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Alexandre C.
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3,5
Enviada em 24 de abril de 2019
Gostei da idéia dos Predadores levarem humanos pro seu planeta, tem até bons efeitos, um visual interessante, boas cenas de ação com os Predadores, um bom filme da franquia.
De volta as raízes,Predators tem como maior mérito essa retomada em suas origens,ao mesmo tempo que ele está de volta ao terreno perigoso da floresta,ele também busca algo diferente para a franquia.
É bem verdade que certos seguimentos do filme fazem claramente alusão ao clássico de 87 e o retorno ao ambiente mais selvagem.Mas o interessante é que ele não se propõe a ser uma cópia daquele filme,ele toma liberdades para trabalhar um suspense,onde o conflito além de ser em um ambiente completamente diferente da terra,é também um conflito entre os próprios Predadores.Não existe mais apenas um conflito entre humanos e alienígenas ,mas entre todos aqueles que estão no campo de caça.
Todos são completos desconhecido com apenas 1 coisa em comum,são todos assassinos que costumavam matar aqueles da própria espécie,agora eles estão em meio a um conflito não só entre a desconfiança entre eles mesmo,como também em uma briga entre Aliens,aquele planeta agora é um coliseu onde somente os mais fortes sairão vivos.Gosto muito do clima de mistério/suspense que o filme tem,em especial nos primeiros 40 minutos onde todos estão ainda se conhecendo.
Apesar de ser muito bacana essa idéia do conflito elevado pela existência de diferentes espécies e inimigos por toda parte,acho que ainda falta um maior aproveito dessa hostilidade - Em especial no segundo ato - E também a tentativa de arrancar continuações,o filme parece se preocupar em uma sequência do que propriamente terminar esse arco.Mas ainda gosto desse filme.
Achei o filme interessante, não tem o melhor dos roteiros, ainda assim conseguir te prender, boas atuações e sequencias de açã. Mas gostei mesmo de Alice Braga, fria, ao mesmo muito humana, também gostei do final, que dá margem à uma sequancia.
Predadores tem uma boa premissa, logo de cara o filme já se mostra interessante, e o elenco reforça isso muito bem, porém não há muita empatia nos personagens e isso acaba enfraquecendo o filme ao longo da projeção. O filme acrescenta bons elementos à mitologia de predador, mas acaba terminando no comum, embora abra as portas pra uma possível expansão de universo, como diversão descompromissada o filme se sai muito bem, entregando bons momentos, embora o predador não apareça tanto no filme,senti falta de ver mais a criatura, o filme funciona por respeitar o filme de 1987 e por não ferir oque o classico estabeleceu, coisa que o de 2018 fez ferir a mitologia do personagem. Bom filme, apesar de um pouco tímido, entretem e diverte suficientemente bem, acerta nos efeitos visuais e práticos, na música e na extensão de universo. Peca na construção de personagens e por não propor algo inédito para a franquia. Dito isto diversão garantida.
Último filme de uma longa série que envolve predadores e aliens, Predadores cria um ambiente hostil para humanos e uma trama suficientemente coesa para que tenhamos cenas de ação e tensão durante essa mini-experiência dentro desse universo onde humanos são sempre caças, e os predadores, seus caçadores.
É sempre um filme que vale assistir e de fato ficou bom o filme, apesar de alguns clichês mas nada que tirou meu interesse pelo filme, pelo contrário, eu adorei!
Eu sou muito fã da franquia, mas achei este aqui o mais fraco dos que vi até então... O início tem até uma história interessante regada de muito suspense e mistério, mas o desenrolar me deixou um pouco cansativo e insatisfeito pelos muitos furos no roteiro, muitas premissas foram estabelecidas que necessitavam de uma maior explicação, mas o filme não traz.
Um grupo formado por oito pessoas são jogadas de paraquedas em uma floresta. Sem se conhecerem e analisando o local como inóspito, o grupo resolve unir forças visando descobrir o motivo de ali estarem, buscar alternativas para evitar a iminente caça comandada por violentos seres e saírem do local com vida.
Situado em um universo que faz uma rápida menção à existência dos predadores, o longa tenta caminhar por si só no objetivo de entreter, até consegue graças ao elenco potencialmente desperdiçado, mas que foram contratados para dar tiros e, se necessário, morrer na brincadeira. Para dar vasão à premissa de caçada, temos boas doses de violência com os supostos animais locais e com os aparatos tradicionais dos predadores, incluindo lasers e lâminas afiadíssimas.
Talvez os mais estranho seja o visual adotado para a carcaça dos predadores, cuja cabeça é coberta por uma imensa máscara bem desproporcional, criando a impressão de algo arcaico do ponto de vista do design. Mas isso não representa um problema de fato, desde que o expectador aceite a proposta ofertada sem exigências descabidas para este tipo de produção.
Predadores é o terceiro filme do universo do predador e acontece 20 anos após o segundo filme. A direção é trocada e quem assume é Nimród Antal e o roteiro dessa vez fica com Alex Litvak e Michael Finch. Na trama, acompanhamos o mercenário Royce (Adrien Brody) em um planeta misterioso ao lado de outros 6 assassinos. Aos poucos o grupo vai percebendo que estão ali para serem caçado. Precisando deixar as diferenças de lado, os 7 devem unir forças. O filme deixa um gosto agridoce para os fãs, pois não decepciona totalmente, inclusive servindo para apagar da memória os seus crossovers com o Alien e ao mesmo tempo retorna a saga depois de 20 anos; por outro lado, decepciona por não atingir o potencial esperado e perde a sua essência. O filme buscou estabelecer elemento básicos que funcionaram no primeiro filme: o predador caçando no meio da floresta vários humanos. A diferença é mínima. O filme trouxe Adrien Brody , um mocinho diferente, magro e com ideia pouco convencionais para um “herói”. O elenco é interessante, pois conta com participações de Laurence Fishburne, Maheshala Ali, Danny Trejo (obviamente com estereótipo de assassino da máfia mexicana) e a nossa atriz brasileira Alice Braga. O filme não exigiu tanto do seu cast, mas a direção conseguiu extrair o necessário. O filme mesmo perdendo bastante de sua essência consegue ser um pouco melhor do que o segundo filme e ainda estabelece ligações por meio da personagem de Alice Braga contando a história do primeiro filme.
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