Wolverine: Imortal
Média
4,1
5319 notas

227 Críticas do usuário

5
34 críticas
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mariana X.
mariana X.

27 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de agosto de 2013
Filme um pouco chatinho de assistir , as cenas de ação foram muito bem feitas mas isso não impede do filme ser enjoado , muitas vezes o filme perde a graça e só quando você vê alguma cena que vai fazer diferença para o resto da historia você consegue prestar atenção , a atuação de Hugh Jackman salvou uma parte do filme pois o elenco para mim era completamente desconhecido . Não é um filme para decepcionar o publico, vale a pena ver .
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de julho de 2013
Um bom filme do mutante mais animal dos quadrinhos. Uma história bem legal, com muitas lutas, e mesmo não tendo uma história específica dos quadrinhos, o filme usa várias passagens dos quadrinhos para contar a história, mesmo não sendo aquele filme que os fãs querem, este não faz feio, e é uma boa diversão, sendo que a cena pós crédito, já mostra que o próximo filme dos mutantes deve ser muito bom.
P.S: A atriz que faz a Mariko é muito linda, pena que é magra demais.
Geovane A.
Geovane A.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
filme enrola a historia e nao usa de todo o potencial dos personagens, torna-se cansativo a ponto da plateia bocejar, enfim tinha tudo pra ser melhor que o primeiro e ficou pena!
Brenda R.
Brenda R.

22 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Os primeiros 25 minutos de filme são bem legais, pois contam uma história. Mas o resto, achei bem sem sentido.
LuizeRenata A.
LuizeRenata A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 14 de novembro de 2013
ESSE E O PIOR FILME RELACIONADO AO WOLVERINE, NEM DE PERTO SE PARECE COM O WOLVERINE DO HQ. PEÇO PELO AMOR DE DEUS, ROTEIRISTAS E DIRETORES ANTES DE PEGAR UM PROJETO DESSES LEIAM E SE INFORMEM BASTANTE. OS ÚNICOS QUE ESTÃO ACERTANDO David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’ E O diretor Zack Snyder, CONTRATEM ELES MARVEL.
Adriano R
Adriano R

3 seguidores 10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de agosto de 2013
Mais um filme com roteiro de desenho animado, vai ótimo para vender brinquedos
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de novembro de 2013
Cada vez que Wolverine volta as telonas,em atuação solo,ele mostra que é bem mas versátil longe da sua turma de mutantes.E nesse novo filme,ele veio com muito mas a do o seu ritmo super rápido,e com nervos a flor da pele,Logan se torna mesmo um dos mas queridos personagens Marvel.O filme traz o que tem de melhor na ação,com ótimas cenas,juntamente com efeitos de primeira,que realmente funciona no filme,e não exagera.A história é um pouco mudada em relação,a história real,mas nada que possa ter impedido a grande progressão de mas filme da famosa Jackman,está cada vez mas melhorando suas performances na pele de Wolverine.
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de dezembro de 2013
Filme banal, forçado e cansativo, mostrando um Wolverine desleixado, sombrio e depressivo, mascarando a personalidade mais significativa do herói que é a agressividade. Novamente, salva-se Hugh Jackman em sintonia perfeita com o papel que parece ter se encaixado como uma luva para ele. A luta no teto do trem ficou muito boa, porém o Samurai de Prata foi o personagem mais insignificante da história. Além de mecânico demais foi de um mau gosto surreal a escolha de sua armadura.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Nos filmes da série “X-Men”, somos acostumados a ver o Wolverine (Hugh Jackman) como um grande heroi destemido e sempre pronto para agir em prol dos interesses dos mutantes contra grandes ameaças. Por isso mesmo, a forma como a personagem nos é apresentada durante o filme “Wolverine: Imortal”, do diretor James Mangold, chega a ser surpreendente, uma vez que, pela primeira vez, encontramos o Wolverine de uma forma muito vulnerável do ponto de vista emocional.

Tendo que lidar com o sentimento de perda e, principalmente, diante da culpa frente às situações que ele viveu, o Wolverine começa a renegar aquilo que ele é: um soldado sempre em busca da próxima batalha a vencer. Vivendo uma existência no anonimato, em localizações remotas e completamente longe da civilização, o Wolverine é descoberto justamente por alguém que ele ajudou no passado (Hal Yamanouchi) e que quer reencontrá-lo de forma a obter uma ajuda preciosa dele.

Desta forma, temos o desenho do grande conflito do roteiro escrito por Mark Bomback e Scott Frank e que aborda uma discussão em torno daquela que pode ser considerada como a maior característica do Wolverine: o fato de que ele tem o poder de se regenerar e de se curar de qualquer tipo de ferimento ou enfermidade. Se, de um lado, temos uma personagem que, devido às desilusões da vida, gostaria de não carregar tal tipo de dom; de outro, temos pessoas que dariam tudo para usar esse tipo de poder, pois não conseguem ser desapegadas diante do seu destino final.

Por mais que essa discussão seja interessante, a forma como ela foi abordada pelo roteiro de “Wolverine: Imortal” faz com que isso fique em segundo plano em detrimento de uma outra trama que envolve o relacionamento que começa a nascer entre Wolverine e a jovem Mariko Yashida (Tao Okamoto). Além disso, o filme ainda perde a boa chance de utilizar um dos ganchos mais legais dessa história: a volta de Wolverine e a sua aceitação definitiva daquilo que ele realmente é. Quando o longa enxerga esses pequenos momentos e os dá o merecido destaque é quando o filme de James Mangold alcança o seu ponto mais alto.

Ou seja, ainda não foi dessa vez que a personagem mais icônica do universo narrativo dos “X-Men” conseguiu um filme à sua altura. Talvez, seja o caso de a Marvel Comics deixá-lo restrito a esta franquia, apesar do enorme carisma de Hugh Jackman à frente do personagem e, no caso particular de “Wolverine: Imortal”, dos bons nomes envolvidos na produção do filme, como o próprio diretor James Mangold (um diretor muito versátil e experiente, que conduz com competência as cenas de ação) e o roteirista Scott Frank (indicado ao Oscar, em 1998, por “Irresistível Paixão”).
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de novembro de 2013
Wolverine volta fora de seu ambiente que na minha opinião foi uma grande baixa do filme, reconheço que foi uma boa produção, porém mt abaixo do que eu esperava, tbm não gostei mt dos personagens Japoneses, achei meio nada à ver com o mutante, é o mais fraco dos filmes X-Men, pelo menos as cenas de ação os efeitos compensam bastante junto com a cena pós-crédito que surpreendeu mt gente.
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