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Ricardo L.
63.250 seguidores
3.205 críticas
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4,0
Enviada em 20 de março de 2019
Muito bom filme! Fecha com chave de ouro uma excelente trilogia Sueca e conceituada em todo o mundo. Temos novamente uma boa história e diálogos seguros. Um filme marcante.
Após quase ser morta pelo próprio pai, Lisbeth Salander é levada para o hospital em estado grave. Lá também está internado o pai dela, Alexander Zalachenko, que se tornou uma grande ameaça devido às informações que possui. Para eliminar a ameaça, é enviado ao hospital um homem que tem por objetivo matar Alexander e Lisbeth. Entretanto, ele apenas consegue matar Zalachenko e, logo em seguida, se suicida. Lisbeth enfrentar um processo nos tribunais, recebendo a ajuda de Mikael Blomqvist.
já tinha assistido aos outros dois e também não foi uma coisa que me agradou muito esse daí já estava parado faz um tempo e resolvi dar uma oportunidade mas achei tão cansativo e sem graça que não consegui assistir nem até o meio quis terminar para ver a trilogia mas não dá o filme é muito chato☄
Filme: A Rainha do Castelo de Ar Assistido: 29-01-25 Elenco: @noomirapace @mlchael.nyqvist Lena Endre, Annika Hallin, @sofialedarp @1paolo2 Peter Andersson, Per Oscarsson, Jacob Ericksson, Modelo: #policial #suspense Duração: 3hs Ano: 2009 Minha opinião: Nesta trilogia sendo este o 1º Os Homens que não Amavam as Mulheres e o 2º A Menina que Brincava com Fogo, 3º A Rainha do Castelo de Ar. Neste 3º filme e final da triologia, temos mais ação e presença de Salander (Rapace). Aqui tanto ela quanto seu pai Alexander (Staykov) internada no hospital. Porem existe um segredo de Alexander era um espião russo e tem segredos de um grupo que se for expostos pode acabar com carreira de várias pessoas. E para isso descidem eliminar Alexander, mas não conseguem eliminar Salander. Mas ela acaba descobrindo os segredos da época que ela foi colocada no orfanato e feito experimentos com as crianças. E tudo isso acaba indo para o tribunal, Salander contra toda uma sociedade anônima. Mas com a ajuda de Mikael (Nyqvist) eles conseguem a vitória. Aqui temos uma atuação mais radical. Roteiro e enredo aqui a estória melhora, com mais emoção. Vale apena assistir? Para quem esta seguindo a triologia. Nota: 6
O último filme da trilogia sueca, Millenium. Esta terceira parte começa exatamente no final do filme anterior. A jovem Lisbeth sofre uma tentativa de assassinado e após um período no hospital se recuperando, precisa enfrentar na justiça a acusação dela ser a assassina e também de ser uma pessoa mentalmente capaz de cuidar de si mesma. Enquanto isso, Mikael tenta por nas bancas a última edição da revista Millennium sobre a vida Lisbeth, mostrando quem ela realmente é e como ela foi maltratada durante todos esses anos, da infância aos dias atuais. Achei melhor que a segunda parte. As cenas nos tribunais e o desfecho final me deixaram tenso. Injustiças me deixam fora do sério. Curiosidade. O ator Dolph Lundgren, que é sueco, foi convidado a interpretar um personagem no filme, mas recusou. Nota do público: 7.3 (IMDB) Nota dos críticos: 54%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $5 milhões Mundo - $43 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
A série é coerente, o desenrolar da história foge do previsível. O primeiro filme da trilogia é cativante, intrigante e motivante (Os homens que não amavam as mulheres). O último filme da trilogia fecha com chave de ouro, prendendo-nos a cada cena. Infelizmente algumas cenas são muito pesadas, mas a realidade de muitos injustiçados são comuns ao que ali vemos. A maldade pode nos levar a lugares comuns em uma sociedade que se coloca entre as mais desenvolvidas dessa era (a Sueca). A trilogia vale a pena e pode nos trazer a reflexão do que seríamos capaz de fazer...
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