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Eduardo B.
17 seguidores
67 críticas
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2,0
Enviada em 26 de julho de 2013
O filme é fraco, bom, por ser de Terrence Malick, diretor do mediano "A árvore da vida", já dava pra se esperar um filme parado mesmo, e esse sem dúvidas, é, só assiste mesmo quem consegue prestar atenção, eu mesmo, não gostei muito, mas só assisti por curiosidade, afinal, não se pode julgar um filme pela capa, ou pelo trailer.
A minha sorte foi não ter visto no cinema. Assim como "Árvore da Vida", achei cansativo, porque esse larguei em 30 min. Pouca fala, muita paisagem, faz com que o filme não tenha muito sentido. A melhor parte mesmo foram as cenas iniciais com a paisagem da França, conseguiu me prender um pouco, porque simplesmente a Olga é magnífica, romântica em seu jeito de ser. É daí que fico totalmente certa que o Ben Affleck não é um bom ator, não tem carisma. Se em um personagem quase sem fala ele não me convence, imagine como Batman. Aqui deixo a minha sincera opinião, não é um filme que eu indico, Assista se quiser ouvir poesia, ao invés de ler um livro, ou dar um passeio, ou até mesmo dormir. Esse filme só me convenceu a não assistir a mais nenhum filme do Terrence Malick. Fica a dica
Não recomendado para menores de 14 anos Um homem (Ben Affleck), descontente com a sua vida, viaja a Paris e inicia uma profunda relação amorosa com uma europeia (Olga Kurylenko). Ele volta para os Estados Unidos e se casa com esta mulher, para ajudá-la a ter a permissão de estadia americana. Mas após o casamento, a relação dos dois se degrada. Neste momento, ele encontra uma antiga namorada (Rachel McAdams), com quem inicia um novo romance. Filme interessante boa história e boas atuações nota 6.0
“Amor pleno” usufrui da mesma estrutura de “A árvore da vida”, mas com assunto diferente. O problema é que o diretor Terrence Malick, que conduziu ambos os filmes, dosou em excesso as inserções poéticas nas cenas. Tais inspirações funcionaram em seu longa anterior, porém não foi tão eficiente aqui. Assim como em “A árvore da vida”, há belíssimas imagens, poucos diálogos, religiosidade presente na trama e ritmo lento para que o espectador absorva, ou tente absorver, todos os sinais que levam a reflexão temática. Isso acontece, mas de forma confusa e, às vezes, cansativa. É uma pena que o roteiro peque ao exibir uma narrativa inconsistente, principalmente ao deixar em segundo plano a curiosa história sobre um padre com fé abalada que merecia mais atenção.
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