Prometheus
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3,7
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135 Críticas do usuário

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Ronaldo J.
Ronaldo J.

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de janeiro de 2013
O filme tinha tudo para dar certo, mesmo com a história muito abatida tratando de "ets" que querem destruir a raça humana. Depois de meia hora de filme, a história apenas desaparece, vira apenas mais uma filme de ação com lutas e muitas besteiras sem nexo. Tratando de Ridley Scott eu esperava muito mais.
Mariano S.
Mariano S.

17 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2013
PROMETHEUS E OS ASTRONAUTAS DO PASSADO DE DÄNNIKEN

Sempre fui muito fã da literatura de Eric Von Däniken, em especial de “Eram os Deuses Astronautas”. O filme Prometheus materializou tudo isso, e para mim pareceu uma continuação das séries de filmes Alien e Predador, que tanto admiro pela qualidade sonora. O nome faz referência ao titã ou gigante Prometeu, que teria roubado o fogo do céu e entregado aos homens, sendo por isso expulso de Olimpo e condenado a ficar acorrentado em rochas e tendo fígado bicado por um abutre. De certo modo o filme começa muito misterioso, já ao mostrar um desses gigantes e um disco voador, prendendo a atenção do cinéfilo.
Prometheos é um filme que em grande parte se passa dentro de uma nave. Lembra em muito Pandorum nesse aspecto, e mesmo os filmes Alien, onde há sempre um robô atrapalhando as finalidades humanas. Aqui também o “siborgue” fica fascinado com um vírus alienígena, e mesmo com os “engenheiros”, gigantes que teriam o mesmo DNA nosso e que teriam nos criado. O filme faz a referência arqueológica e coisas que já vêm provadas pelos teóricos dos astronautas do passado, o que parece ter começado com Däniken e se difundido. A arca de Noé, a estrela que guiou os três reis magos, colunas de fogo, fumaça, rodas de Ezequiel, e muitas passagens da Bíblia e de outros livros sagrados forma assim segundo esses teóricos, meros contatos com extraterrestres, que vêm mantendo contato e nos adestrando há algum tempo, sem ter contato porém constante.
O filme se passa em torno 2090, e assim uma nave vai até uma lua que é tida por favorável a vida. Cientistas vão para lá e após acordar do sono congelado, e assim exploram uma caverna (que na verdade é uma nave alienígena), e assim enfrentam uma ventania de 200 km/h, tendo de retornar a nave. Porém um deles já contrai o vírus e assim acabam os momentos românticos do filme, que acalmavam o enredo. Mas há novamente aquele canhão dos filmes Alien e Predador, que forma baseados em descobertas arqueológicas, que representavam naves e astronautas. Talvez uma outra resposta para esses astronautas entre os homens primitivos tenha sido uma viagem no tempo, ou mesmo seres de dentro de nosso planeta, e não de outros planetas.
Por fim um ser alienígena é encontrado e nada amistoso, a esperança acaba e a luta entre seres continua, entre o gigante e os filhos dos deuses, os humanos. Uma nave tem de se chocar contra a outra e isso porque a Terra estava para ser destruída. Tudo acaba dando certo, apesar de aparecerem outros monstros daquela lua e assim as bestas se devoraram. Restou que a cientista procurou o planeta de origem desses “engenheiros” criadores da humanidade, e assim o filme acaba no mistério. Parece que essa é a metanarrativa de nosso tempo, e o raelismo já teria tomado a vanguarda em tal espiritualidade. E as revelações são muito convincentes, uma vez que de acordo com nossa mentalidade tecnológica, distante da visão medieval milagreira que ainda temos nas religiões tradicionais. Fato é que o filme é um dos melhores do estilo, senão o melhor, uma vez que somou tudo da mitologia Alien e Predador, e faz refletir muito nas crenças humanas, em suas angústias e esperança. Vai muito além da ficção científica com naves. Bom conferir.
Mariano Soltys, autor do livro Filmes e filosofia
Caio M
Caio M

