
Eu achava que esse filme seria melhor. Fui todo empolgado ver no TeleCine, mas me decepcionou. Uma estória que já vimos aqui mesmo no cinema brasileiro e que com certeza ganha de lavada dessa produção. O filme tinha tudo pra ser melhor do que foi, até pq são dois homens de vidas totalmente diferentes que mudaram de vida. As características dos personagens foram pouco exploradas, o roteiro deveria aprofundar mais nisso, mas enfim, não o fez, e me deixou com uma sensação ruim, até pq os dois atores tem grande carisma e tinham todo o potencial para fazer um filme de qualidade, caso o roteiro fosse melhor. Poucas cenas engraçadas, diálogos que tentavam dar um tom cômico à trama, mas infelizmente não conseguiu.
É sempre bem fácil se identificar com os filmes onde existem trocas de corpos, e até o Brasil entrou nesta... de forma brilhante com o delicioso filme de Daniel Filho - Se eu fosse você. Sem citar alguns bens divertidos como Sexta feira muito louca. Mas mesmo diante desta simpatia por filmes que formulam estruturas em busca do sucesso, é preciso que haja um mínimo de química entre todos os profissionais envolvidos no projeto. No caso deste filme, até que algumas situações divertem como a cena do pornô light, que lembra uma das pegadinhas do Silvio Santos, mas a impressão exercida no decorrer desta comédia, é que falta química entre os atores, e piadas e situações mas convincentes - visto que em alguns momentos o humor chega a ser caricato e sem graça. Mas experiência chega a ser interessante numa sessão da tarde gelada embaixo do cobertor.
O filme conta com dois bons atores do genero, porem tem um roteiro fraco e pouco estimulante, e logo nos primeiros minutos do filme já se pode imaginar o meio e o final.
Desde já é bom avisar a quem pretende assistir que esse é um daqueles filmes que você gosta ou odeia e uma das coisas que pode incomodar mais além do roteiro é o conteúdo explícito e escancarado de teor sexual.O filme traz uma temática já muito explorada que se resume em uma troca de mentes entre duas pessoas que terão que assumir a vida um do outro e aqui é tudo já visto só que com atores diferentes,o filme é estrelado por Ryan Reynolds e Jason Bateman que ambos tem performances apenas ok que até dão conta do recado apesar do roteiro ter alguns problemas e diálogos pífios.O longa é dirigido por David Dobkin que tem projetos conhecidos como Bater ou Correr em Londres e Penetras Bons de Bico e aqui ele tem uma direção bem apelativa e ofensiva e isso se dá graças ao excesso de exposição de nudez e alto teor sexual inclusive com grávidas que não são engraçadas e são vergonhosas por vezes,o roteiro pode ser até legal em certos momentos onde consegue propor situações engraçadas mas é mau usado e por consequência tem piadas e momentos constrangedores e cai no clichê previsível.
Com a mesma formula já mostrada repetidas vezes tanto em Hollywood quanto no Brasil. Duas pessoas insatisfeitas com suas vidas acabam trocando de corpo e descobrindo o quanto a vida do outro é difícil. A única maneira de voltar ao normal é compreendendo o outro e se tornando pessoas melhores. Nada de inovador. A única diferença é como eles acabam mudando de corpo: urinando em uma fonte! Não chega a fazer rir, mas serve para passar o tempo. Tem filmes melhores sobre o mesmo tema e que divertem mais, recomendo "Coisas de Meninos e Meninas" (2007) ou "Sexta-feira Muito Louca" (2003). - 7,0
Eu queria ter a sua vida é uma comédia que contou com a direção de David Dobkin e roteiro de Jon Lucas e Soctt Moore. Na trama, acompanhamos Dave (Jason Bateman), um advogado conceituado e pai de família e o seu melhor amigo Mitch (Ryan Reynolds) um solteirão sem rotina que sonha em ser ator. Depois de uma noite de bebedeira, ambos descobrem que trocaram de corpo. Agora cada um deve realizas as tarefas e obrigações do outro. O roteiro usa uma premissa que já estava desgastada na época: troca de corpos entre personagens. Mesmo assim, devamos tirar o chapéu para a criatividade do roteiro em criar cenas embaraçosas após ter ocorrida a troca. Esse foi o ponto alto do filme. Porém, como de costume, em filme de comédia nesse período, usa-se muito palavrões e cenas de nudez sem necessidade. Porém, no terceiro ato, o filme tenta sair dessas piadas sem graça para um drama mais reflexivo sobre a família e a valorização de sua vida, e fica chato. Além disso, para exigir boas interpretações dos personagens principais (falo dos que trocaram de corpo) é necessário que ambo dominem não apenas o seu personagem, mas também o outro durante a troca. Isso ficou bom na interpretação de Bateman, mas ruim na interpretação de Reynolds, que não acertou a química com um personagem “bonzinho”.
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