A Rainha do Castelo de Ar
Média
4,0
104 notas

5 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,0
Enviada em 20 de março de 2019
Muito bom filme! Fecha com chave de ouro uma excelente trilogia Sueca e conceituada em todo o mundo. Temos novamente uma boa história e diálogos seguros. Um filme marcante.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.859 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de maio de 2019
Após quase ser morta pelo próprio pai, Lisbeth Salander é levada para o hospital em estado grave. Lá também está internado o pai dela, Alexander Zalachenko, que se tornou uma grande ameaça devido às informações que possui. Para eliminar a ameaça, é enviado ao hospital um homem que tem por objetivo matar Alexander e Lisbeth. Entretanto, ele apenas consegue matar Zalachenko e, logo em seguida, se suicida. Lisbeth enfrentar um processo nos tribunais, recebendo a ajuda de Mikael Blomqvist.

já tinha assistido aos outros dois e também não foi uma coisa que me agradou muito esse daí já estava parado faz um tempo e resolvi dar uma oportunidade mas achei tão cansativo e sem graça que não consegui assistir nem até o meio quis terminar para ver a trilogia mas não dá o filme é muito chato☄
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

63 seguidores 549 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Filme: A Rainha do Castelo de Ar Assistido: 29-01-25
Elenco: @noomirapace @mlchael.nyqvist Lena Endre, Annika Hallin, @sofialedarp @1paolo2 Peter Andersson, Per Oscarsson, Jacob Ericksson,
Modelo: #policial #suspense
Duração: 3hs Ano: 2009
Minha opinião: Nesta trilogia sendo este o 1º Os Homens que não Amavam as Mulheres e o 2º A Menina que Brincava com Fogo, 3º A Rainha do Castelo de Ar. Neste 3º filme e final da triologia, temos mais ação e presença de Salander (Rapace). Aqui tanto ela quanto seu pai Alexander (Staykov) internada no hospital. Porem existe um segredo de Alexander era um espião russo e tem segredos de um grupo que se for expostos pode acabar com carreira de várias pessoas. E para isso descidem eliminar Alexander, mas não conseguem eliminar Salander. Mas ela acaba descobrindo os segredos da época que ela foi colocada no orfanato e feito experimentos com as crianças. E tudo isso acaba indo para o tribunal, Salander contra toda uma sociedade anônima. Mas com a ajuda de Mikael (Nyqvist) eles conseguem a vitória. Aqui temos uma atuação mais radical.
Roteiro e enredo aqui a estória melhora, com mais emoção.
Vale apena assistir? Para quem esta seguindo a triologia.
Nota: 6
Alvaro S.
Alvaro S.

2.258 seguidores 349 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de dezembro de 2015
O último filme da trilogia sueca, Millenium.
Esta terceira parte começa exatamente no final do filme anterior. A jovem Lisbeth sofre uma tentativa de assassinado e após um período no hospital se recuperando, precisa enfrentar na justiça a acusação dela ser a assassina e também de ser uma pessoa mentalmente capaz de cuidar de si mesma.
Enquanto isso, Mikael tenta por nas bancas a última edição da revista Millennium sobre a vida Lisbeth, mostrando quem ela realmente é e como ela foi maltratada durante todos esses anos, da infância aos dias atuais.
Achei melhor que a segunda parte. As cenas nos tribunais e o desfecho final me deixaram tenso. Injustiças me deixam fora do sério.
Curiosidade. O ator Dolph Lundgren, que é sueco, foi convidado a interpretar um personagem no filme, mas recusou.
Nota do público: 7.3 (IMDB)
Nota dos críticos: 54%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $5 milhões
Mundo - $43 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Pierre M.
Pierre M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de dezembro de 2012
A série é coerente, o desenrolar da história foge do previsível. O primeiro filme da trilogia é cativante, intrigante e motivante (Os homens que não amavam as mulheres). O último filme da trilogia fecha com chave de ouro, prendendo-nos a cada cena. Infelizmente algumas cenas são muito pesadas, mas a realidade de muitos injustiçados são comuns ao que ali vemos. A maldade pode nos levar a lugares comuns em uma sociedade que se coloca entre as mais desenvolvidas dessa era (a Sueca). A trilogia vale a pena e pode nos trazer a reflexão do que seríamos capaz de fazer...
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