Apenas Deus Perdoa
Média
2,5
102 notas

17 Críticas do usuário

5
1 crítica
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1 crítica
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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.004 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de dezembro de 2024
“Apenas Deus Perdoa” (2013), de Nicolas Winding Refn, é uma experiência cinematográfica visualmente impressionante, com uma atmosfera de pesadelo criada pela fotografia de Larry Smith e a trilha sonora de Cliff Martinez. A violência é hiperbólica, mas é a tensão silenciosa e a estética que dominam o filme. Ryan Gosling interpreta um anti-herói taciturno, enquanto Kristin Scott Thomas brilha como uma vilã manipuladora. A figura do vingador policial, interpretado por Vithaya Pansringarm, traz uma calma perturbadora ao caos. Preciosa a interpretação do violento anjo vingador o policial tailandês interpretado pelo astro do país Vithaya Pansringarm, que entre um massacre e outro, se apresenta cantando calmamente em um karaokê para seus colegas policiais.
O filme como um todo é arte pura, se não de dramaturgia, de estilo e composição.
Asia Mundi
Asia Mundi

12 seguidores 44 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de agosto de 2016
:Bem, antes de mais nada criei esse tema por puro desespero, pq estava naquele momento em que já tinha uns 90 temas e nada mais surgia em minha cabeça.Minha irmã já tinha sugerido porque ela tem o firme proposito de casar com Ryan Gosling,e além disso, o filme se passa na Tailândia e tem atores asiáticos, e blá, blá, blá. Então em uma gambiarra histórica ( porém ainda tem outras ao longo desse desafio) criei o tema “Filme com Ryan Gosling”.

Certo, resumindo esse show de horror filme em uma palavra seria: “WHAT?” Não consegui entender nada. Eu não esperava muita coisa, mesmo porque eu nem sabia que era do mesmo diretor de “Drive” mas, definitivamente eu não estava preparada para toda a insanidade que eu presenciei nos mais longos 90 minutos de toda a minha vida.

No filme acompanhamos dois irmãos traficantes Billy (Tom Burke) e Julian (Ryan Gosling) que vivem na Tailândia e usam uma academia de Muai Thai como fachada para seus negócios.Em uma noite o mais velho,Billy, estupra e mata uma menina de 16 anos.Ele acaba sendo morto pelo pai da garota, que foi forçado por um policial a se vingar.A maluca mãe dos dois,Jenna (Kristin Scott Thomas) que sempre gostou mais de Billy, vai até a Tailandia e obriga Julian a vingar a morte do irmão.

Bem, então vamos ao rico cardápio do filme: chato, sonolento, insuportável, confuso do inicio ao fim, cenas intermináveis no mais completo silêncio, Ryan Gosling com cara de paisagem e completamente apático, uma fotografia vermelha eterna em todas as cenas que me deixou com dor de cabeça, personagens sem empatia ou carisma,um “Anjo Vingador” que tira uma espada do nada, mata as pessoas e depois vai cantar no karokê, enfim, vc escolhe.Acredito que o diretor estava tentando descobrir um novíssimo método de tortura, e desenvolveu todo o conceito dessa porcaria interminável.

O pior é que ainda tem gente que acha que esse filme é arte, e consegue enxergar mensagens e mais mensagens outro eu só enxerguei uma enorme chatice. Se meu intelecto está abaixo dos outros por causa disso, paciência, mas eu não vou ficar fingindo que entendi, só pra acharem que eu sou inteligente, ou culta. Não entendi e não gostei.Simples.

spoiler:
Momento mais “WTF” que eu já vi recentemente: Ryan Gosling revirando as tripas da mãe morta. Oi?!?! spoiler:


Enfim, no final, só posso dizer: “Parabéns pra mim, que consegui sobreviver a essa loucura”
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de abril de 2015
Vi muita crítica negativa. É um filme diferente, talvez por isso eu gostei. Está tudo tão igual, comum. Senso comum, que fica uma mesmice danada. É o que vende. Assisti por acaso, passando na tv a cabo. Não pesquisei sobre o filme. No fim, vi escrito algo sobre Alejandro Jodorowski aí resolvi ler algo sobre o filme. Mas, não foi ele quem dirigiu. Mas, o filme tem uma direção diferente, um enfoque diferente. Tendo em vista o famoso Hollywoodiano do filme, a gente pensa que é a personagem principal, fiquei surpreso, realmente não se espera vê-lo nesse tipo de filme. Enfim, não achei perda de tempo, tampouco me arrependi. "Dá para assistir" uma vez.
Sidney  M.
Sidney M.