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2019
Um filme muito inteligente, com um enredo muito bom, gostei muito.
Para quem gosta de ficção é um prato cheio.
Eder Luis Santana
Eder Luis Santana

16 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de novembro de 2012
Para quem é fã da franquia Alien, com a lendária Tenente Ripley, fica nítido que Ridley Scott bem que tentou fazer algo parecido, mas Prometheus está longe de ter a qualidade da franquia iniciada em 1979. A protagonista não possui a firmeza necessária, a história deixa uma série de situações mal explicadas e alguns trechos são deslocados ao longo da trama. O filme, no entanto, tem seu mérito com bons efeitos especiais e trilha sonora que deu conta do recado. Mas Prometheus peca justamente pela proximidade com Alien, o que torna a comparação inevitável. Se tivesse fugido um pouco da comparação talvez tivesse sido conduzido de modo original e pudesse ganhar na qualidade. Ponto negativo também para um robô - também existe um "Bishop" em Alien - que movimenta a trama e não convence. A máquina consegue aprender língua de ETs e até nave espacial sabe pilotar de uma hora para outra. E sem querer adiantar o final, mas a voz de Sigouney Weaver no final do filme é firme e dramática, o que não acontece com a atriz escolhida para ser a heroína de Prometheus. Enfim, pesaram a mão na semelhança e esbarraram em uma versão que até poderia ser superior, mas está longe de convencer.
Paulo F.
Paulo F.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de julho de 2012
Decepcionante. Personagens e situações sem sentido. Uma pena!
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de março de 2014
Alien com roupagem high tech de última moda...

… e turbinado com questões existenciais. Assim é Prometheus, que vale mais pelos efeitos do que pela engenhosidade da história

Nem religião, nem darwinismo. É em uma terceira via que Prometheus, de Ridley Scott, fundamenta as origens da humanidade. A explicação para os segredos de tudo aquilo que somos há milênios está em um planeta distante. Graças a seres chamados de “engenheiros”, estamos onde estamos hoje: viajando pelo espaço e nos questionando de onde viemos e para onde vamos. Claro: a trama se passa no futuro, mas as angústias existenciais são atemporais.
Após um prólogo misterioso e muito bem arquitetado artisticamente, vemos a nave Prometheus a caminho de um destino “confidencial”. Vale lembrar que o título do filme faz referência a Prometeu, um dos titãs gregos castigado por roubar o fogo exclusivo dos deuses e concedê-lo aos homens. Em razão disso, foi condenado a ter o fígado consumido por uma águia para então, ver o órgão reconstituir-se e depois, ser novamente devorado, em um ciclo eterno de consumação e reconstrução. Mitologia exagerada? Não se substituirmos “fogo” por ideias como “conhecimento”, “técnica”, “condições de igualdade entre criaturas e criador(es)”. Assim, fica evidente a total relação entre o nome da nave e o propósito do projeto para o qual ela se destina no filme.
Os amantes da ficção científica poderão encantar-se com a cena da câmara de procedimentos cirúrgicos em ação. Encantamento em termos de imaginação e vislumbre tecnológico, mas não por sua dramaticidade narrativa. Os pacifistas sorrirão com a alfinetada de um dos tripulantes: “Eles [os ‘engenheiros’] não são idiotas de criar armas de destruição em massa perto de onde moram”.
Prometheus é complexo o suficiente para anular conclusões precipitadas; e falsamente original para ser levado tão a sério. Complexo porque apresenta uma delicada queda de braço entre ciência e fé, frieza e empatia, com uma suave (ou nem tanto) tendência em privilegiar ciência e frieza. Ora pode-se dizer que o filme é um grito em favor do ateísmo. Ora é possível vê-lo como um alerta, lá dos anos 2093, para que a humanidade não creia cegamente na ciência. “O fundamentalismo científico é tão prejudicial quanto o religioso”, parece sussurrar Scott, apesar de em entrevista, não expor isso. Atenção para a “coincidência” de eventos importantes na trama acontecerem no Natal e no Ano Novo.

