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3,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Esse novo capítulo,dos gigantes,que se revesam entre o bem e o mal,parece que reuniu muita das coisas dos filmes anteriores.Michael Bay,mais uma vez,traz a forma explosiva no conteúdo de seus filmes.O Lado Oculto da Lua,é visivelmente bonito,cheio de cores,e de efeitos que enchem nossos olhos.Mais peca quando o assunto é contar uma boa história.Muita correria,muita adrenalina...mais.
Michael Bay havia dito que seria o último da franquia que ele dirigiria e portanto fica nítido o épico desfecho e mais grandioso que seus filmes anteriores.Mai uma vez infelizmente a história não tem a atenção necessária e por isso o roteiro tem momentos que não são objetivos e tampouco convincentes,apesar disso até que não é ruim como seu anterior que é extrapolado demais,Sam desta vez se vê em meio de mais uma batalha entre os robôs e apesar de estar um pouco mais distante deles acaba se envolvendo devido a fatos que chegam a ele e prova um perigo novamente a humanidade.Aqui não temos a participação da Megan Fox que foi demitida do papel e Rosie Huntington-Whiteley substitui como a nova namorada do Sam e na estreia como atriz ela continua no mesmo nível da Megan senão pior e sua aparição já é resumida em sua primeira aparição.O efeitos visuais e especiais são deslumbrantes e são os melhores da primeira trilogia,as cenas de ação são eletrizantes apesar dos problemas com movimentação exagerada da câmera e o corte frenético que atrapalham a visão,um sério problema do Michael Bay.O roteiro é ineficiente na questão de excesso de personagens que congestionam a trama e no descontrolado terceiro ato que é alongado demais apesar de ser bem divertido e grandioso.Transformers-O Lado Oculto da Lua é muito superior ao segundo é o melhor visualmente é o mais divertido da trilogia inicial,mas peca no roteiro inchado demais que arrasta muito em alguns momentos,especificamento no desfecho.
Os Autobots, liderados por Optimus Prime (Peter Cullen), participam de missões secretas ao lado dos humanos, onde tentam exterminar os Decepticons existentes no planeta. Um dia Optimus descobre que os humanos lhe esconderam algo ocorrido no lado oculto da Lua. Trata-se da queda de uma espaçonave vinda de Cyberton, comandada por Sentinel Prime (Leonard Nimoy), que desencadeou a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética na década de 60. Os Autobots resolvem ir à Lua para resgatar o antigo líder, além das cápsulas que ainda estão no local. Paralelamente, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) vive com sua nova namorada, Carly (Rosie Huntington-Whiteley), e está à procura de emprego. Ele sente-se diminuído, já que salvou o planeta duas vezes e ganhou uma medalha do presidente Barack Obama, mas nada disto parece ajudá-lo a se estabelecer no mercado de trabalho. Para piorar, Carly ganha bem e é assediada pelo chefe, o bilionário Dylan Gould (Patrick Dempsey). Pouco depois de enfim conseguir emprego, Sam recebe uma mensagem de Jerry (Ken Jeong), que trabalha no mesmo lugar. Jerry trabalhou na NASA durante a corrida espacial e agora é chantageado pelos Decepticons, que o matam. O fato faz com que Sam procure mais uma vez os Autobots, mas apesar de seus feitos do passado ele encontra resistência da nova comandante, Marissa Faireborn (Frances McDormand). Filme Legal Igual o 2 Mais o 1 Ainda é Melhor , Uma Coisa Que Eu Nao Gostei Que Foi Tirar a Megan Fox , Bons Efeitos Nota 7.0
Transformers veio migrando em uma direção cada vez maior de abandonar os diálogos engraçados e curiosos do primeiro filme no caminho de se calcar no excesso de cenas feitas em computador. Acho que não tem problema nisso principalmente na temática do filme porém cansa pois o filme é longo, mais de 120min com nenhuma inovação entre os personagens e suas falas, o filme passa inteiramente em causar com explosões, novos autobots, etc. O texto escrito para Shia Labeouf pareceu todo filme querer isolar a historia do personagem Sam de sua relação inicial como membro ativo das batalhas ao lado dos robos do bem (Autobots) e não me estranha que o proprio ator tenha falado mal do seu trabalho na serie depois desse ultimo filme em que participa. Um dos centros da historia que era o par amoroso e engraçado do primeiro filme que foi descartado para entrada de uma atora sem sal Rosie Huntington-Whiteley. Na pratica, nem os personagens de apoio conseguiram trazer alguma graça a historia ja que a passagem de Sam nesse filme e muito entediante com o próprio ator pouco podendo botar de sua característica no personagem, passando uma sensação de cansaço e esperando pelo próximo pulo, o próximo tiro. O enredo desse filme tem problemas sério a historia tem de trabalhar em cima dos personagens humanos como coadjuvantes e proporcionar um papel engraçado ou interessante para esses e nesse filme a obra se sai mal nisso, que é obviamente o calcanhar de Aquiles da serie Transformers. O filme se calça exatamente nas cenas de lutas, com excesso de explosões, estilhaços e etc que digamos pode dar um mal estar assistir a tudo isso durante longas 2h30min a menos para o publico mais infantil que adora efeitos e sons em excesso.
