Wolverine: Imortal
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4,1
5319 notas

227 Críticas do usuário

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Fernando Gabriel F.
Fernando Gabriel F.

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4,0
Enviada em 26 de julho de 2013
Assistir a um filme em que o personagem principal tem um poder de cura que o torna imortal, já tira toda tensão que o espectador pode ter ao longo do filme. Porém eu fiquei impressionado com a tensão que o filme oferece e o drama, pois esse novo longa do Wolverine não repete os erros do passado, e foca mais no personagem do que na ação, além disso cria novas situações em coloca o herói em grande risco, fazendo com que o espectador se sinta preocupado com o que pode acontecer.

O filme segue a história de Logan/Wolverine (Hugh Jackman), que depois dos acontecimentos vividos com os X-men, vive em uma caverna e sendo atormentado pela sua amada Jean Grey (Famke Janssen). Porém a vida de Logan muda quando uma jovem chamada Yukio (Rila Fukushima) o convida para ir ao Japão, rever um conhecido que está a beira da morte mas deseja agradecer Logan por um dia tê-lo salvo. Porém ao chegar no Japão coisas estranhas começam a ocorrer ao redor Logan, e a situação começa a piorar quando seu poder de cura está anulado.

O roteiro de Marck Bomback e Scott Frank está ótimo, justamente por eles conferirem essa vulnerabilidade a Wolverine, e também por ser uma continuação direta de X-men O confronto final, faz com que a ideia de não imaginar o que irá acontecer, crie uma tensão no espectador que já conhece o fator de cura de Logan. E além disso cada um dos personagens são bem trabalhados e desenvolvidos, fazendo com que o espectador entenda seu papel ao longo da projeção.

E respeitando o bom roteiro, o diretor James Mangold consegue equilibrar o filme com bons diálogos e uma boa ação. E por falar em ação, que deveriam ser o ponto mais forte da trama, na verdade não foi o que mais me agradou ao longo da projeção, elas estão medianas mas eficazes, pois o diretor não consegue criar planos grandiosos, exceto pela sequência que se inicia dentro de um trem-bala e possui seu desfecho em cima dele, eu não me senti impressionado com as outras sequências.

Porém o mais interessante da trama é sim o que acontece ao Wolverine, pois durante as 2 horas de projeção notamos que o nosso herói é realmente afetado, e o diretor James Mangold consegue transmitir isso de uma forma bem interessante para o espectador. Além disso o drama que o nosso herói sofre pela morte da Jean Grey, confere um tom de humanismo ao herói com garras, algo que o ator Hugh Jackman transmite de forma mais que eficaz, o ator já está tão acostumado com o herói, que aqui ele me fez lembrar o pequeno e irritado Wolverine dos desenhos, aquele que desconfia de tudo e de todos, e além de tudo é raivoso como um animal, e Jackman consegue passar essa raiva automaticamente, além do físico do ator que realmente relembra o personagem dos quadrinhos.

Além de Jackman, o elenco secundário que em sua maioria é composto por atores japoneses, também estão muito bem em seus papéis, exceto pela jovem Rila Fukushima que em certos momentos da projeção me pareceu forçada, o que foi compensado pelo trabalho da atriz Tao Okamoto que interpreta Mariko (o par romântico de Logan), que transmite um ar de tristeza e mistério, e consegue convencer mais ainda em suas cenas com Jackman, pois enquanto Logan é um destruidor bruto, ela é mais cuidadosa e delicada. Enquanto isso o ator Hiroyuki Sanada que interpreta Shingen (pai de Mariko) demonstra tanta seriedade em seu papel, que em certos momentos cheguei a imaginar que o ator realmente fosse assim na realidade, porém falta um pouco de carisma para a atriz Svetlana Khodchenkova que interpreta a vilã Víbora.

Os efeitos especiais do filme foram muito bem trabalhados, desde o urso no início, até o grande Samurai de Prata, até mesmo as garras do Wolverine que me incomodaram muito no Wolverine Origens, aqui funcionaram de forma mais eficaz. Por outro lado o 3D do filme é dispensável, pois apenas dois planos aparecem em 3D, o primeiro é no início do filme que mostra o herói andando entre galhos que aparecem fora da tela, e outra cena é no terceiro ato, quando flocos de neve parecem sair de todos os lados.

E se o filme merece pontos pelo ótimo terceiro ato, que usa uma combinação de ação, com um vilão que parece ser indestrutível, colocando o nosso herói em cenas realmente tensas, e criando uma reviravolta que ninguém espera (mas sem prejudicar a trama, muito pelo contrário, pois mostra as motivações do vilão), também merece perder pontos pois acontece algo com Wolverine que apesar de interessante, foi resolvido de uma forma estranha, e que não colou (pelo menos para mim).