Filme recicla o antigo
para revender como novo
Prometheus desliza em termos de originalidade porque a complexidade, que envolve questões existenciais e embate entre ciência e fé, fundamenta-se em um roteiro que repete o clássico Alien, também de Scott, lançado em 1979. Com adaptações aqui e ali e, claro, uso de efeitos muito mais avançados, Prometheus segue os mesmos passos de Alien. Chega a ser didático em sua cópia, de tanto que permite ser comparado ao predecessor.
É possível afirmar que este “novo” filme não passa de uma regravação de Alien. Mas, agora, a roupagem high tech é de “última moda”, confeccionada com base naquilo que computadores modernos são capazes de elaborar. Exemplo típico da estratégia da indústria cultural de reciclar seus produtos e revendê-los. Literalmente.
Joe Alvez E
Joe Alvez E

13 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2015
Quando Ridley Scott decide fazer um filme de ficção científica a gente fica logo de orelha em pé, apesar de ter uma filmografia cheias de altos e baixos ele realizou dois dos melhores filmes de Science Fiction da história do cinema. Alien O Oitavo Passageiro de 1979 e o belíssimo Blade Runner de 1982. Mas em Prometeus de 2012 parece que ele errou na mão ou melhor na direção. Tudo começa em 2089. Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Logan Marshall-Green) são exploradores que encontram o mesmo padrão em várias pinturas em diferentes cavernas na Terra. Com base nisto, eles desenvolvem uma teoria em que a pintura aponta para um lugar específico do universo, que teria alguma relação com o início da vida no planeta. A dupla convence um milionário, Peter Weyland (Guy Pearce), a bancar uma cara expedição interestelar para investigar o assunto. Partindo dessa premissa temos um filme genérico com muitos dos elementos tirados do próprio Alien, só que sem o acumulo de tensão necessária pra se ter um bom suspense. Os personagens vão de funcionais a desnecessários é só estão no filme para morrer de uma forma bem bizarra. Charlize Theron faz uma personagem tão irrelevante que poderia fazer a participação dela por telefone e a Noomi Rapace que é uma atriz muito promissora não consegue ter o mesmo carisma de uma Sigourney Weaver por exemplo mas não por culpa dela e sim por conta de um roteiro confuso e cheios de clichés. Mas nem tudo é perdido nesse filme Michael Fassbender está ótimo fazendo um androide de caráter dúbio ele está muito bem apesar de ser uma cópia deslavada do androide Ash do Alien interpretado pelo competente Ian Holm. A escala de produção é grandiosa a fotografia é densa e cheia de sub elementos que deixam as cenas muito carregadas, a trilha sonora é funcional e esquecível. Prometeus é um filme que deveria ser melhor mas tem personagens mal construídos e um roteiro copiado de um grande filme do mesmo diretor. Não chega a ser uma total perda de tempo mas a comparação com Alien O Oitavo Passageiro é inegável.
Fernando V.
Fernando V.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2013
Um filme legal para passar o tempo. Eu não detestei nem adorei, simplesmente achei legal. Não veria novamente e não recomendaria.
Allan P.
Allan P.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2013
Adorei o filme, assisti diversas vezes. Quando o filme acabou nem acreditei, queria continuar assistindo. Gostei da história, dos efeitos, dos atores. Algumas pessoas esperavam alí uma história como a de Alien, o 8º passageiro, porém só ao final o filme enlaça as duas histórias (embora utilize detalhes iguais, como o androide presente na tripulação). Recomendo.
Raphael J.
Raphael J.

11 seguidores 27 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de maio de 2013
Falavam tão bem do filme mais o filme foi muito ruim pois estragaram, jogaram dinheiro no lixo pois achei muito ruim esse filme perda de tempo
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