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Bruno F.
27 seguidores
11 críticas
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5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2015
A história termina em 1984 e o tema central do filme, preconceito e religião, continua sendo assunto de muita discussão, de estudos e de brigas familiares. Homossexualidade e religião são palavras que se colocadas em uma mesma frase, é motivo de muita discórdia, mas, em pleno século XXI esta história começar a mudar um pouco (apenas um pouco).
"Orações Para Bobby" se destaca por trabalhar com esta temática de forma leve e conseguir despertar no telespectador a importância de se pensar e discutir o tema. O filme relata o amor da mãe pelo filho gay, a não aceitação, o medo do julgamento da sociedade e o dia do juízo final. Coisas que estão condicionadas a nossa cultura e presas ao nosso inconsciente do que é certo, ou melhor, do que deve ser certo.
Com atores nem tão conhecidos do público, o longa se destaca pela atuação de Ryan Kelley, o protagonista Bobby Griffith e da atriz Sigourney Weaver, a mãe desesperada Mary Griffith. A história baseada em fatos reais convida o telespectador a reflexão e é difícil não se emocionar com o desenrolar do drama.
Excelentemente triste. Uma história real baseada em preconceitos, diversidade e religião, na qual vemos o convencionalismo hipócrita de uma sociedade ultrapassada, que prefere viver de aparências e rótulos à felicidade.
Simplesmente tocante, comovente e com uma lição a ensinar. Orações para Bobby, ou Rezando por Bobby, é mais que um filme. É o retrato de uma realidade cruel em que os jovens são impostos diante do preconceito e da intolerância religiosa que ainda permeia o nosso mundo. O amor sendo esmagado e os sonhos sendo tirado de jovens que tinham tudo para ser uma pessoa comum como qualquer outra. Bobby nos mostra o quanto é doloroso ser uma pessoa perseguida pela própria família e nos faz sentir na própria pele a rejeição que ele sentiu. Impossível não chorar e se comover com o drama de Bobby e a redenção de Mary, em busca das respostas que vão além do ódio e da ignorância de sua religião.
Criei uma grande expectativa pelo filme, mas não foi da magnitude de qualidade que pensei, uma lição bacana sobre preconceito, fanatismo etc, mas poderia ter sido melhor. Nota:6/10
O filme não me emocionou apenas por mostrar a vida do Bobby, me emocionou também por mostrar o quanto a ingenuidade de alguém, no caso a de Mary, pode ser nociva. E tudo foi cuidadosamente mostrado, inclusive a sua busca por respostas e seu questionamento, buscando ouvir os outros, as diferentes histórias, mas que têm algo em comum.
Não consegui conter as lágrimas que caíram impiedosamente sobre o meu rosto. QUANTOS BOB'S PRECISARÃO MORRER PARA CONCIENTIZAR CADA SER HUMANO, QUE SOMOS O QUE SOMOS?! "Ela" é que precisava ser curada do FUNDAMENTALISMO, comportamento sádico esse que está, entre tantas pessoas em nosso mundo e não conseguem ver.
Como é triste ver filmes GLBTS, sempre se retratando da pior maneira de uma vida homossexual, infelizmente Bobby Griffith, teve um fim horrível, mas a dor de viver era maior, quem nunca passou por essa dor, não sabe o peso de ser quem você realmente é, hoje em 2019, vivemos em melhores condições e aceitação da sociedade, mas mesmo assim, ainda há barreiras a serem quebradas, A história de Bobby, nos ensina e mostra o caminho para a humanidade repensar em seus valores e conceitos religiosos, a família sempre será a base da vida de qualquer individuo, se não houver amor e apoio, quem mais vai poder ajudar esse alguém? Suicídio é algo incompreensível...
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