Por fim Wolverine Imortal, não é uma obra de arte, porém é um bom reinicio para a série, pois trabalha o drama de seus personagens, e coloca a ação nos pontos certos, trazendo de volta um grande herói que até então parecia adormecido. E o espectador que não seja apressado pois tem uma pequena cena após os créditos que deixará a todos animados.
Pablo F.
Pablo F.

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5,0
Enviada em 28 de julho de 2013
eu gostei do filme eu queria aprender os golpes que ele faz e muito maneiro por isso eu gosto do wolverine spoiler:
Diego G.
Diego G.

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2,5
Enviada em 28 de julho de 2013
Em comparação a outros filmes desse gênero, esse deixou a desejar. Faltaram cenas de ação que impressionassem e, também, aquela situação que surpreende o público.
Kevilin C.
Kevilin C.

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5,0
Enviada em 5 de agosto de 2013
Eu assisti esse filme neste sábado (03/08), e uma dúvida ficou na minha cabeça a respeito:
No filme mostra que o Logan salva o soldado da bomba de Hiroshima que aconteceu em 1945, onde o Logan já estava com sua garras de Adamantium, porém o que me incomoda e estou a procura de uma resposta é que: no X-Men Origens: Wolverine, ele obteve as garras de ferro no tempo não muito atual mas também não tão no passado como anteriormente do episódio da bomba de Hiroshima. Eu gostaria de saber, como ele já teria suas garras de adamantium em 1945, sendo que ele (Logan), obteve essa transformação em um passado recente?

Espero atentamente por uma análise nesta questão.

Kevilin Casimiro
Silvio  J.
Silvio J.

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2,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Uma bomba!
Eu resumiria assim a trama. Enredo fraquíssimo. Sem sentido.
Tirando os momentos que o Wolverine luta, o resto é um lixo.
TEM SPOILER abaixo:
spoiler: Enche o saco os sonhos do mutante. Na visita ao veio que queria ser "veio jedi" já dava pra "dopar o mutante" e pegar o que o "veio" queria. Se o "veio" também queria que o mutante cuidasse da neta, porque deixar a cascavel jogar o lula molusco no heart do logan? Tudo vai ficando sem explicação. O arqueiro verde fica em cima da casa e só o Wolverine acha estranho! Depois só ele vê que os caras eram da Yacusa. Daí, chega uma hora que não se sabe se são os yashida que estão atrás do Logan ou se é a máfia. E a defendida do Logan, neta do veio jedi? Estava prometida pro político, era antigamente namoradinha do arqueiro verde ninja e sem o tempo necessário já sai com o Logan. Depois o Logan vai buscar a neta do jedi e todos os ninjas do mundo aparecem. Quando prendem o mutante, aparece a aberração do Samurai de Prata (assassinando totalmente o personagem da HQ) cujos movimentos eram piores que do robocop. Quando o samurai perde a cabeça, a pergunta que fica é: onde estava a head do veio jedi? E se estava abaixo da cabeça do samurai, pra quê a cabeça então? Por onde o veio jedi enxergava? A explicação de como o veio jedi concretiza seu plano mirabolante de pegar "os poder" do Wolverine é ridícula. E é assim: se ele não pegar tudo não vale, reverte. Ter que entrar no Wolverine pelo caminho das garras para pegar o fator de cura???? Hã??? Um grande lixo! E naquela hora do pega pra cá, onde estavam os 250 ninjas? E o arqueiro ninja verde bipolar? Não sabe pra que lado joga, totalmente desnecessário, sem sentido! E a cobra? Qual o sentido de mudar de pele? Só pra mostrar que muda? Depois o Wolverine diz que precisa ir embora. E a japonezinha feia que doi, vai de guarda costa de um cara que se cura sozinho e é o "melhor naquilo que faz". Realmente achei o filme todo uma grande porcaria. De 1 a 10, nota 2.
Daniele M.
Daniele M.

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4,5
Enviada em 8 de junho de 2014
É um filme muito bom retrata um lado do wolverine que os outros filmes edcondem , porem o que não faz sentido é vinculá lo ao último filme da saga x-men. Acho fálico o romance que ele teve com a Jean e o fato dele sentir culpa pela sua morte.
Leonardo L.
Leonardo L.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de junho de 2014
Muito ruim!

Nossa fui ver no NOW esses dias, cara nunca, nunca vi um filme tão ruim!

Na boa só o Wolverine não segura a atenção não, não é a toa que wolverine origens teve sucesso, afinal tinham varios mutantes.

Agora ´só ele de mutante, não tem a minima graça!
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