É um grande filme. Grandes efeitos especiais. Temos agora uma substituta de Megan Fox: Rosie Huntington-Whitekey, que se sai melhor ainda (mesmo as duas não fazendo diferença na franquia). Shia LaBeouf e Tyrese Gibson se saíram muito bem, assim como a Rosie. O restante foi regular. A história é a praticamente a mesma (Os Autobots em guerra com os Decepticons, com a ajuda de Sam e o exército americano), mas ainda assim, mesmo sendo longo, o filme diverte e traz interesse.
Com um curioso pano de fundo: o lado oculto da lua, este terceiro filme da saga continua tão grandioso e tremendo quanto aos anteriores, mantendo intensa, diversão e entretenimento. Esplendido!
**Ano:** 2011 **Duração:** 2h34min **Direção:** Michael Bay
**Principais personagens e atores:**
* Shia LaBeouf — Sam Witwicky * Rosie Huntington-Whiteley — Carly Spencer * Josh Duhamel — William Lennox * John Turturro — Seymour Simmons * Patrick Dempsey — Dylan Gould
**Gêneros:** Ação, Ficção Científica, Aventura **Franquia:** Parte da saga iniciada com Transformers, seguida por Transformers: Revenge of the Fallen e continuada em Transformers: Age of Extinction. **Filmes semelhantes:** The Avengers, Pacific Rim e Battleship.
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**Crítica**
Dentro de uma das franquias mais lucrativas do cinema moderno, **Transformers: Dark of the Moon** surge como um espetáculo visual que tenta equilibrar espetáculo tecnológico com uma narrativa mais ampla sobre conspirações e alianças inesperadas. Após o impacto comercial de seus dois predecessores, o filme chega carregando a responsabilidade de elevar a escala da saga — algo que consegue em termos visuais, mas nem sempre em profundidade narrativa.
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### 里 Enredo e história
A trama parte de uma intrigante teoria conspiratória envolvendo a corrida espacial e uma nave Cybertroniana que teria caído na Lua décadas antes. A descoberta desse segredo desencadeia uma nova guerra entre Autobots e Decepticons na Terra, enquanto uma inesperada aliança humana — liderada por Dylan Gould — revela interesses obscuros por trás do conflito.
O retorno de Sam Witwicky mantém o elo humano da franquia, mas sua trajetória aqui parece menos central do que nos filmes anteriores. A história tenta expandir o universo da saga, porém em alguns momentos a narrativa parece se perder em subtramas e motivações pouco convincentes. A ideia de transportar Cybertron para a Terra, embora grandiosa, soa um pouco forçada dentro da lógica da história.
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### Produção
Quando o assunto é espetáculo, **Michael Bay** continua demonstrando por que se tornou um dos diretores mais associados ao blockbuster moderno. A escala da produção é gigantesca: cidades devastadas, batalhas aéreas, destruição em larga escala e sequências de ação praticamente contínuas.
A famosa batalha em Chicago é, sem dúvida, uma das mais impressionantes de toda a franquia, combinando efeitos práticos, dublês e CGI em um espetáculo que realmente coloca o espectador “dentro da tela”.
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### Fotografia e efeitos especiais
Se existe algo que a franquia **Transformers** aperfeiçoou ao longo dos filmes, é o nível de detalhe do CGI. Aqui ele atinge um patamar impressionante: cada engrenagem, peça mecânica e transformação dos robôs transmite uma sensação quase palpável de peso e realismo.
A fotografia amplia essa sensação de grandiosidade com enquadramentos amplos e cenas de ação que lembram grandes confrontos vistos em produções como **The Avengers**. O portal interdimensional e as naves gigantes reforçam esse clima de guerra épica entre mundos.
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### Atuações
Shia LaBeouf retorna como Sam, mantendo o estilo nervoso e energético que marcou os primeiros filmes. No entanto, a ausência de Megan Fox é sentida. A substituição por Rosie Huntington-Whiteley como Carly não alcança a mesma química estabelecida anteriormente.
Quem rouba parte das cenas é John Turturro como Simmons. Seu núcleo cômico — ao lado de personagens como Dutch e Jerry — traz momentos de alívio e funciona como um contraponto leve ao caos das batalhas.
Patrick Dempsey também adiciona um tom de ambiguidade interessante ao antagonista humano, embora sua motivação narrativa pudesse ter sido melhor desenvolvida.
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### ⭐ Avaliação final
“Transformers: O Lado Oculto da Lua” talvez não seja o capítulo mais coeso da franquia em termos de roteiro, mas compensa amplamente com espetáculo visual e sequências de ação memoráveis. Mesmo com certa repetição no estilo das batalhas, a qualidade técnica impede que o filme se torne cansativo.
É um blockbuster típico de Michael Bay: explosivo, exagerado e visualmente impressionante — ainda que emocionalmente menos impactante do que poderia ser.
**Vale a pena assistir?** Sim, especialmente para quem aprecia cinema de ação grandioso e efeitos visuais de alto nível.
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