29.812 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de maio de 2015
Estranho, complexo, mas de qualquer forma conseguiu prender minha atenção. A fotografia e a trilha sonora são destaques.
Anderson
Anderson

19 seguidores 190 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de maio de 2024
Fui atraído pelo título infeliz. Muita luz vermelha. Muito sangue, como nem Tarantino conseguiria. A trama é básica: dois irmãos traficantes em Bangkok. O irmão psicopata é assassinado. O outro não o vinga pois ele havia estuprado e assassinado uma menina. A mãe dos dois vem para exigir a vingança e todo mundo é morto pela katana de um policial. Ninguém tem qualquer expressão e tudo em câmera muito lenta. Os mais entendidos o exaltam como um filme de estilo. A minha ignorância não entende se gastar tempo e dinheiro em uma produção onanista dessa. Nem Deus perdoa.
Nelson J
Nelson J

51.012 seguidores 1.966 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de agosto de 2016
Gosling em um filme muito diferente, inclusive nos quadros e gráficos. Ele e o irmão controlam lutas e tráfico em uma cidade da Ásia, mas seu irmão estupra e mata uma menor e é morto pelo pai da jovem. Gosling perdoa, dadas as circunstãncias, mas sua mãe que prefere o irmão morto quer vingança e isto custará suas vidas. O policial cantor e espadachin é uma peça rara.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de julho de 2013
Nicolas Widing Refn continua aqui sua saga de querer convencer seu público que a gratuidade na violência sem necessidade narrativa, a falta de expressão de seus personagens e punhetagem visual sejam confundidos com estilo. Só que aqui parece que atinge um outro nível. O cara simplesmente pegou uma história que poderia ser contada num curta de 20 minutos e enfiou cenas longuíssimas e sequências desnecessárias e transformou num longa.

É, em certo nível, até um pouco de pegadinha com espectador a forma com que ele instiga cena-a-cena sem que não haja conteúdo por trás, apenas forma. Personagens perdidos, cenas avulsas, momentos criados apenas pela finalidade gráfica, enquanto a narrativa fica de segundo plano.

Estou rindo até agora dessa tentativa fracassada de Ryan Gosling de criar um personagem. Ele já não é um ator muito bom, e se pega um personagem tão vazio, que é uma reprise das piores coisas do motorista de Drive, nunca que vai conseguir dar escopo. Sua escolha por não mudar em momento ALGUM de expressão facial no filme e sua composição corporal com gestos mecânicos soa preguiçosa, o que gera cenas que causam uma extrema vergonha-alheia, principalmente quando o diretor resolve, sem mais nem menos, enquadrar apenas o rosto do personagem por longos segundos.

Se algo no filme vale além de sua trilha-sonora onipresente, são algumas escolhas fotográficas. O vermelho e o azul sempre presentes parecem querer dizer alguma coisa, e apesar de na verdade não passarem de um elemento visual a mais, geram quadros que, isolados, tornam-se pura arte.

Kristin Scott Thomas também vale a conferida. Apesar de Refn oferecer muitos poucos momentos pra atriz brilhar, insistindo em planos abertíssimos em que nem podemos ver direito as características pessoais dadas por ela à personagem, quando aparece, rouba a cena por sua impiedade e falta de discernimento moral (isso fica bem evidente na cena em que a mãe reencontra o filho pela primeira vez).

Recebeu elogios demais, depois do sucesso de Drive, e resolveu fazer um filme pra sustentar o próprio ego. Que na verdade, é um gigantesco embuste. Refn está deixando cada vez mais claro a farsa em forma de cineasta que é. Only God Forgives é raso, esquecível e muito, muito desnecessário.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 958 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
A questão é, porque Ryan Gosling se presta a atuar em um filme desse tipo? Um ator consagrado em excelentes roteiros e com elencos de peso, atuando em um filme sem sentido, com um roteiro bizarro e personagens estranhos, sem nenhum tipo de produção que mereça destaque ou reconhecimento. Este é mais um daqueles longas de fim de noite, horríveis. Sem dúvida, entra para a lista dos piores filmes.
Joao Pedro F.
Joao Pedro F.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de abril de 2014
Filmaço! Prova da capacidade do cinema tem de provocar; simplesmente nos provocar. Nem todos gostam de serem provocados, se assustam quando saem da sua zona de conforto; este filme é isso, te tira do lugar comum; não é para qualquer um.
Steven Daniel da Silva santos
Steven Daniel da Silva santos

1 seguidor 52 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de setembro de 2024
Nem Deus perdoa esse filme lixo, um dos filmes mais fracos de Ryan gosling e de Nicolas widing refn
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