Dredd
Média
4,0
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43 Críticas do usuário

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Cinetrix
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20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Esqueça a primeira versão de Dredd, aquela com Sylvester Stallone, de 1995, e conheça o poder empolgante da justiça em uma nova versão cinematográfica. “Dredd - O juiz do apocalipse” não se trata de uma refilmagem e muito menos de uma continuação, pelo contrário, é um filme que surge para ‘apagar’ seu antecessor e retratar o personagem da maneira que merece com violência e fidelidade à HQ.

Como a produção dos anos 90 não agradou tanto aos fãs em relação à narrativa (e também por outros motivos de caracterização), a aposta do novo Dredd foi em uma estória mais simples, objetiva e sem lengalenga. Além disso, a trama valoriza a violência estilizada dos quadrinhos e, claro, exibe um juiz mais durão e de personalidade ímpar.

Ambientado em um futuro desesperançoso, a missão de Dredd (em interpretação convincente de Karl Urban) é prender Ma-Ma (Lena Headey), uma traficante de narcóticos que está no último pavimento de um complexo de apartamentos gigantesco. O problema é que o tal prédio tem 200 andares e Dredd, com a ajuda de uma juíza novata (Lena Headey), que também é médium, deverá enfrentar os capangas de Ma-Ma que estão fortemente armados e espalhados por todo o local.

O longa possui um ritmo eficiente e a direção segura de Pete Travis (“Ponto de vista”) trabalha bem os clichês e as sequências de ação. Outros aspectos bem orquestrados por Travis é em algumas soluções visuais que deixaram o filme ainda mais atraente. É o caso das câmeras lentas que retratam o efeito da droga Slo-Mo (comercializada por Ma-Ma) e na boa utilização do 3D que enriquece a profundidade dos cenários (aparentemente parecem limitados) e espetaculariza a violência crua que espirra sangue e pequenos destroços para ‘fora da tela’.

Há quem diga que esse Dredd é um plágio do bom “Operação invasão”, que tem até uma premissa semelhante. Na verdade, a produção de Dredd se iniciou antes e o longa da Indonésia foi lançado primeiro. Ainda que ambos tenham a mesma proposta de ação, eles se diferenciam em suas entrelinhas e, claro, no apuro técnico.

Dredd termina com a sensação de ‘quero mais’ por contagiar o espectador que, certamente, refletirá sobre as ações de um ‘justiceiro legal’ que elimina a casta criminosa do mundo. Ele é um heroi que todos sonham ser ou, pelo menos, todos clamam por sua existência. Talvez, por isso, seu rosto não é revelado, o que subentende que ‘Dredds’ podem existir ou tentam existir, apenas não são percebidos ou apoiados como deveriam.
Janaina S.
Janaina S.

8 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2013
Adorei o filme,muito bom.....
Para quem gosta de muito tiroteio e efeitos,esse é o filme..
E achei que por trás de toda guerra do filme,há uma história sim...Vale a pena...
Carlos Pereira
Carlos Pereira

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de dezembro de 2022
O filme é uma adaptação dos quadrinhos incrível. O juiz segue a lei ao pé da letra além de ser impiedoso, é um filmaço cheio de ação e muito sangue. Vale cada minuto
Samuel A.
Samuel A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2013
Como personagem que veio dos quadrinhos ele é bem mais violento e sanguinário que os engomadinhos do cinema e da TV. Adoro a linguagem crua dos quadrinhos, e quando ela é transportada sem limite para a telona, eu aaaaamo! Realmente o filme é previsível, você sabe que o herói vai vencer no final, mas em vários momento a gente fica com uma dúvida danada.
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